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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Noiva de Santa Teresa: minha amiga Anna





Ai, ai, como falar desse casal? A Jackie conheceu a Ana na segunda vez em que ambas visitavam a casa, pra degustar um buffet. Conversaram e pronto. Viraram amigas. Se adicionaram no orkut, depois trocaram emails, depois telefonemas, encontrinhos. Rômulo e Edson também saíram juntos e pronto. Virou amizade.


Admiramos muito esse casal lindo e guerreiro, que constrói sua própria história. Que é um casal de verdade, do jeito que a gente acha que tem que ser: companheiro, amigo e que se ama. Mas bem, sobre o casamento. Aconteceu num dia lindo de setembro. A decoração estava viva, alegre, exatamente como esse casal gente boa. A energia que se sentia ao chegar na casa era incrível. O Edson estava super emocionado. Ô noivo apaixonado! E a Anna, uma princesa poderosa (teve até foto premiada, essa menina) teve naquele dia um filme de sessão da tarde, romântico, animado e eterno, como ela sempre sonhou e merece. Fiquem com a entrevista da Anna, curtam as fotos da Juliana Pessoa e o vídeo da Macuca e inspirem-se!




Como você descobriu a Casa de Santa Teresa? 

A nossa fotógrafa, Juliana Pessoa, nos deus alguns nomes e citou a casa quando fomos fechar com ela nosso contrato. Lembro que na época disse: Ah, não! Lá só pode casar de dia, então não quero. rs. Os meses foram passando e eu já tinha até vestido menos o lugar para casar... não gostava de nada. Aí o Edson disse: Amor vai lá ver a Casa de Santa Teresa! E eu fui sem esperanças de que iria gostar, mas quando cheguei quase morri do coração. Era o lugar mais lindo do mundo. Pronto! Já tinha o lugar dos nossos sonhos!








Como foi a sua primeira visita e a do seu noivo à casa. 

Como adiantei na resposta acima, estávamos procurando um lugar que fosse a nossa cara e até visitar à casa não havia achado nada que nos agradasse! Visitamos vários lugares e vimos muita coisa antes de ir até Santa. Mas na primeira visita que fiz (estava sem o Edson nesse dia) já havia decidido que seria lá. Depois fui com o Edson (afinal ele tinha que sentir o que senti na minha primeira vez lá) e ele também ficou louco e aí fechamos nosso contrato com a Sonia.





Você sempre sonhou se casar de dia e em um jardim? Mudou algo em seus planos por causa do local?

Nunca me imaginei casando de dia! Foi exatamente assim! Mudei todos os meus planos por causa do local e foi a melhor coisa que fizemos. Podemos dizer que casamos no lugar mais lindo do mundo!!








Quais foram suas inspirações para a decoração? 

Nós somos românticos e eu queria que tudo fosse com esse estilo. Não entendo nada de decoração, mas gostava de várias coisas e mostrava pra Lanna e ela ia me falando o que poderia fazer dentro do contexto. Escolhemos nossas cores favoritas (amarelo e azul) e depois de visitar milhares de blogs (isso foi uma das coisas mais deliciosas de fazer durante os preparativos) vi que gostava do estilo provençal e assim foi nossa inspiração. Eu amei o resultado! Até hoje fico olhando as fotos babando no trabalho da Lanna e da equipe dela. E o melhor de tudo e saber que ficou a nossa cara. 



Você planejou algum detalhe diferente? 

Sim. Eu inventei de fazer tsuros para colocar na decoração. Deu muito trabalho e não fizemos a quantidade que queríamos fazer no início, mas nada que atrapalhasse o resultado final. O bacana é que os convidados sabiam disso e ficavam falando pra gente que tinha ficado lindo. Muito levaram tsuros para casa, o que teve um significado muito bom pra gente.





Quantos convidados você teve e quantos presentes? Teve dificuldades com a lista? 

Convidamos 240 pessoas e foram 160. A pior parte de organizar o casamento com certeza é fazer a lista. Foi muito estressante, mas no fim deu tudo certo!

Quem foi o decorador? Ficou como você esperava?

Lanna Correa da Lótus Produções. Ficou muito mais do que eu esperava. Ela e a equipe fizeram várias surpresas e tudo ficou lindo. Eu sou apaixonada por borboletas e lá estavam elas em vários locais que eu nem sabia que iria ter. Na semana do casamento ficamos enrolados com várias coisas que podiam ter atrapalhado o trabalho dela e ela resolveu tudo mesmo assim.









