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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Paraty (com cachorro) I

Deixei um post programado para hoje lá no novo Viaje Sim! sobre a primeira parte da viagem à Paraty, com o Maquinho. Clica aqui para ler. 




Foto: Arquivo pessoal

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Nosso roteiro em Paris - 11 dias

Como contei aqui, achei as anotações que o Rômulo feitas durante a viagem à Paris, em 2009. Não tinha anotações de todos os 11 dias que ficamos na cidade, faltavam os últimos 3, mas olhando as fotos, acho que consegui lembrar de tudo. Então, finalmente, aqui abaixo está o nosso roteiro.


Para ver algumas fotos da viagem, clique aqui. E aqui um post sobre a organização da viagem, com hotéis, resumo dos museus, onde comer etc.




Quantos dias: Ficamos 11 dias, dez noite, chegando no dia 1 bem cedo e saindo no fim da tarde do dia 11. Foi um tempo perfeito para andar bastante à pé, namorar bastante cada local, indo muitas vezes nos nossos cantos preferidos.


Dia 1 - segunda-feira



Chegamos ao hotel, no bairro de Saint Germain, de trem, pois desembarcarmos na estação Gare du Nord, vindo de Londres no Eurostar. Deixamos as malas, comemos um crepe (ai, os crepes parisienses!) e fomos para a Praça Saint Michel, bem pertinho. Lá pegamos o tour guiado a pé gratuito (falamos desse programa de tours aqui). E andamos muito! Tivemos uma linda primeira impressão de Paris. O tour começou às 15h e terminou às 18h e nos apresentou pontos importantes e deu uma ótima introdução à lógica da cidade.

Esse foi o roteiro percorrido com o guia, um universitário francês: Notre Dame de Paris; O Quartier Latin; Ile-de-la-Cité; Pont Neuf; Louvre; Palais Royal; As renovações feitas por Haussmann; A Torre Eiffel; Jardins de Tuileries; Les Invalides; Academia Francesa; Opéra Garnier; Musée d’Orsay; Pont Alexandre III; A tumba de Napoleão; Assembleia Nacional; Champs-Élysées; Arc de Triomphe; Grand e Petit Palais; Place de la Concorde.

Depois de tudo, continuamos andando. Paris foi feita para andar, com certeza. Sozinhos, pegamos um caminho reto e passamos pela famosa avenida Champs-Elysees com mais calma e compramos macarrons na Ladurée. Também fomos olhar o Arco do Triunfo, por enquanto só por fora. De lá, metrô até a estação Trocadero, na colina de Chaillot, para ver a Torre Eiffel de seu melhor ângulo.

De lá, de novo em um caminho reto - os parisienses amam retas! - atravessamos os jardins do Trocadero, passamos debaixo da Torre Eiffel, atravessamos o Champs de Mars, o Parc du Champs de Mars, andamos até a Ecole Militaire e o Museé des Invalides.

Pegamos o metrô para casa e compramos mais crepes. Fomos comer no hotel, com vinho, exaustos e felizes. Da nossa janela via-se a luz da torre.


Dia 2 - terça-feira
Só acordamos às 11h30. Que delícia! Mas aí perdemos o café do hotel. Então fomos ao mercado. Adoramos ir aos mercados locais. Normalmente só olhamos para ver o que se come, como se come (pacotes grandes, enormes? muitos congelados? pacotes individuais? produtos frescos?). Mas em Paris, como iríamos ficar alguns dias, compramos alguns pães, queijos, patê e vinho. Vinho bom por 3 euros (suspiros).

Voltamos ao hotel e lavamos roupa. Comemos no hotel nosso "picnic" do mercado. E então fomos até o Rio Sena. Fizemos o passeio de barco, que deixa que você desembarque em alguns pontos e pegue o próximo barco. Nós fizemos o passeio completo, com saída perto da Torre. Magnífico.

De lá, seguimos para as Galerias Laffayete em busca do anel de noivado. Depois de sermos super bem atendidos na Tiffany's, pegamos o metro e fomos jantar no "melhor crepe de 
Paris": Rue Mouffetard. Na volta, a pé, demos uma olhada na igreja de Saint Etienne e no Pantheón.


Dia 3 - quarta-feira
Acordamos "cedo" para não perder o café de novo (às 9h). Depois do café, rumamos para o Louvre, a pé, atravessando as pontes lindas de Paris. Fizemos todos os andares do setor Denon, o subsolo e o ground do Sully e uma parte do ground do Richelieu. Almoçamos lá no Louvre mesmo.

Saímos no fim da tarde. Voltamos à pé, passamos pela primeira vez pela Ilê de la Cité, contornamos toda a Notre Dame iluminada e o jardim que há atrás dela. Paramos em uma lojinha já na margem em Saint Michel e  compramos chapéus. Jantamos comida grega, numa espécie de fast-food, em Saint German.




Dia 4 - quinta-feira


Seguimos o esquema de acordar às 9h e tomar café no hotel. E mais uma vez andamos a pé. Fomos até o Grand-Palais - que estava fechado para visitação - depois fomos ao Petit Palais, que fica em frente, passamos pela Place de la Concorde, andamos no Jardin des Tuileries. De lá, metrô até o Jardim de Luxemburgo, Palácio de Luxemburgo, Fonte de Médicis. Comemos algo no jardim, comprado em uma padaria.


Outro metrô e fomos visitar o interior de Notre Dame e depois encarar os muitíssimos degraus para subir até seu topo. A vista é linda, conhecemos as gárgulas que o Romulo tanto queria.


