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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Um ano depois





Nossa, como é difícil escrever esse post. Eu jamais conseguirira transmitir por aqui o quão feliz eu sou desde que me casei com meu querido Rômulo. Só de pensar no que escrever eu já chorei tanto esses dias. Um choro que só posso definir como de gratidão. Gratidão é no que mais tenho pensado nesses dias. Porque sou muito, mas muito afortunada por ter sentido tudo que tenho sentido nesse último ano. 


Hoje em dia, quando eu vejo uma noiva sonhando com seu grande dia eu só consigo sorrir. Não tenho vontade de dizer nada: aproveite isso ou aquilo, releve tal coisa, espere para ver o que vem depois. Nada. Eu só sinto vontade de sorrir por ter o conhecimento de que se ela vai ser feliz naquele dia, tarde ou noite em que celebrará o casamento com alguns, ela será muito, mas muito mais feliz a partir daquele momento. Quando vejo um casamento, é isso que sinto. Felicidade porque mais duas pessoas nesse mundo vão experimentar uma forma perfeita de união, de companheirismo. Porque naquele momento duas pessoas estão dizendo sim para isso. Sim eu vou estar a seu lado; sim eu vou me doar; sim eu vou tentar sempre.


Eu acho, hoje, que é por isso que tanta gente elege o casamento como o dia mais feliz de sua vida. Não é só porque realmente é um dia feliz, de festa, onde muita gente bacana se reúne para torcer pelo novo casal. Não é só por isso. É porque é um dia que não termina ali. É um dia em que "o mais feliz da sua vida" se torna perene. É um dia que se instala no seu coração como a certeza, como um aconhego constante que não te deixa nunca mais sentir solidão. 


Por isso nesses 365 dias eu não senti saudades daquele 7 de agosto de 2010 nenhuma vez (mas já disse, sinto saudades do meu buquê, rsrs). Mas não sinto saudades daquele dia porque eu o sinto em mim. A felicidade que senti em ver cada rosto ao andar pela igreja, ainda está aqui. O frio na barriga dos momentos antes de entrar na igreja. O amparo em apertar a mão do Romulo no altar. O desejo profundo colocado na pronúncia de cada palavra dos votos para que tudo o que fosse dito se realizasse. A alegria de ver a festa materializada depois de tanto imaginá-la. Tudo, tudo, ainda está aqui e se renova no apoio para as noites viradas para estudar. Na segurança que nos permite continuar acreditando que um lar doce lar apareceria mesmo com a loucura do mercado imobiliário do Rio. Se renova no carinho de omelete feito só para mim, no planejamento de mais uma viagem, no sonho de filhos, nos planos de vida. Todos aqueles sentimentos, tão intensos, continuam por aqui. 


Eu não quero dizer que o casamento é um mar de rosas. Não é. E no nosso primeiro ano já passamos por testes complicados como não encontrar uma casa, por exemplo. A vida dura, a vida da qual naquele dia mágico ninguém se lembrava, o horário do trabalho, os artigos para fazer, as contas a pagar, tudo continua aqui. Mas também para atravessar esses momentos aquele dia mágico ajuda. Afinal, durante cerca de dois anos aquele dia que agora é lembrança foi apenas sonho e sonho incerto. Foi medo, foi dúvida, foi dificuldade. Mas se tornou realidade e realidade feita por nós. Não tem como não sair confiante de tudo isso. Depois do casamento, da festa, somos um casal ainda mais unido, ainda mais certos de que planejando e juntos, conseguiremos fazer tudo o que queremos, mesmo que às vezes tenhamos que fazer sacrifícios.


E eu sei, eu sempre fui apaixonada pelo Rômulo. Relembrando eu pensava: nossa, como eu era loucamente apaixonada. Mas lembro disso quando relembro cada momento. E agora eu me sinto ainda mais apaixonada. Não sei como isso é possível. Mas eu não sei tanta coisa! Certamente tudo isso que estou vivendo é completamente incompreensível. Talvez muita gente tenha lido esse texto até aqui na esperança de que eu dissesse como é estar casado, como é esse primeiro ano. A esses, minhas desculpas. Eu não consigo ter tal compreensão. O que ofereço é a descrição de Sir Paul McCartney, a música símbolo desse primeiro ano de casados. E desejo, do fundo do meu coração, que todos sintam o que eu tive a grande sorte de sentir. Que todos compreendam por si mesmos, sentindo.