Do que você mais gostou em seu casamento?

Nossa essa pergunta é muito difícil. Eu sou suspeita, pois amei TUDO. A decoração, a cerimônia, a festa.... amei tudo de verdade!


Alguma coisa saiu diferente do planejado?

Sim, deixamos muita coisa pra perto do dia e algumas deram errado, O presente das madrinhas, por exemplo, só chegou uma semana depois do casamento (risos). As latinhas de mint to be  ficaram sem nossa identidade visual, nossas fotos do ensaio iam ficar no varal, mas esquecemos de revelar e então foram expostas no telão... mas nada disso tirou o brilho do dia mais feliz da nossa vida. Estava um dia tão lindo que tudo ficou perfeito aos nossos olhos.






Quais foram seus achados?



Foram muitos... Nós tivemos muita sorte. Encontramos muitas pessoas competentes e do bem pelo caminho. Somos amigos de vários fornecedores e queremos esse contato pelo resto de nossas vidas. 



Amei o trabalho da Lanna e da equipe e não consigo mais ver minha vida sem ela. Ela é dedicada, inteligente, tem um super bom gosto e ainda por cima não tem esse ar de superioridade que muita gente por aí tem. A Lanna é competente e participativa, ela me ajudou em coisas que não tinha a menor obrigação de ajudar. Um achado!
A Macuca (vídeo). Nossa o que falar da família Macuca... Simplesmente perfeitos, alegres e divertidos. O trabalho deles me encanta e emociona. Já perdi a conta de quantas vezes assistimos ao nosso vídeo. Sempre que terminamos de ver falamos um para outro: Nós temos muita sorte de encontrá-los. Amo a qualidade, a competência e o jeito divertido com que fazem tudo.
Juliana Pessoa. A Jú é a pessoa mais alegre que eu conheço. Ela faz o que faz com tanto amor que não existe a possibilidade de não sair perfeito. Ela foi me mandando as fotos aos poucos e eu só conseguia chorar. As fotos são nossa lembrança maior e o trabalho da Jú é Divino! Ela consegue pegar emoção, alegria, amor... eu juro que as fotos dela são assim: cheias de sentimentos. Tem um olhar único e um jeito sincero que eu adoro. Amo amo amo.

Faria alguma coisa diferente? 

Aumentaria o número de doces da festa. Apesar de feito o pedido em cima dos números corretos, achei que a mesa poderia ter ficado cheia por mais tempo.E teria pedido ajuda para alguém terminar de fazer as coisas que deixamos para resolver perto da data.







Que dica você dá para quem vai se casar na Casa de Santa Teresa?

Façam um casamento com o estilo de vocês, escolham bons profissionais e confie neles.  Se informe sobre como a casa funciona e perguntem o que podem e o que não podem fazer.

Não percam tempo com coisas pequenas e valorizem cada conquista. Eu só consegui coisas boas desde que comecei a organizar nosso casamento. Parece que o mundo conspira a nosso favor. Por exemplo, encontrei amigas que vou levar pra vida toda, como as noivas de Santa Teresa. Passamos por tanta coisa que no final recebemos de presente essa amizade sincera. Conheci muita gente competente e linda em todos os sentidos como a Adriana e o Raul da Macuca, a Lanna, a Juliana Pessoa, a Sonia..., vi o quanto vale a pena lutar pelos nossos sonhos sem importar com que os outros vão pensar, e o melhor de tudo é que descobrir o quanto é único dividir nossos sonhos com quem amamos.





