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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Lua de mel no Nordeste - Recife (PE)

 


Gente, como é bom pagar dívidas! Depois de terminar de postar os relatos, hoje estamos terminando de postar sobre a viagem ao Nordeste. E o assunto é: Recife!


Nos hospedamos em Recife por quatro dias. Nesse tempo curtimos a cidade e fazíamos passeios durante o dia para localidades perto como Porto de Galinhas, Carneiros e Calhetas. Na praia mesmo não fomos em Recife.




Onde ficar


Ficamos no bairro de Boa Viagem, onde estão a maioria dos hotéis. Escolhemos o hotel LG Inn pois conseguimos um preço promocional pela internet. Por isso, valeu a pena. A localização é excelente, mesmo. Você fica perto de tudo. Mas o quarto é simples e o serviço confuso, então pelo preço cheio talvez haja melhores opções. 




Atrações Recife


Recife tem bastante coisa para ver. Tiramos um dia para conhecermos o centro da cidade e os pontos turísticos principais. Nosso padrinho já conhecia a cidade e foi nosso guia.


Fomos ao Marco Zero, local em que a cidade teve início. A praça é bem gostosa, fica ao lado do Rio e do outro lado há algumas esculturas de Brennand. Alguns barqueiros oferecem o serviço de travessia.Também tinha uma estátua do Barão do Rio Branco por lá - assim como em Maceió -  e, claro, tiramos fotos.













Ainda no Centro fomos à Rua Bom Jesus - antiga Rua dos Judeus - conferir a tradicional arquitetura da cidade com os sobrados coloridos e a Embaixada dos Bonecos Gigantes de Olinda. 


  










Também fomos à Praça da República, onde vimos o Teatro Santa Isabel e a igreja da ordem Terceira de São Francisco de Paula.











Depois, Casa da Cultura. Que lugar incrível! Fica numa antiga penitenciária e tem realmente muitas opções de artesanato, cerca de 150 lojinhas que funcionam nas antigas celas. Compramos guardanapos com renda renascença e caminhos de mesa de renda filé.







E o nosso lugar preferido na cidade: o mercado São José! Fizemos a festa lá comprando castanhas de caju, bolo de rolo, manteiga de garrafa e outras delícias locais. Também há muitas opções de artesanato lá.


E parece que nos empolgamos tanto que esquecemos das fotos. Não temos uma foto sequer do Mercado =(



Atrações Olinda

Olinda fica a 15 minutos do Centro de Recife e a cerca de meia-hora de Boa Viagem. Mas convém consultar o caminho antes de sair, verificar se as vias mais comuns estão abertas. Ficamos rodando por cerca de uma hora, pois o GPS só indicava o caminho tradicional e ele estava em obras.

Tiramos uma tarde para a cidade e andamos pelas ladeiras coloridas, na Rua do Amparo e fomos ao Alto da Sé, parando antes em uma galeria. A vista do convento é linda.
  










Infelizmente a cidade nos deixou um trauma culinário. Iamos almoçar no Beijupirá, mas a maior parte do grupo decidiu que queria conhecer o indicadíssimo Casa de Novca. Esse restaurante é famoso por servir macaxeira (aipim) cozido com carne de sol e queijo coalho. As pessoas elogiam muito o sabor e o preço, bem popular. E realmente todos do grupo adoraram a comida, sobrou muito, pois o prato é imenso, e foi hiper barato. O único inconveniente é que só servem esse prato no local. Não tem nenhuma outra opção. E não nos avisaram disso. Então, depois de já estarmos sentados, por volta de 16h da tarde descobrimos isso. E a Jackie não come nem carne de sol, nem aipim cozido, nem queijo coalho. Bom, todo mundo almoçou e ela teve que se contentar com uma coca-cola.


Noite



Com nosso padrinho de casamento no Anjo Solto

Adoramos os bares e restaurantes em Recife. Fiquei apaixonada pela Galeria Joana D´Arc, que tem vários bares moderninhos. Fomos duas noite comer e beber algo por lá. Primeiro fomos à creperia Anjo Solto, que tem um cardápio super variado. O que foi aquele crepe doce, meu Deus! Gente, sente só: massa tradicional com chocolate meio amargo e ao leite, servido com pêra ao vinho, amêndoas, sorvete de creme e redução de calda. Nossa, só de lembrar estou salivando! 


Na segunda noite fomos à pizzaria Dopo Le Sei, pois no dia anterior eu fiquei de olho no cardápio criativo deles. E foi uma ótima pedida, pois estava tudo delicioso. Além de tradicionais bruschetas, pedimos uma tábua de queijo brie ao forno com açúcar mascavo, coberto com lascas de amêndoas, geléia de damasco, biscoitos e frutas frescas. Divino!












Queridos, esperemos que tenham gostado das dicas do Nordeste e que os posts sejam úteis!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Lua de mel no Nordeste - Porto de Galinhas (PE)

Gente, estamos quase terminando a série sobre o Nordeste. Hoje falaremos sobre Porto de Galinhas, bem rapidinho, e no próximo sobre Recife. Então vamos lá. 






