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quinta-feira, 31 de março de 2011

Chile - Atrações em Santiago

Todos os posts atualizados da Lua de melO primeiro diaHotéisComidaA Centolla em vídeoComo e onde esquiarVinícolasViña del Mar e ValparaísoComprasRoteiro para 7 dias.


Nem acredito! Sim, hoje vamos terminar os relatos da Lua de mel! Para fechar os posts, vamos falar das outras atrações em Santiago.






Mostramos no primeiro post o Cerro San Cristobal e o Patio Bellavista. Bom, continuando ali por perto, está  La Chascona, outra casa de Pablo Neruda. Aberta de terça a domingo, das 10h às 18h (metrô: Baquedano). Entrada por cerca de US$ 7.


Indo para o Centro, pode-se fazer a pé esse roteirinho: Igreja de São Fransciso -  La Moneda - Plaza de Armas - Catedral -  Museu de Arte Pré Colombiana.


A Igreja de São Francisco fica do outro lado de uma grande avenida, na estação do metrô Universidade do Chile. A Igreja é a construção mais antiga da capital, de 1586 e ao lado existe um Museu de San Francisco. Aos sábados há casamentos na igreja, então, se você gosta de ver noivas, é possível encontrar uma por ali. 






Atravessando a avenida, chega-se ao Palácio do Governo, o La Moneda. Foi ali que o General Pinochet deu o golpe militar em 1973 levando Salvador Allende ao suicídio (segundo recentes pesquisas, há controvérsias). Bem, no outro lado do Palácio, dia sim, dia não, sempre às 10h há a troca de guarda. Também é possível visitar os pátios internos (entrada grátis) e há um Centro Cultural no subsolo. Para ir direto ao Palácio, o metrô é o La Moneda.








Nessas andanças, é legal passar pelo famoso Paseo Ahumada. É um calçadão comercial e um bom local para se fazer o câmbio de dinheiro. Mas lá também estão os famosos cafés com piernas (em que as garçonetes usam microvestidos). Aos domingos há uma feirinha numa rua Paralela.   


Seguindo em frente, chega-se à Plaza de Armas. É um local bastante movimentado. Em um dos dias que passamos por lá havia uma campanha de saúde pública rolando. Ao redor da praça estao construções coloniais como o Correio Central, a Prefeitura, um Museu Histórico Nacional e a Catedral Metropolitana de Santiago, uma construção bem bonita. Também há uma estação de metrô, a Plaza de Armas.







E por último, na praça está o Museu de Arte Pré Colombiana, que tem um acervo considerável dos povos pré-colombianos da América e também múmias egípcias - entrada a 3 mil pesos (US$ 6,00) e grátis aos domingos.


Seguindo-se mais em frente, chega-se ao Mercado Central. Por lá há barracas de frutas e frutos do mar e pode-se comer a famosa Centolla, como contamos aqui. Aberto das 7h às 16h.




Ainda ali pelo Centro está outro Cerro, o Santa Lucia. Lá do alto é possível ver como a cidade está cercada de cerros. 

Perto da Igreja de São Francisco, mas na direção oposta ao La Moneda, chega-se ao Quarteirão Paris-Londres. É ali que está localizado o Zully, o restaurante a que fomos em nossa primeira noite. Realmente é um local muito charmoso, com ruas de paralelepípedo e casas coloniais. É um bom caminho de volta para terminar a noite no Zully.

Em Providência, onde fica o hotel Orly, em que nos hospedamos, há um Parque de Las Esculturas, às margens do Rio Mapocho, entre as pontes Pedro de Valdivia e Nueva de Lyon. Entrada grátis, todos os dias das 10h às 14h e das 15h às 20h.

E com isso, fechamos os posts sobre a Lua de mel no Chile. Esperamos que tenham gostado e que aproveitem. Não esqueçam: se forem pra lá, nos mandem fotos!


Fotos: Arquivo pessoal

sexta-feira, 25 de março de 2011

Chile - vinícolas

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O Chile também é famoso por sua produção de vinhos. E pertinho de Santiago há algumas vinícolas que podem ser visitadas num bate-volta.