Fornecedores Casamento Anna & Edson

Local da festa Casa de Santa Teresa 
Buffet: Beth Shueler 
Open Bar: Beth Schuler 
Uísques: Red Label (free shop) 
Prosecco: Duca Del Pogio (Cadeg) 
Decoração e Cerimonial: Lotus Produções (Lanna Correa)
Iluminação: Casa de Santa Teresa 
Buquê: Lanna Schimitz - Lotus Produções 
Mobiliário: Mineirart 
Celebrante: Pastor Edson 
Vídeo: Macuca Produções 
Fotografia: Juliana Pessoa Photografia 
Músicos da Cerimônia: Violinos de Veneza 
Hotel: Santa Teresa Hotel 
Carro da Noiva: Enfim Sós - Carro da noiva 
DJ e Iluminação (da pista) e telão: Sound Factory 
Bolo: Geralda Bolos e Doces 
Bem-casados: Mônica Moreira 
Doces: Ana Foster, D. Graça, Sweet Dreams Brigadeiros e Alberto Doces  
Chocolates: Ana Foster e Le Chocolat 
Noivinhos (topo de bolo): Cris Dias 
Make up & hair - Áureo de Sá 
Balões: Amanda Crosman 
Caricatura do casal: Melina Pettendorfer das carinhas personalizadas 
Plaquinhas da decoração: Andréia Andrade 
Boneca da Dama: Bu & Gi Atelier 
Lembraças dos padrinhos: Canecas amarelas compradas no Saara
Lembranças das madrinhas: Pashiminas (Besha)
Lembranças dos convidados: Leques comprados no mercadão de Madureira, chinelos da Taty Sandálias 
Roupa da dama: Fátima Vieira (Costureira) 
Convites: Ideia da noiva e execução do Noivo 
Gráfica: Compulaser Gráfica 
Identidade Visual: O Noivo 
Site do casal: Ideia da noiva e execução do Noivo e do Silvio (um dos padrinhos) 
Ensaio fotográfico pré-casamento: Ariane Schmitz 
Vestido de Noiva: Sublíssima Noivas 
Véu: Rosa Biaggioni 
Grinalda: Jefferson Viana 
Sapato da noiva: Christian Loubotin 
Garter: Jogê 
Brincos: Cacá Filippi 
Roupa do noivo: Via Veneto (Shopping Rio Sul) 
Sapato do noivo: Renner 
Lapela do Noivo: Lanna Correa 
Traje dos Padrinhos: Ternos pretos com gravata cinza (próprios ou alugados) 
 Lista de Presentes: Tok Stok | Ponto Frio | Americas.com 
Alianças: H.Stern 
Lua de Mel: Buenos Aires






segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Noiva de Santa Teresa: minha amiga Michele

Conhecemos a Michele pela internet, através do Capitu. Na época ela já era super amiga da Aline, que a tinha trabalhado com a Jackie. E como todas nós nos casaríamos no mesmo ano e no mesmo local, as conversas se avolumaram e a amizade chegou. 


Se no começo falávamos apenas de decoração, vestidos, músicas, com o tempo passamos a dividir alegrias e também tristezas. Viramos amigas de verdade. Virtuais, reais. Amigas. Por isso, a felicidade de ver o casamento da Michele se concretizar foi enorme.


Estávamos lá naquela atmosfera mágica criada por ela e pelo Rafa, cercados de objetos com significado para eles. Naquele dia 6 de setembro de 2010 a Casa de Santa Teresa tinha um ar diferente, próprio, eu diria até mesmo etéreo. Nem vamos nos derreter em elogios à decoração aqui, porque não precisa. Basta que vocês vejam as fotos para constatar como estava tudo perfeito. O que vale dizer aqui é que quem esteve lá sentiu-se aconchegado por esse casal que se ama muito, que se respeita muito e que é muito companheiro. Como dá gosto ver os dois crescendo juntos! E, claro, sempre abençoados pelas avós dos dois. Uma aqui em SP, outra no céu. 


Com vocês, o Casamento de Capitu!








Como você descobriu a Casa de Santa Teresa
Logo assim que o Rafa me pediu em casamento, nossa intenção era casar na Hípica de Guaratinguetá (SP), que é a cidade onde ele nasceu. Os meus parentes e amigos vivem no Rio de Janeiro, e os dele vivem divididos entre Guaratinguetá, Caraguatatuba e SP. Casando em Guaratinguetá o casamento seria no meio do caminho pra quase todo mundo.Só que, na época, eu tinha uma mania terrível de fuçar o Orkut alheio, e nessa descobri que um amigo da família dele (Rodrigo) tinha casado em lugar maravilhoso no Rio de Janeiro com vista pro Pão de Açúcar. Pirei na mesma hora, mostrei as fotos pro Rafa e ficamos loucos com aquele lugar. Só que nenhum de nós dois tinha a menor intimidade com o Rodrigo (ou com a Simone, a noiva), pra perguntar onde tinha sido. Então, meio que deixamos pra lá e tentamos descobrir por nós mesmos, com a ajuda do Google. Sem sucesso.Sem querer achei um blog de noiva (da Gabi, que já saiu aqui nessa mesma seção), e ela tinha casado no mesmo lugar. Comecei a mandar emails pra ela perguntando várias coisas, inclusive, claro, sobre a casa! Depois de dezenas de emails descobri que a Gabi é filha de um engenheiro (que eu adoro!!!) que trabalhava sentado ao meu lado todos os dias!!! Muita coincidência! Foi aí que decidimos que só poderia ser lá. Era um sinal.