Maybe I'm amazed


Maybe I'm amazed at the way you love me all the time
Maybe I'm afraid of the way I love you
Maybe I'm amazed at the way you pulled me out of time
And hung me on a line
Maybe I'm amazed at the way I really need you

Maybe I'm a man and maybe I'm a lonely man
Who's in the middle of something
That he doesn't really understand

Maybe I'm a man and maybe you're the only woman
Who could ever help me
Baby, won't you help me understand?

Maybe I'm amazed at the way you're with me all the time
Maybe I'm afraid of the way I leave you
Maybe I'm amazed at the way you help me sing my 
song
Right me when I'm wrong
Maybe I'm amazed at the way I really need you



Foto: Carlos Leandro

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Os NOIVOS de Santa Teresa

Pra fechar o ano, um post muito especial: os noivos de Santa Teresa.
 
Mostramos aqui várias noivas de Santa Teresa (e de outros lugares). Mostramos decorações, vestidos, mostramos preparativos. E decidimos deixar o melhor pro final. Hoje vamos mostrar (alguns) noivos. Escolhemos esses seis moços para representar os noivos de Sta e de todos os outros lugares, de noivas que passaram aqui pelo blog, nos posts ou nos comments, as que apenas lêem e todas que sonham com um casamento - a instituição - lindo.

Melhor que casar, é ser casada. É muito legal ter um casamento lindo, animado. É ótimo ver uma garota se realizar se sentindo linda em seu vestidón de sonhos. Mas o importante - e fundamental -, o que realmente significa casar bem é casar com uma pessoa que você ama e que te ama de volta. 

Por isso nos alegramos tanto com alguns casamentos. Porque não faz diferença saber quem fez a decoração de uma festa ou quantos doces por pessoa serão servidos. Mas faz toda diferença saber que uma pessoa de quem gostamos está se casando com um homem íntegro, que a respeita, que cuida dela, que é fiel, que é companheiro e que busca melhorar a cada dia junto com sua parceira.

Então, o último post é pra agradecer a esses queridos por serem excelentes noivos, maridos, homens e amigos. E, através deles, agradecer a todos os homens do mundo que escolheram ser verdadeiros companheiros e fazer suas mulheres felizes não apenas por um dia, mas por toda a vida.


O noivo de Santa de agosto: Rômulo (da Jackie)







Os noivos de setembro: Fabiano (da Aline), Edson (da Anna) e Rafael (da Michele)
















O noivo de novembro: Raul (da Joana)






E o noivo de dezembro: Léo (da Thaís)




Obrigado!





Fotos: Carlos Leandro; Marcos Caviccioli; Juliana Pessoa; Aline Machado; Dueto Fotografia; Carolina Pires.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Casar é bom? Ser casada é melhor!

O post de hoje é só para dizer a todas as noivas que passam por aqui que sim:


vocês terão um dia emocionante e inesquecível enquanto estiverem se maquiando e se vestindo para ficar como sempre sonharam, princesa ou mulher fatal, menina romântica ou mulher poderosa;


vai ser uma emoção indescritível entrar pela igreja, salão ou jardim e andar em direção ao seu noivo, ver rostos conhecidos, sorrisos de apoio e torcida;


vai parecer um sonho ouvir as palavras do padre, jurar amor eterno e ouvir as mesmas juras de volta na frente de todos que te amam e se preocupam com você;


e vai ser o dia/tarde/noite mais animado da sua vida comemorar seu casamento com todos com quem você se importa, seja sob música alta e muita bebida, ao som de um sax com chá ou em pé sem música tomando refri.


Sim, tudo isso é verdade. Mas alcame-se: o melhor de tudo vem depois!


Depois de tudo isso você sentirá dia após dia, noite após noite, o que é estar acompanhado na vida. O que é ter um companheiro, um ombro, uma mão, um coração só seu. Ser casado é toda essa alegria e felicidade do dia do casamento em cada pequeno momento, em cada coisa simples e nas nossas maiores batalhas. Nas noites compartilhadas na mesma casa, na casa de vocês. Nos afazeres divididos, nos encontros para compromissos em casal, nas festas em família, na saída com amigos. 