Concha y Toro
A mais famosa é a Concha y Toro, que fica no Vale do Maipo. Chegamos a pensar em não ir a ela, pensando que seria turística demais, mas a verdade é que ela tem uma excelente estrutura para receber os turistas. Então vale a pena sim ir até lá. 


Nós fomos em um dia após o almoço. Primeiro, claro, pedimos na recepção do hotel para reservarem a visita. Pode-se fazer isso por telefone (56 24765269) ou site, aqui. A vinícola funciona todos os dias das 10h às 17h.










Pegamos o metro e seguimos até a estação Las Mercedes, que fica já na cidadezinha de Pirque. A viagem dura mais ou menos 1h15m. Saindo da estação pegamos um táxi até a vinícola. É possível também ir de ônibus: nº 71, 73, 83 e 84. 

Existem dois passeios diferentes na Concha y Toro. Um de 50 minutos que começa com a exibição de um vídeo sobre a história do local, segue com um tour pela propriedade, entra no armazém onde estão os barris do vinho e termina com a degustação de dois vinhos. A taça, com a marca Concha y Toro, fica para o cliente. A outra opção dura 1h10 e inclui a degustação de quatro vinhos, mesa de queijos e frutas secas. Os preços eram, em 2010, US$ 14 e US$ 32 por pessoa, respectivamente. 


Ficamos com a primeira opção e lá fomos nós. Assistimos ao vídeo e saimos para nosso tour. A propriedade é lindíssima e os jardins foram construídos segundo o pedido do dono para lembrar os jardins ingleses. Realmente lembra o Saint James Park, em frente ao Palácio de Buckingham. Infelizmente estava chovendo nessa hora, mas ainda assim fomos a uma área de plantação e o guia explicou os diversos estágios do desenvolvimento da vinha.

De lá, voltamos à sede da Vinícola e passeamos por alguns espaços até chegar ao local onde contam a lenda do Casillero del Diablo. Em seguida, provamos este vinho, o mais vendido da Concha y Toro, e outro, o mais caro da vinícola. 


Ainda fomos à lojinha e fizemos umas comprinhas. Um garrafão de 3 litros do Casillero, que além de lindo, serve uma mesa inteira, um objeto para lacrar a garrafa e impedir sua oxidação e outros utensílios do tipo. Uma d
ica importante para o passeio: leve agasalho, pois o local de estocagem dos vinhos é bem frio.


Emiliana

A outra vinícola que visitamos foi a Emiliana. Ela fica no caminho para o litoral e tem uma sede muito charmosa. Aqui não fizemos tour. Demos uma pequena volta para ver as lhamas que pastavam por ali e entramos na sede, onde um vendedor nos mostrou um pouco da produão local. O destaque da Emiliana são os produtos orgânicos e biodinâmicos e seu trabalho é todo sustentável, incluindo as embalagens. Trouxemos vinho e azeite de lá. 

















Outras vinícolas
Outras vinícolas famosas são a Aquitania, El Raco, Haras de Pirque e a Santa Rita, todas no Vale do Maipo, como a Concha y Toro. Já no Valle do Colchaga  estão a Viu Manent e a Montes. E no Vale Casablanca há a William Cole e Casas del Bosque. Estas ficam um pouco mais distantes de Santiago, mas é possível agendar passeios de um dia para ir a uma ou duas vinícolas com empresas como a Sousa's Tour ou a About Chile. 


Serviço

Concha y Toro - http://www.conchaytoro.com/

Aberta todos os dias das 10h às 17h. Tem dois tipos de tour e é preciso agendar com antecedência pelo telefone
(56 24765269) ou site, aqui.
Emiliana - http://www.emiliana.cl/

Não encontramos no site informações sobre a visita. Fomos com a Sousa's Tour.
About Chile - www.chileabout.com

A empresa faz passeios às vinícolas para grupos a partir de 2 pessoas.
Sousa's Tour - www.sousastour.blogspot.com

A empresa faz passeios para as as vinícolas.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Chile - como e onde esquiar