Conte como foi a sua primeira visita e a do seu noivo à casa. 
Depois que a Gabi me deu o contato liguei na mesma hora pra marcar uma visita à casa. Nessa época o Rafael já estava morando em SP, então eu fui sozinha. Era o primeiro lugar que eu visitava, e eu já amei assim de cara. Porque, de verdade, não tem como não amar aquele lugar...Como estava sozinha, tirei bastante fotos e mandei pra ele, que amou assim de cara também e topou fechar, mesmo sem conhecer pessoalmente. Nenhum dos dois teve dúvidas de que tinha que ser alí. Escolhemos a data e fechamos a reserva na semana seguinte, mesmo sem conhecer nenhum outro lugar!Depois disso minha sogra ainda me levou pra ver alguns 3 ou 4 lugares em SP, sem saber que a gente já tinha fechado a Casa de Santa Teresa. Eu topei porque queria que ela se sentisse útil e feliz. Mas não dei a menor importância pra nenhum daqueles lugares, porque dentro de mim eu já sabia que o lugar do nosso casamento já estava definido (e fechado!). 
Você sempre sonhou se casar de dia e em um jardim? Mudou algo em seus planos por causa do local?
Eu sempre quis casar em um jardim. Sempre quis casar à tarde. Sempre quis que estivessem presentes as pessoas mais importantes na nossa vida, e só. Por isso fiquei louca quando descobri a Casa de Santa Teresa.Não mudamos nada por conta do local. Muito pelo contrário, encontrar a casa foi mais um incentivo pra fazer tudo da maneira que eu sempre sonhei. Eu nunca quis um “casamento balada” e também nunca fiz questão de me casar na igreja. O Rafa também nunca soube muito bem o que queria, então me deixou muito à vontade pra escolher a maneira de fazermos as coisas. 






Quais foram suas inspirações para a decoração? 
Primeiro de tudo: nossas avós. Queríamos que nosso casamento fosse uma homenagem à elas. E tudo, não só a decoração, foi feito da maneira que nós sabíamos que elas gostariam que fosse. Usei um relicário com fotos delas, as reservas de mesa eram com os nomes delas, meu sapato era da cor preferida da minha avó Izabel, as rosas amarelas também eram as preferidas dela, e as alianças foram levadas pela avó Teresa... Tudo foi pensando nelas!
Depois foi a minha paixão por Machado de Assis. Lí todos os livros, conheço todas as histórias. Sou completamente apixonada pela Capitolina e pelo louco do Bentinho, e queria que nosso casamento tivesse referências não só ao Machado, mas à essa história em especial.Tivemos todas as minhas coleções de livros do Machado presentes na decoração (mais de 60 livros), uma escrivaninha que gosto de chamar de “escrivaninha do Machado” e passarinhos espalhados tanto na decoração quanto impressos na papelaria (porque acho que pássaros tem tudo a ver com o espírito da Capitu e com nós dois).






Você planejou algum detalhe diferente? 
Planejei vários detalhes (risos). Planejei servir um caldinho antes da cerimônia pra não matar de fome os convidados (principalmente as mulheres) que levam horas pra se arrumar e não comem direito antes de um casamento. Pelo que eu fiquei sabendo deu certo.
Também planejei servir um welcome drink (um drinque feito de espumante com suco de laranja) à todos os convidados que fossem chegando à casa. Até hoje não sei se funcionou. Mas como já perguntei à várias pessoas e ninguém sabe me dizer, acho que não teve, não. Chato isso porque eu queria muito fazer, mas ok.A decoração, principalmente, teve vários projetos especiais. Alguns funcionaram super bem, outros não. Mas o melhor é que, como os convidados não sabiam, ninguém sentiu falta. Planejei decorar o caminho até o altar com cataventos de papel de scrapbooking, no lugar das flores, mas como seria difícil transportá-los prontos até o RJ, deixei pra fazer na semana anterior. Mas quem disse que eu tive tempo? O caminho até o altar teve flores mesmo, e só. Também colocamos música mecânica na cerimônia, apesar de muita gente ter torcido o nariz quanto contamos que seria assim. Mas queríamos as nossas músicas preferidas, e queríamos que os intérpretes das versões que mais gostamos estivessem cantando. E assim foi. Nossa, planejamos várias coisas! E coloquei a mão da massa pra fazer tudo, comprei tudo o que usamos, misturamos com peças da minha casa, só alugamos os móveis e as velas do piso do lounge. Fiz os convites, o site, os caminhos de mesa, sousplats, latinhas até cortar os tecidos dos bem-casados, tudo! Nossa casamento foi nosso mesmo!!
  