E é sentir-se acompanhado, amparado e amado principalmente nos momentos em que o outro não estiver fisicamente ao seu lado. Porque é nesses momentos que dá pra sentir que não estamos mais sós. É aí que você percebe que, casados, não há solidão. Basta olhar para sua mão esquerda. Ser casado é assim. 





No more lonely nights


I can't wait another day until I call you
You've only got my heart on a string and everything a-flutter
But another lonely night might take forever
We've only got each other to blame
It's all the same to me love
'Cause I know what I feel to be right

No more lonely nights
No more lonely nights
You're my guiding light
Day or night I'm always there

May I never miss the thrill of being near you
And if it takes a couple of years
To turn your tears to laughter
I will do what I feel to be right

No more lonely nights
Never be another
No more lonely nights
You're my guiding light
Day or night I'm always there
And I won't go away until you tell me so
No I'll never go away

Yes, I know what I feel to be right
No more lonely nights
Never be another
No more lonely nights
You're my guiding light
Day or night I'm always there

And I won't go away until you tell me so
No I'll never go away

And I won't go away until you tell me so
No I'll never go away


quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Há um ano...

Hoje é aniversário do nosso pedido de casamento! Em 18 de novembro de 2009 ele aconteceu! Era o penúltimo dia de nossa primeira viagem à Europa....


Já tínhamos conhecido Lisboa e recolhido lembranças para as avozinhas do Rômulo (que são descendentes de portugueses), visitado lugares que fazem parte da história do Brasil e nos deliciado com a culinária portuguesa....
















Já tínhamos ficado encantados por Londres, pela vida agitada dessa metrópole, a Jackie já tinha se divertido na London Tower relembrando tudo que estudou no colégio and os desenhos do Pica Pau (quem não se lembra da catapulta no episódio de Robin Hood?), o Rômulo já tinha encontrado seu amor verdadeiro: os smartphones (hehehe)....














A Jackie já tinha se emocionado em Liverpool, conhecendo as casas onde Paul e John cresceram, o Cavern Club, Strawberry Fields e outros locais dos quais ela sempre ouviu falar...







O Rômulo já tinha conhecido passado pelos campos franceses e entoado sua amada Marselhesa por lá... Já tínhamos namorado muito em Paris, jantado no Rio Sena, visitado inúmeros museus e igrejas, nos deliciado com vinho, macarrons, caído de amores pelo Louvre, ficado encantados com a magnitude de Versailles... Já tínhamos escolhido o sonhado anel Tiffany´s nas Galeries Lafayette...


















Já tínhamos realizado muitos sonhos quando o Rômulo tomou coragem e pediu:








E a Jackie disse SIM!




Foi há um ano! Como o tempo voa quando a gente está feliz, não?


Fotos: Arquivos pessoal

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Relato com fotos 17: Esperando na igreja

Post da noiva esposa




Descemos tão rápido que chegamos na igreja antes do pessoal da filmagem, a Macuca. Avisei por telefone à Lanna, para esperá-los antes de iniciar a cerimônia. Paramos o carro lá na entradinha da igreja. Bem longe da porta. Vi algumas pessoas chegando, atrasadas. 


A Sônia veio falar comigo. Fiquei surpresa em vê-la na igreja e ela se justificou: foi ali ver quantos carros tinham para já organizar o sistema de estacionamento lá na Casa Achei muito eficiente isso.


Depois, a Lanna veio falar comigo. Eu a vi e a primeira coisa que disse foi: você está linda! Ela estava com uam blusa dourada, lindona. Ela disse que era pra combinar com a festa. Adorei! Aí ela pergunta: cadê os balões da damas. E eu: ué, estão aí, não? Ops, não estavam. O que aconteceu foi que a Lanna ligou pro hotel pra falar comigo, quem atendeu foi o Áureo. A Lanna perguntou: os balões estão com ela (se referindo aos balões das damas)? E o Áureo, que me via naquele momento fotografando com os balões coloridos, respondeu que sim. Então, foi um mal entendido e as damas ficaram sem balões. O plano é que elas entrassem com os balões de coração metalizados, vermelhos. Aí a Lanna disse: ok, eu vou mandar buscá-los (em Santa Teresa). E eu vendo que já eram 16h05: o quê? Não! Pode começar sem balão. A Lanna riu porque durante todos os preparativos eu fui muito chata, não querendo alterar meus planos nunca. Mas na hora, relaxei. Eu não queria atrasar. Fiquei com medo das meninas não quererem entrar sem balões, porque elas sabiam da existência deles, mas não, elas entraram. Resolvido.