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Obviamente que indo ao Chile no inverno tínhamos que esquiar! Começamos a pesquisar e descobrimos algumas estações perto de Santiago como Valle Nevado, a mais famosa, El Colorado e Farellones. Na alta temporada, entre julho e agosto, só é possível se hospedar na própria estação ficando no mínimo três noites. Além disso, os precinhos sobem bastante. Então, como tínhamos 7 noites apenas para a viagem toda, preferimos ficar na cidade e ir esquiar, voltando a Santiago no mesmo dia, em 2 dias diferentes. Também escolhemos fazer assim porque esquiar é bem cansativo e poderíamos não ir em dias consecutivos. Quem for fora da alta temporada e desejar apenas esquiar, pode optar por ficar na própria estação, pois a estrutura parece ser muito boa.






Iniciando:


Para esquiar você precisa de:


- Ticket da estação que te dá direito a usar o andarrivel (transporte) para te levar até o topo das pistas. Entrar na estação em si, é grátis;


- roupa impermeável: calça e casaco ou macacão, luvas, óculos e gorro. Acredite, tudo é muito útil!


- equipamento: botas, esquis e bastões;


- Transporte para ir até a estação.


É possível comprar um pacote com tudo isso incluso em empresas como a Ski Total, a mais conhecida, ou a própria Sousa's Tour, com quem fomos ao litoral. Ou pode-se comprar tudo separado: o ticket na prória estação, alugar o equipamento lá mesmo ou em uma loja na cidade, usar sua própria roupa.


Acreditamos que no final sai quase o mesmo preço fazendo pacotão ou separado. Em nosso primeiro dia nós fomos até o shopping Omni, que era perto do nosso hotel, de onde saem as vans da maior parte das empresas. Chegamos já tarde lá - umas 8h30 - e quase que ficamos sem esquiar. As vans começam a sair às 7h, então, preparem-se para madrugar. É que normalmente o cliente chega às 7h para dar tempo de escolher roupa e equipamento e carregar tudo na van. Conseguimos uma vaga numa van da Ski Total e deixamos para alugar equipamento e roupa na própria estação, para não perdermos tempo.


Ah sim, normalmente as estações têm lockers, pagos, para você guardar seus pertences.


Visual na subida para a estação



Aulinha
Chegando em El Colorado, compramos também a aula para iniciantes (Programa Aprende a Esquiar). Achamos que nosso teacher não era muito bom, mas de qualquer forma a aulinha é necessária para a gente aprender a andar na neve, se levantar, usar o transporte e outras coisas básicas para não morrer na neve.


Depois da aulinha rapidíssima, fomos tentar esquiar. Sabem a sequência de Help em que os Beatles só caem? Nós! Eu só conseguia andar para a esquerda, se quisesse me virar para a direita, me jogava no chão. Hilário. E cansativo. Depois de uma paradinha para almoço - tem um restaurante e lanchonete na própria estação - tirei até um cochilo. Na parte da tarde começamos a melhorar. E quando finalmente conseguimos deslizar mais um pouquinho, tivemos que ir embora. Lá pelas 17h as vans começam a descer.









El Colorado


Como nunca havíamos esquiado, nos indicaram ir a estação de El Colorado, pois as pistas lá são para iniciantes e não ficaria tão cheio quanto Valle Nevado. Assim fizemos, mas discordamos firmemente dessa posição. A pista em El Colorado realmente é para iniciante. É muito pequena e não achamos que dá para aprender realmente nela. Ela é curta e quando você começa a pegar o jeito, acabou e é preciso subir tudo novamente. Muito cansativo.










Valle Nevado


Em nosso segundo dia de esqui, fomos para Valle Nevado. Reservamos o pacote completo com a Ski Total, com o transporte indo nos buscar no hotel, mas eles simplesmente não apareceram. Havíamos pedido ao hotel para reservar, então não sabemos de quem foi o erro. Mas quando vimos que estavam atrasados demais, ligamos e eles seguraram um lugar para a gente. Então, a dica é confirmar sempre a reserva, pois eles são uma empresa bem grande e um pouco confusa.