Quantos convidados você teve e quantos presentes? Teve dificuldades com a lista? 

A parte mais chata do casamento, definitivamente, é a lista de convidados! No nosso caso, então, foi um martírio.... A família do noivo é enorme e os amigos somam centenas! E desde o início a gente só queria 150 pessoas. Só que a lista do Rafa já tinha 170 assim de cara. Tivemos que ir cortando várias pessoas, mesmo contra a vontade dos pais dele.Depois de muitos cortes, chegamos a 200 convidados. Planejamos tudo para 150, imaginando os faltosos, já que a maior parte dos convidados eram de SP. Na semana do casamento soubemos que muita gente não poderia ir, então fechamos buffet e casa para 120 pessoas. Tivemos exatamente 100 pessoas no dia. Perfeito! Comida, doces e bebidas foram fartos (até hoje ouvimos muitos elogios!), e ao olhar para os lados, tudo o que a gente conseguia enxergar era pessoas que amamos muito e que nos fizeram imensamente felizes por estarem alí. O melhor de tudo foi conseguir abraçar e beijar todos eles!

Quem foi o decorador? Ficou como você esperava?
Eu. Você tem dúvida que ficou como eu queria? Enquanto uma coisa não ficava do meu jeito eu não sossegava! Completamente paranóica!
Do que você mais gostou em seu casamento?
O que mais gostei foi que todos perceberam que a festa era das nossas avós.

Alguma coisa saiu diferente do planejado?
A cerimônia estava planejada para acontecer na grama, mas choveu. Não foi um chuvão, mas choveu. Estava tudo pronto na grama antes da chuva e eu já estava na casa. Mas, como muitos convidados se atrasaram por causa do trânsito, a chuva chegou na frente e a cerimonislista precisou reorganizar a cerimônia na parte coberta.
Mas, tudo bem, pra mim não fez a menor diferença porque eu sempre contei com essa possibilidade. Na verdade, eu sempre esperei que chovesse, justamente pra não me decepcionar. Se estive um dia ensolarado seria uma surpresa. Foi apenas um detalhe sem importância no meio de vários outros detalhes que deram super certo!


 



Quais foram seus "achados"?
Tantos... O primeiro de todos: a equipe de foto e vídeo: Aline Machado, Roberta Serrano (segunda fotógrafa) e Vinícius Martins (da 3+1 Filmes)! Super carinhosos, atenciosos, sorridentes e discretos. A gente sentia neles uma energia muito boa. E era isso o que a gente precisava por perto naquele momento. Ficavam atentos à tudo, todos os detalhes, e a gente só percebia que eles estavam por alí porque também ficamos super atentos, porque eles faziam questão de não nos incomodar. Já no making of me senti muito à vontade com todos eles. A Roberta sorria o tempo todo, contagiava tudo! E a Aline e o Vinícius eram super calmos, seguros, e passavam isso pra gente. Não trocaria nenhum deles!Segundo: o buffet Delícias de Campos. A Ana Paula foi tão bacana com a gente o tempo todo! A comida era maravilhosa e o serviço impecável. Ela deixou um garçom atrás da gente o tempo inteiro. E ele toda hora perguntava se precisávamos de alguma coisa, trazia bebidas (e intercalava entre alcóolicas e não alcoólicas), nos lembrava que precisávamos comer direito, beber água, um fofo aquele rapaz!O vestido foi um caso à parte... eu sabia 3 coisas sobre ele: tinha que ser no joelho, tinha que ter point d’esprit, e tinha que ter um decote bonito nas costas. A Carol Hungria pegou tudo isso e trasnformou no vestido dos meus sonhos. Foi divina! Não palpitei muito em nada, deixei quase tudo por conta dela, porque percebi que ela me entendeu já no primeiro encontro. 
 