Bom, ainda fiquei um tempo no carro. O Carlos aproveitou para abrir uma das portas e fazer uma foto. É essa aqui de baixo. Depois ele se despediu e foi pra igreja. Preciso dizer que o modo como as pessoas falam com as noivas é lindo. Eu me lembro como o Carlos falou comigo que já estava indo. Com cuidado, com um olhar especial. Ele foi muito legal no tratamento comigo.






Não fiquei nervosa. Ouvia tantas noivas falando sobre o nervosismo nessa hora, mas eu fiquei surpresa. Estava calma. Ficava olhando pra porta e vendo todos parados lá e imaginando: por que não entram logo? Do carro eu não ouvia as músicas, não sabia o que acontecia. Eu sinalizava pro povo entrar logo e eles devolviam com tchauzinhos (risos). Enquanto isso eu conversava com o motorista e bebericava água, pra não ficar com sede na hora da cerimônia porque eu bebo água toda hora.


Só sei que estava me sentindo tão especial naquele momento! Os carros passavam e as pessoas olhavam e diziam: olha a noiva! Eu esperei taaaaanto por isso. Estava curtindo tudo. Quantas vezes passei por uma igreja na hora da cerimônia e olhei pra noiva como um ser especial? E agora, eu era ser de branco, especial, que todos olhavam já com um sorriso no rosto. 


Depois de uns 10 minutos finalmente vi o cortejo começar. Fiquei olhando pra ver se estavam indo na ordem certa. Estavam! Queria ter ouvido a música, mas estávamos longe, com o carro fechado. Depois que o noivo entrou, nos aproximamos mais. Mas só quando todos tinham já entrado, fecharam as portas e eu pude sair do carro. E agora...só no próximo relato! 


Fotos: Carlos Leandro

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

I see your true colors

Post da noiva esposa no meio da madrugada


Gente, já tinha dois posts programados para hoje, mas precisei fazer esse. Precisei. Esse 5 de outubro foi um dia, como diria minha madrinha de casamento, ca-ga-do. Estava cheia de tanta coisa ruim que eu tinha visto por aí: falsidade, orgulho, um monte de gente blasé e posada, forçada. Tudo isto estava me enchendo e sabem quando tudo dá errado e você tem vontade de parar no meio da rua, jogar tudo no chão e começar a chorar? Eu nesse 5 de outubro! Bom, foi assim até que....


... recebi emails fofos e lindos de amigas mais que especiais, que conheci só porque nos casamos no mesmo ano (vou fingir que foi por isso e não porque o universo une pessoas parecidas e que afinal nossa amizade também era Jai Ho, ou traduzindo, destino, ok?), que são a expressão do cuidado e da amizade;


... falei apenas por alguns minutos com meu marido e percebi o quanto ele faz questão de me ajudar a realizar meus sonhos, os grandes e os mínimos.


... vi recados lindos aqui no blog e no email, de meninas que nunca vi na vida, mas que decidem dedicar alguns minutos a mandar uma mensagem para mim, que nunca viram na vida, só com o intuito de elogiar. Uma delicadeza, simples assim.


E aí que quando cheguei de madrugada, já reanimada pela amizade e pela gentileza que ainda há no mundo, mas ainda cansada e com um super relatório para escrever noite adentro, não resisti a perder ainda um tempinho (re)assistindo um episódio de Glee com o marido. E nesse episódio a canção final é True Colors


Prestando atenção na letra dessa música decidi que tinha que vir aqui no blog
 pedir implorar suplicar
que cada um de vocês, leitores, amigos, noivas, noivos, meninas que sonham em se casar, casadas que não esquecem o dia mágico que viveram, que cada um de vocês seja você mesmo sempre. Por favor, não deixem a moda, as regras, a vontade parecer cool ditarem quem vocês devem ser. Deixem-se conhecer verdadeiramente e cativem amizades reais, amores reais e profundos.