Então, dessa vez passamos na Ski Total e pegamos roupa e equipamento lá. Subimos para Valle e fomos direto para a pista. Valle tem muitas, muitas pistas. Mesmo não sabendo esquiar, nos aventuramos. E foi graças a um erro que conseguimos aprender! Pegamos o transporte errado e acabamos subindo para uma pista avançada. Mas o funcionário de lá não nos deixava descer no andarrivel. Então, depois de muito medinho, a saída foi descer como dava. E nisso, conseguimos! Como a pista era muito, muito grande, acabamos pegando o jeito. Depois fomos para pistas médias e conseguimos nos divertir. Quando se aprende, esquiar é divertido e nada cansativo =)




Marido comendo o último bem-casado, bem no dia do nosso quarto aniversário de namoro



A estrutura de Valle é bem maior que a de El Colorado. Mais pistas, mais restaurantes, lanchonetes. Comemos numa lanchonete lá no meio das montanhas. Uma delícia. E a estação é mais bonita. Indicaríamos ir direto lá e não a El Colorado. Uma vantagem de El Colorado, no entanto, é ser mais barato que Valle. O pacote de aulinha lá, com equipamento e roupa, além do ticket saía em 2010 por quase o mesmo preço que apenas o ticket de Valle. 





Outras estações
Para quem tiver mais tempo, o Chile conta com outras estações como Farellones, bem próximo das duas mencionadas e onde é possível fazer skibunda. Já Portillo, que tem uma paisagem linda, é mais distante de Santiago e, por isso, um bate-volta no mesmo dia fica bastante cansativo.



Serviço


El Colorado - http://www.elcolorado.cl/
No site é possível consultar os valores do bilhete para a estação. Em 2010 o valor do programa Aprende a Esquiar (equipamento + roupa + ticket + aula) era de 31 mil pesos (cerca de 100 reais).


Valle Nevado - http://www.vallenevado.com/es/
No site é possível consultar os valores dos tickets da estação e de hospedagem no local.
Em 2010, o valor do ticket para um dia era 33 mil pesos (cerca de 115 reais).


Farellones - www.farellones.cl/
A estação é queridinha dos brasileiros porque lá é possível fazer skibunda


Ski Total - http://www.skitotal.cl/
A empresa faz pacotes com tudo incluso ou ou fornece só transporte, ticket, equipamento ou roupa separados.
Em 2010 os valores eram:
Pacote: 86 mil pesos (cerca de 300 reais), com busca no hotel 
Somente transporte: 10 mil pesos (35 reais) para El Colorado e 12 mil (40 reais) para Valle
Equipamento e roupa completos: 18 mil pesos (cerca de 62 reais)


Sousa´s tour - http://sousastour.blogspot.com/
  

Fotos: Arquivo pessoal

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Lua de mel - Chile!

Clique aqui para ler este post atualizado.
Desde janeiro de 2012 todos os posts de viagem estão no Viaje Sim.







Vamos começar os relatos? Bom, como queremos contar tudo mostrando as fotos, vamos começar pela lua de mel. Nós só viajamos na segunda-feira de madrugada. E mesmo assim foi uma correria. Viemos do hotel já quase às 22h. Detalhe: pegamos um táxi em que o motorista mantém 101 bonecos de cachorros Dálmatas! Daqueles cachorrinhos que balançam a cabeça, sabem? E cada um tem uma coleira com um nome diferente =)


Vamos contar hoje sobre o primeiro dia. Esse dia não foi nada romântico até as 22h, quando chegamos ao Zuly, por isso vamos deixar ele aqui separado. Os próximos posts serão divididos por assunto: comida, hotel, transporte, ski. Está bem assim?