Faria alguma coisa diferente? 
Teria tirado uma única pessoa do processo todo. Não pelo trabalho (que foi impecável), mas por outras razões. Prefiro não citar nomes mas, enfim, é um grande arrependimento.Também teria convidados algumas pessoas que infelizmente ficaram de fora. Deixamos de convidá-las pra convidar pessoas que considerávamos grandes amigos, e a maioria nem se deu ao trabalho de confirmar ou não a presença. Enfim...Talvez, apenas talvez, teria contratado uma assessoria pra me ajudar com contratos de fornecedores durante o planejamento, porque isso é uma coisa que ocupa muito tempo, e a gente às vezes se enrola um pouco com os pagamentos. Mas, como fomos bastante organizados, fizemos dezenas de planilhas e seguimos todas à risca, não sentimos tanta falta desse serviço.O que não quer dizer que ele não seja importante! Acho que se tivéssemos contratado, teríamos tido muito mais tempo livre e menos dor de cabeça com alguns contratempos. Mas, no final deu tudo certo. E a sensação de que fomos nós os responsáveis por fazer tudo isso acontecer, literalmente, é muito boa!





Que dica você dá para quem vai se casar na Casa de Santa Teresa?
Não se preocupe com a chuva. É uma grande bobagem! A casa é linda, a vista é linda, mesmo com chuva! E se for casar no inverno, e puder, é legal oferecer pashiminas para as convidadas porque lá venta, e venta gelado! Também é bom deixar repelente à vista nos banheiros e tochas de citronela no jardim. Durante a tarde aparecem uns pernilongos chatinhos demais, e é bom estar preparados!
Coisa absolutamente normal em uma casa no alto e com jardim, e nada que não se resolva com essa medidas preventivas, mas é muito bom poder oferecer conforto às pessoas que a gente ama.



Ficha técnica
Local: Casa de Santa Teresa, Rio
Celebrante: Lilah Wildhagen
Cerimonial p/ dia: Sonia Leote
Desenvolvimento da papelaria: Michele Navega (noiva)
Site: Michele Navega (noiva)
Convites: Michele Navega (noiva)
Menus: Michele Navega (noiva)
Numeração de mesas: Michele Navega (noiva)
Cartões de reserva: Michele Navega (noiva)
Cartões de Agradecimento: Michele Navega (noiva)
Gráfica: Compulaser Gráfica
Projeto de decoração e planejamento: Michele Navega
Execução no dia e projeto floral: Janete Pimenta
Mobiliário: Mineirart e Portal do Oriente
Louças: Michele Navega
Vidros: Michele Navega 
Tecidos: Michele Navega (com exceção dos guardanapos, da Mesalinho)
Velas: Michele Navega e Candle Design
Xícaras de café: A Festa é Nossa
Sousplats de rattan: Mineirart
Sousplats forrados de tecido: Michele Navega
Demais objetos de decoração: Michele Navega
Iluminação: Casa de Santa Teresa
Latinhas: Michele Navega (de "mint to be" recheadas com laranjinha açucarada).
Trouxinhas de amêndoas: Michele Navega
Vestido: Carol Hungria
Arranjo de cabela: Acessorize e Maria Filó (compramos um da Mignonne Handmade, mas mudei de idéia na semana anterior)
Brinco e anel: Lisht
Sapato: Di Fiori 
Bouquet: Uma única rosa amarela
Make up & hair: Luis Armando Ayres
Traje do noivo: TNG 
Tênis do noivo: Broxton 
Boutonièrres: Pomp and Plumage
Traje dos Padrinhos: Ternos risca de giz, grafite

Música da cerimônia e pista: Dj Cyro
Buffet: Delícias de Campos
Uísques: Red Label (free shop)
Open bar de caipirinhas:
 Delícias de Campos
Prosecco: Salton Brut
Torre de cupcakes: Bem Sacados
Doces Tradicionais:
 Louzieh
Doces Conventuais:
 Barriga de Freira
Chocolates:
 Le Chocolat
Minitarteletes: Beliskets (cheesecake com geléia de amora, tartelete de limão siciliano e mousse de chocolate belga com praliné de nozes)
Minibrownies: Beliskets 
Macarons:
 Rafaela Panisset
Bem-Casados:
 Conceição Bem-Casados
Café:
 Nespresso (noiva)
Fotografia 
Vídeo: 3+1 Filmes
Noite de Núpcias: Santa Teresa Hotel
Mini lua de mel:
 Paraty
Listas de Presentes: Ponto Frio, Spicy, TokStok, Camicado.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Noiva de Santa Teresa: Tamara