Em um dos dias fomos a Porto de Galinhas, que dista cerca de 60 Km de Recife. O centrinho da cidade é uma graça, com muitas lojas e a praia bastante confortável, pois os restaurantes são bem pertinho mesmo dela. Fomos à praia de Maracaípe, mas como não chegamos cedo e a maré estava alta, não fizemos o passeio de balsa. Ficamos pouco por lá, mas deu para curtir a cidadezinha e tirar fotos com as tradicionais Galinhas. almoçamos nesse restaurante aí,  PlimPorto. Assim como em todos os restaurantes do nordeste, o peixe era uma delícia.


Para quem curte resorts, um dos mais famosos fica em Porto de Galinhas, o Nanai, na praia de Muro Alto. 


Foto: Arquivo pessoal.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Lua de mel no Nordeste - Calhetas e banho de argila (PE)

Fomos a Cabo de Snto Agostinho duas vezes, a partir de Recife, onde nos hospedamos como base. É que o lugar merece. É muito, muito lindo. Fica a apenas 41 km de Recife, mas a viagem dura um pouquinho mais porque a saída d acapital pernambucana está sempre congestionada (incrível!). 

Bom, Cabo tem várias atrações. Fomos a Gaibu primeiro. A praia tem uma faixa de areia curta e é bem movimentada. É por lá que ficam os resorts all inclusive como o Vila Galé Eco Resort, mas estes possuem faixas privativas da praia. Não sei se é porque estava muito, muito cheio, mas não curti muito Gaibu. Fomos então para Calhetas. Olhem a vista que tivemos ainda no carro, a caminho desse paraíso:



A chegada à praia de Calhetas já é linda. Ela fica numa enseada e tem o mar mais azul que as outras praias que visitamos no Nordeste. O caminho é de terra, bem ruim, e por isso é comum ver muitos bugres na estrada. Mas vale a pena. A chegada é por cima. Ao estacionar você desce por uma escadinha de pedra até chegar à pequena praia, dividida em duas partes por uma parede de pedras naturais. 






O mar em Calhetas não é calmo como nas outras praias que tínhamos ido. É bem fundo, mas não chega a ser selvagem. No morro de pedra encostado à praia há um bar com restaurante e que também oferece um chuveiro - pago, com moedas de R$ 1. Há ainda uma lan house e uma tirolesa pros mais corajosos. 












Marido tomando o banho de R$ 1

Ficamos encantadíssimos mesmo com Calhetas. O visual é lindo, por ser pequena, a praia é bastante tranquila e reservada. 


Ainda em Cabo de Santo Agostinho fomos a Itapuama tomar banho de argila! Foi uma aventura, pois não havia sinalização para lá e rodamos muito até encontrar o local. E muito, é muito mesmo, gente! Muito bom relembrar esses momentos, rimos muito no carro e tentando fazer o 3G funcionar para nos localizar.

Dizem que a argila desse mangue é medicinal e como nunca tínhamos ido a nenhum lugar assim, aproveitamos a oportunidade, né? Estávamos perto, então lá fomos nós. A entrada no local é paga (R$ 4) e te instruem a mergulhar aí nesse lago, pegar a argila do fundo e se besuntar toda. Depois tem que esperar secar e ir esfregando para tirar a laminha, fazendo uma esfoliação. Por último, um banho na bica e pronto, pele renovada! Ah, lá também tem uma lojinha que vende sabonetes artesanais e a própria argila em pó.

Não sentimos nenhuma diferença na pele, mas nossas fotos de monstrinhos do Lago Ness valeram o passeio =)





Fotos: Arquivo pessoal

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Lua de mel no Nordeste - Carneiros (PE)



O primeiro lugar que visitamos em Pernambuco foi a Praia de Carneiros, que fica pertinho da cidade de Tamandaré. Fomos nos encontrar lá com um grupo de amigos que já estava hospedado em Recife, uma hora e meia mais ao norte e onde ficaríamos nos próximos dias. 






Nosso grupo nos esperava no bar Bora BoraO acesso à Praia de Carneiros pode ser feito por lá, pelo outro bar (Beijupirá) ou por mar (em jagadas que saem de Porto de Galinhas). O Bora Bora tem ótima estrutura, inclusive parquinho  para crianças, banheiros e lounges com redes. Na entrada é cobrada uma taxa de consumação mínima de R$ 50 por carro. A comida do bar é boa, embora os petiscos sejam caros, pois as porções são pequenas. O melhor é apostar mesmo no peixe frito.

A Praia de Carneiros se parece com as praias de Alagoas, com mar calmo. Ali, há o encontro de um rio, o Formoso, com o mar, há recifes que formam uma piscina natural e há uma famosa igrejinha de São Benedito (recentemente ela foi cenário do comercial da Canon, que você assiste aqui). 