Em dias como hoje percebo o quanto foi certo abrir a casca, superar o medo de ser machucada e permitir ser amada e receber a amizade de pessoas incríveis, que também merecem receber todo o carinho que um amigo pode dar. Por tudo o que percebo que a amizade e a amor fez por mim, eu precisava vir aqui pedir que nunca, nunca, tentem ser outras pessoas. E isso vale em todos os campos de suas vidas, mas como o assunto aqui é casamento, lembro que vale, inclusive, para isso. Nunca tentem viver um casamento que não é o seu; não tentem viver uma história que não é a sua; não queiram ser um editorial de revista, porque o editorial é feito para vender mercadorias e o casamento de vocês não está à venda. Busquem celebrar o amor de vocês, do jeito que ele é. Respeitem-se. Amem-se de verdade. Como vocês são. E deixem as pessoas verem suas cores verdadeiras. Você verdadeiro. E tenha certeza que vale a pena.





You with the sad eyes
Don't be discouraged
Oh I realize
It's hard to take courage
In a world full of people
You can lose sight of it all
And the darkness inside you
Can make you feel so small


But I see your true colors
Shining through
I see your true colors
And that's why I love you
So don't be afraid to let them show
Your true colors
True colors are beautiful,
Like a rainbow


Show me a smile then,
Don't be unhappy, can't remember
When I last saw you laughing
If this world makes you crazy
And you've taken all you can bear
You call me up
Because you know I'll be there


And I see your true colors
Shining through
I see your true colors
And that's why I love you
So don't be afraid to let them show
Your true colors
True colors are beautiful,
Like a rainbow

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Relato com fotos 9: making of

Começamos a fotografar lá pelas 15h. Primeiro, no quarto mesmo, com meus pais e algumas que eu nem vi o Carlos fazer....









...na varanda...





... estava ventando MUITO. Foi bem rapidinho.




Daí já fomos descendo em direção ao jardim e de lá eu iria para a igreja direto. Então, pegamos tudo que eu queria levar no carro. Levei uma bolsinha com itens emergenciais como água, band-aids, tesoura, kit costura, remédio para enjôo, celular... Fomos descendo todos juntos, bem devagar....

na escada...





no corredor....





...entre uma escada e outra...





...na outra escada....






...no hall do hotel.



Daí meus pais foram para o carro deles, que alugamos com o próprio hotel e seguiram para a igreja. Comecei a ficar mais tensa. Mas em nenhum momento tive meu temido enjôo ou suadeira ou perna tremendo. O pessoal da filmagem ainda estava lá, o Áureo, o Carlos. Fomos para o jardim. Peguei os balões que eu tinha encomendado.




Daí o pessoal da Macuca foi embora. E o Áureo também. Fiquei só com o Carlos. Eu tinha ainda tanta coisa que eu queria fazer, mas já estava na hora. Fomos lá para a piscina linda do hotel. E eu pedi a foto olhando a cidade. A cidade onde eu conheci o homem da minha vida e onde eu ia me casar dali a pouco.






Voltamos correndo para pegar o carro e descer. Estava na hora. Eu não queria atrasar. Quando eu parava de fotografar, pensava: está chegando! Depois de tanto tempo, hoje tudo que planejamos vai acontecer. Nesses momentos eu sorria e apertava meu buquet forte! Tem várias fotos assim:


Já na rua o Carlos grita: minha foto na rua! Ele tinha programado que iríamos sair do hotel e tirar umas fotos ali no Largo de Santa. Mas não deu tempo. Então eu só atravessei a rua e fizemos umas fotos rápidas no meio da rua mesmo, em frente ao hotel.



Daí, corri pro carro. E partimos! O motorista foi por um caminho super mega desconhecido. Eu com medo de ser assaltada, pensava: se alguém parar o carro, eu coloca a cabeça para fora e digo que ele não pode roubar o carro porque sou a noiva (risos). Chegamos em 5 minutos no Rio Comprido. Ligava para a Lanna, para o pessoal da Macuca. A Lanna disse que já estavam todos lá. O carro entrou e parou lá na portinha da igreja. E...


esperem o próximo relato!
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