O casamento da Tamara e do Marcelo aconteceu em 25 de setembro e é um dos mais autênticos que já vimos. O casal decidiu ter uma celebração íntima e que refletisse seu estilo de vida. Para isso, em quase 20 meses de preparativos, meteram a mão na massa e produziram muitos (muitos mesmo!) itens do casamento, convidaram dois amigos para celebrar a união em vez de um pastor, padre ou juiz e prepararam delicados detalhes de atenção a cada convidado. O resultado foi que conseguiram dar à CST o clima de casa que desejavam e um dia inesquecível como buscavam. 







Como você descobriu a CST? 
Pelo casamento da Carol Souza Lima. O blog dela foi um dos primeiros que eu descobri sobre casamento e não deu pra não me apaixonar.



Como foi a sua primeira visita e a do seu noivo à casa?

A CST foi a primeira casa que nós visitamos porque ela reunia muita coisa que nós buscávamos: a localização perto de casa e dos nossos amigos, o clima bem carioca e relax, a cara de casa da gente. Nós dois temos famílias grandes e eu queria uma festa com clima de amoço de domingo, bem íntimo e pessoal. Depois da CST, visitamos outros locais com vista para o Rio: outra casa em Sta, o forte da Urca. Mas as condições da CST, com toda a estrutura incluída, falou mais alto.



Você sempre sonhou se casar de dia e em um jardim? Mudou algo em seus planos por causa do local?

Eu nunca sonhei casar. Nem cheguei a planejar isso mas, em uma altura do relacionamento, nós achamos que seria legal dar esse passo. Eu também quis dar essa alegria ao meu avô, entrar com ele na cerimônia. Daí a decisão de fazer a festa.
Mas queríamos que a festa fosse como a gente, do nosso jeito. Um caixote decorado com flores e luzes não teria nada a ver comigo e o noivo. Um baladão entrando pela madrugada também não. Nós quisemos fazer uma festa bem família, solar, reunindo os amigos com conforto e simplicidade.Quando defini como seria a festa, a única coisa que teve que mudar foi o aproveitamento do gramado. Eu pretendia colocar chaises e ombrelones, mas a CST não permite esse uso. Foi uma pequena frustração.



Quais foram suas inspirações para a decoração? 

O blog Vestida de Noiva foi uma das referências mais importantes, assim como alguns trabalhos da decoradora Janete Pimenta. Mas a inspiração maior foi justamente valorizar o que é mais importante pra gente (os noivos): a simplicidade.
A decoração então foi se construindo aos poucos. As cores vieram logo no começo: as pouco comuns, na época, azul e vermelho. Fui achar em São Paulo tecidos que conjugassem essas cores com o clima delicado que eu buscava. Depois de ver muitas ideias na Internet, encontrei uns cachepots vintage azuis com rosas decoradas em uma viagem à Argentina que deram o tom de todo o resto. Daí veio a coragem de usar minha louça, vários objetos pessoais e comprar um monte de itens de porcelana para a festa! Além de ter passado horas e horas fazendo detalhezinhos com tecido como as forminhas de doces, caixas revestidas, quadrinhos de bastidor.
Outra ideia que aproveitamos foi a de "juntar trapinhos" e usar patchwork. Eu já gostava dessa mistura e a Janete Pimenta deu força em um email que trocamos. Isso me deu segurança para investir em várias estampas e muitos tecidos com tons repetidos. Tive painéis de patchwork na festa que em breve vão decorar meu quarto em casa e os mesmos tecidos foram usados para revestir almofadas, pufes, fazer centros de mesa e outros detalhes.








Você planejou algum detalhe diferente? 

Creio que não teve nada de realmente inovador, mas usamos ideias pouco adotadas, como servir sorvete Itália na chegada dos convidados, terminar a festa com biscoito Globo e algodão doce azul. A ideia é que as pessoas se sentissem cuidadas e funcionou. Na decoração, usar peças da família foi um risco que nós assumimos, mas deu muito certo também.

Quantos convidados você teve? 