Bom, chegamos no nosso prédio cheio de coisas nas mãos, balões (sim, trouxemos dois!) e quando abrimos a porta do apartamento vimos o caos! Tudo espalhado pela sala: caixas de sobras do casamento, presentes etc. A noiva (esposa, né, mas vamos continuar assim por enquanto) começou a abrir tudo, doida para saber o que tínhamos ganhado. E começamos a desfazer a mala do hotel e fechar as malas da viagem. A madrinha Marina passou para pegar salgadinhos que tinham sobrado, nos emprestar a câmera dela e nos dar um abraço. Além disso, fomos lendo os cartões, conversando e quando vimos já eram 2h da manhã. Dormimos até 3h30 e às 4h rumamos para o aeroporto. Lá encontramos a Dani e o Gustavo, amigos nossos, que também estavam indo pro Chile. Foi ótimo: fofocamos muito sobre o casamento. Ainda bem que eles só fizeram comentários bons. Estávamos tão felizes!


O primeiro vôo foi horrível. Um frio! Escala em São Paulo, correndo, porque o vôo saindo do Rio tinha atrasado. E aí o segundo vôo foi ótimo, em aeronave grande. Tinham nos colocado em lugares separados (oi?), mas conseguimos trocar e ainda ficamos na janela, o que é perfeito porque pode-se ver as Cordilheiras quando a gente chega a Santiago.


Imigração tranquilíssima, dividimos o táxi com Dani e Gustavo para irmos ao hotel. Eles ficaram no Centro e nós em Providência. Achamos a cidade muito limpa, com bonito paisagismo e mega bem urbanizada. Não lembro quanto tempo levou de táxi, mas é perto. Mais ou menos como do Galeão a Botafogo. Entramos no hotel e fomos atendidos prontamente. Um charme o hotel Orly (que eles pronunciam Órrrrly). Em cima de um café, o Caffeto, super aconchegante. E o quarto? Amamos!


Assim que chegamos, o que acontece? Ouvimos um barulho lá fora. Uma passeata? Sim, de artistas de rua. Olha, um em perna de pau. Estão pedindo dinheiro. Vamos dar? Assistam aí:


video


Bom, depois fomos ver o banheiro. Que maravilha! Quarto vistoriado, partimos para a rua. Comemos na esquina do Orly mesmo. Aliás, o Orly fica na Rua Pedro de Valdívia esquina com Avenida Providência. Tem melhor localização não, viu? O metrô é na esquina e as duas ruas têm milhares de restaurantes, bares, farmácias, mercado e até um shopping. Fica a uma quadra também do restaurante Giratório, em que fomos no último dia.




Comemos no SchopDog, uma espécie de Bobs chileno. Queríamos ver como eram os lanches locais. Comemos italiano, um cachorro-quente com molho a la vinagrete (esse molho vem em tudo por lá) e hamburguer (de carne de churrasco, humm, delicinha) com palta. A palta nada mais é que abacate. Sim, eles comem isso com tudo salgado também. E ficam ofendidos se você pedir para tirar ou se disser que come abacate com açúcar e leite. Nos chamaram de doidos. Tava tudo super gostoso. E como explicaremos depois, preço na média de um lache siples. De lá, primeiro passeio.










Pegamos o metrô e fomos ao Cerro San Cristobal. É um morro mesmo, com vista de toda a cidade e uma Santa lá em cima. Para subir você pode ir de funicular. Fomos. Lá em cima encontramos quem? Dani e Gustavo! Aproveitamos para tirar fotos dos casais, senão fica sempre ou um ou outro ou os dois e um braço né? Vimos tudo por lá, um pôr do sol lindo, compramos umas lembrancinhas e descemos. 










Na rua abaixo fica o Pátio Bellavista, um local cheio de bares e restaurantes e ao longo de toda a rua também tem muitas boates e botecos. Em plena segunda-feira estava tudo lotado.




Rômulo e Gustavo queriam provar a cerveja local, a Escudo. Rômulo ensaiou entrar em um pé sujo horrível, mas o Gustavo nos salvou. Aí fomos para um boteco mesmo. Os dois tomaram a cerveja, servida em temperatura ambiente, uns 11 graus. E a noiva provou o famoso Pisco Sour, a caipirinha local. Mega forte! Mas uma delícia. Comemos empanadas e nos despedimos do casal, afinal estava na hora de ficarmos a sós e de começar o romantismo, né não?








Então, no próximo post viremos falar de nossa noite mágica no Zully e muito mais. 
Hasta la vista!
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