Tínhamos lido no Freires sobre o caos urbano que é a cidade de Tamandaré, onde fica a praia de Carneiros, mas como chegamos à praia de primeira, sem errar o caminho, achamos que fosse exagero. Ledo engano. Na saída ficamos dando voltas, perdidos, por muuuito, muito tempo, mesmo após pedir informações (quando aparecia alguém na rua) por muitas vezes e chegamos a atolar na estrada de areia. Como o principal bar da praia, o Bora Bora, fecha às 16h (abre às 9h), também fecharam o desvio das obras a essa hora. Então, se você for por agora, saia da praia antes das 16h. A esperança é que Carneiros está em obras e ganhará uma estrada nova. A Praia é linda e merece um acesso mais fácil.

Ah, sim, dá pra se hospedar em Carneiros. Não fomos conhecer a parte interna, mas por fora o hotel Pontal dos Carneiros, que tem vários bungalows, parece super charmoso. 

Próxima parada: Recife



Fotos: Arquivo pessoal

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Lua de mel no Nordeste - Maragogi (AL)

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Maragogi fica a 130 km de Recife e a 144 km de Maceió. O importante antes de ir à cidade é consultar a tábua das marés. A grande atração local são as piscinas naturais que se formam nos recifes, mas para poder aproveitá-las é preciso que a maré esteja baixa. Então, procure um dia com a maré mais perto de 0.2 possível. Fomos em um dia de 0.3 e já estava no limite com muitas áreas com água no pescoço. O horário de saída do passeio varia conforme a maré. No dia em que fomos saiu às 8h, no dia seguinte sairia às 8h30. Se tiver dúvidas, ligue pra uma pousada ou restaurante local que eles te informam.
Para achar alguém para levá-los às piscinas é fácil. Caminhando na orla fomos abordados várias vezes. Nós fizemos o passeio com o atencioso Wellington (82 8842-3880 / 8832-7458 - wj.turismo@hotmail.com). Ele foi indicado pela pousada e acabamos o conhecendo num restaurante. O serviço dele foi muito bom. Marcou conosco na pousada e nos encontrou lá de moto. A lancha foi pelo mar e embarcamos em frente mesmo ao hotel. Na  volta Wellington estava lá para saber se tudo havia corrido bem.
Fomos de lancha e achamos que deve ser mesmo a melhor opção. É que cada barco tem um tempo limite para permanecer nas piscinas (pelo menos é assim na principal piscina, chamada de Galés; há outras piscinas em Maragogi) e normalmente o pessoal de cada embarcação fica no mesmo local. Nos catamarãs vão 60 pessoas e então fica mais cheio perto de onde eles desembarcam. Na lancha vão apenas 8 passageiros (no nosso dia foram 6) então fica mais vazio na área das lanchas. É claro que você pode nadar para todos os lados, mas como a noiva não nada bem ficamos mais concentrados na “nossa” piscina.
A nossa lancha já incluía no preço a máscara e o snorkel, além de bebidas (água e refrigerante). Pagamos um adicional a um fotógrafo para fazer umas fotos aquáticas. Ele entregou as fotos em cd na pousada depois do passeio, incluindo nossas imagens e algumas de paisagens locais. Como não tínhamos equipamento fotográfico aquático, decidimos comprar e valeu a pena.













A lancha permaneceu por 1h30m no local. Uma embarcação com um fiscal controla a permanência dos barcos nas piscinas. Na volta, desembarcamos em frente à pousada novamente.
Nos hospedamos na orla de Maragogi. É uma orla bem legal, com muita opção de restaurantes com comida gostosa e barata em comparação às praias de Pernambuco. Ficamos na pousada Olho D’água. Nessa mesma rua havia outras opções e na entrada da cidade havia um hotel grande, o Praia Dourada (a diária estava R$ 270 no dia em que fomos). Para quem procura comodidade e pode investir um pouco mais, Maragogi conta com dois resorts, o Salinas e o Maragogi Praia. As diárias são bem altas. O guia Quatro Rodas indica algumas pousadas em Jarapatinga, que fica ao lado de Maragogi. Optamos pela orla porque o passeio sairia dali bem cedo, então poderíamos dormir mais um pouquinho. Adoramos a pousada e pagamos barato (R$ 99, com café). O quarto era confortável, com cama Box com colchão de mola, ar-condicionado silencioso, TV de plasma pequena e um frigobar. Tinha um edredon disponível (nos hotéis de lugares quentes nem sempre tem, né?) e tudo estava muito limpo. 



Almoçamos/jantamos em um restaurante/bar da orla, o Lua Cheia, um peixe com molho de tomate, legumes e pirão muito gostoso e barato. Era pra 3 pessoas e custou R$ 32. À noite comemos uma pizza na pizzaria Regina, que tem mais de 50 sabores. Estava também beeem gostosa e custou, a média, R$ 21. Para acompanhar, claro, sempre jarras de suco de frutas (pra noiva, né, o marido adoura uma cervejinha). Delícia!




Próxima parada: Praia de Carneiros, em Pernambuco
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