Foram 150 pessoas, convidamos 213. 





Quem foi o decorador? Ficou como você esperava?
A Lanna Correa foi a decoradora e a responsável pela parte floral. Ela trabalhou dentro da minha expectativa. Tivemos muitos arranjos plantados, como eu pedi e outra pequena frustração foi não ter conseguido usar amores-perfeitos, mas não ofuscou nada. No dia da festa, a Lanna e equipe também montaram a festa exatamente como combinamos, o que me deixou muito feliz.

Do que você mais gostou em seu casamento?
De casar com o meu amor diante das pessoas que eu mais amo! Eu gostei de tudo: do clima, da decor, da cerimônia com a nossa cara (dois grandes amigos celebraram a união). Antes da festa, eu sonhava com os docinhos e chocolates, as comidinhas, as bebidas que escolhemos para a festa. No dia foi tudo muito corrido, mas deu pra curtir bastante.






Alguma coisa saiu diferente do planejado?

Uma das músicas da cerimônia, a da entrada do noivo, não foi tocada e isso me deixou muito triste porque a escolha foi super difícil pra gente. Acho que eu fui ao casamento preparada para relevar pequenos problemas que eu encontrasse e não me incomodei mesmo no dia. Mas isso me deixou muito chateada.
Também comprei luzinhas (dessas de Natal) para fazer um "teto" assim, mas não deu certo. Umas falharam e a quantidade foi pequena para fazer um efeito legal.



Quais foram seus "achados"?

Os melhores achados foram os fornecedores que não deram problema: simplesmente cumpriram o combinado, dentro dos prazos, mas não dá para citar porque são muitos. Por outro lado, alguns seguem na minha vida de um jeito ou de outro: a Le Chocolat, que certamente estará em toda festa que eu fizer pelo resto da minha vida; a Sweet Dreams Brigadeiros, que adoça a minha vida de vez em quando; a Aline Machado e a Camilla Mello, que me fizeram muito feliz e que eu continuo a acompanhar pela Internet. A Camilla chegou a deixar a filhota bebê em casa para fotografar minha cerimônia!!! Eu nunca vou esquecer isso.





Faria alguma coisa diferente?

Eu trocaria alguns fornecedores, mas não faria diferente. Para mim, naquele dia, foi tudo perfeito.




Que dica você dá para quem vai se casar na CST?

Que sinta o clima e aproveite a mágica. Na véspera do casamento, fui à CST entregar objetos e doces com a minha mãe e minha enteada. Com as luzes semi-apagadas, o espaço praticamente vazio, eu senti uma energia que explica um pouco o clima das festas de lá. A CST tem o mérito de receber qualquer tipo de festa, não tem nada encaixotado. Então, para quem planeja se casar lá, minha dica é aproveitar isso e pensar bem em como é a SUA festa dos sonhos, o que faria seu dia (ou tarde, ou noite) ser perfeito. A Casa combina com casamentos pessoais, "customizados".




Ficha técnica

Cerimônia civil: Cartório do Catete
Local para recepção: Casa de Sta Teresa
Buffet: Mr Gula
Lista de presentes: Icasei e Tok Stok
Buquê da noiva e madrinhas: Helena Noivas
Maquiagem/cabelo: Gustavo Monteiro/Giles

Vestido da noiva: Avec Elegance
Roupa do noivo: Dartigny
Sapato do noivo: All Star
Transporte: Record's Vip
Música: Sound Factory
Fotografia: Aline Machado
Filmagem: Gabriel Correa e Castro
Documentário: Cristiano
Alianças: Carina Joias - modelo personalizado
Carro da noiva:  Fusca de um amigo
Animação: Radikal Kids
Sorvete: Sorvete Itália
Bolo: Dona Geralda
Doces: Louzieh, Dona Graça, Sweet Dreams
Chocolates: Cia Chocolata e Le Chocolat
Bebidas: Vodka Absolut, Vodca Smirnoff, Whisky Johnny Walker Red Label, Espumante    Panizzon
Bem-Casados: Debora Torres
Cerimonial: Sonia Leote
Algodão doce: José Carlos (2772-8871/8689-8164)
Maçãs do amor: José Carlos (2772-8871/8689-8164)
Lua de mel: San Andres e Cartagena
Agência de turismo: Dauro Motta
Designer da papelaria: Rafael Sharuto Lobo
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