Outro metrô e fomos para o Palais D'Orsay, que é conhecido como o museu dos impressionistas e fica aberto até tarde às quintas. Gostei muito de ir aos museus à noite, é mais vazio. Me apaixonei pelas bailarinas de Degas. Só saímos de lá quando o museu fechou.


Jantamos em uma pizzaria.




Dia 5 - sexta-feira


Acordamos mais cedo dessa vez para pegar o metrô e depois trem para Versailles. Visitamos todo o palácio principal pela manhã. Compramos sanduíches na lojinha local e almoçamos nas escadarias do jardim. À tarde passeamos pelos jardins e pelos domínios de Marie Antoinette.


De volta a Paris, fomos ao Louvre - que fica aberto à noite às quartas e sextas, até as 22h - para terminar de ver as alas que faltavam. 


Jantar: crepe! 




Dia 6 - sábado


Voltamos a acordar tarde, como gostamos e como o clima romântico e confortável de Paris incentivava.  A pé, rumamos para o Pantheón. Depois, tour de igrejas: Saint Germain-des- Prés, Saint Sulpice e Medalha Milagrosa. É interessante comparar os estilos. Almoçamos num shopping ao lado do santuário da medalha milagrosa. Quer dizer, compramos lá e estávamos passeando e comendo num banco na rua quando caiu uma chuva e ficamos nos escondendo numa cabine telefônica. Mas alguém sempre queria usar o telefone! Foi divertido =)


Em seguida enfrentamos a chuva e chegamos ao Museu de Invalides onde está o túmulo de Napoleão e que também abriga o Museu de la Armée - com as melhores  exposições de história das guerras ever. Fomos expulsos de lá às 17h e anotei que preciso voltar a Paris pra ver com calma esse museu.


Também nos barraram no Museu Rodin. Então, seguimos pro Arco do Triunfo e subimos até seu topo. Depois, metrô e seguimos para Forum Les Halles onde avistamos a Bolsa do Comércio, a igreja de Saint Eustaque por fora, uma loja chamada Leda (nome da minha mãe) e seguimos para jantar no Au pied du couchon: um ótimo jantar tipicamente francês.




Dia 7 - domingo


Começamos o dia pela Ilê de la cité: criptas de Notre Dame, depois Igreja de St Chapelle e ConciergerieDaí, fomos ao Trocadero e ao Chaillot para ver e tirar fotos da Torre Eiffel de dia. Não subimos ainda. Decidimos ir ao Museu Rodin. É comovente e tem jardins muito agradáveis.


De lá, voltamos para Saint Germain e entramos no Musée du Moyen Age-Cluny onde havia uma exposição sobre o Asterix. Depois, seguimos para o bairro de Marais,  novamente para o Les Halles onde demos uma espiada no interior da St Eustaque e sua magnitude por fora, além da "praça" no seu entorno. Fomos ao Centre George Pompidou e de lá avistamos algo luminoso que para nós seria a Ópera Garnier.


Fomos à Ópera, mas não entramos e não era ela a fonte das luzes estranhas. Voltamos ao Quartier Latin para jantar em uma Patisserie. Depois demos uma passada na Shakespeare & Company onde compramos um exemplar em inglês e com bordas douradas do Robinson Crusoé.




Dia 8 - segunda-feira


Acordamos tarde. Fomos à Torre Eiffel e finalmente subimos, até o topo. Depois fomos à Ópera Garnier, linda, inspiração para o Fantasma da Ópera que havíamos assistido em Londres. Em seguida, famintos avançamos para a praça e visitamos a igreja La Madeleine e depois entramos na Fouchon... só para ficar babando. Tudo mega caro e decidimos almoçar numa patisserie/boulangerie. Rõmulo comeu um hot-dog com gosto de lasanha (?) e eu um Croque Monsieur. Fizemos compras numa Zara ali perto e pegamos o anel de noivado da Jackie na Tiffany's das Galerias Laffayete. Fomos pro hotel e saímos para jantar um autêntico fondue, espetacular, num restaurante suíco em Saint Germain.




Dia 9 - terça-feira


Acordamos cedo e fomos de metrô até Montmartre para visitar a Basília Sacré-Couer du Paris. Depois, passeamos pelo bairro e fomos até a Place du Tertre, onde fizemos caricaturas com um artista local. Também compramos souvernirs aqui, tem muitas lojinhas. Fomos descendo as ladeiras até passar pelo cemitério Pére-Lachaise. Andamos mais ainda e chegamos ao Moulin Rouge.


De lá, metrô até a Praça da Bastilha e andamos até a Place de Vosges. Nesse caminho almoçamos num bistrô lindinho e compramos um sapato de couro lindo pro Rômulo. Visitamos a casa de Victor Hugo.




Dia 10 - quarta-feira


Nos programamos para acordar cedo e pegar o trem para a região do Vale do Loire, mas, perdemos a hora. Então, decidimos ficar pela cidade e ir ao nosso lugares preferidos. Café da manhã no Jardim de Luxemburgo, passeio pela Ile de la Cité, entrando na Notre Dame, andando toda a Rue du Rivoli (tanta coisa interessante!), parando no Louvre. Lá, decidimos que voltaríamos ali à noite. Seguimos até o fim da Champs-Elysée, fomos ao Chaillot e jantamos em um barco no Rio Sena. De lá, voltamos ao Louvre, onde aconteceu o pedido de casamento =)   




Dia 11 - quinta-feira


Acordamos de ressaquinha depois do champagne da véspera e ficamos apenas rodando por Saint-Germain pela manhã. Olhando os cafés, o movimento na Sorbonne. Depois andamos até a Champs-Elysee e compramos macarrons para trazer de presente  pros nossos pais. Voltamos ao Pátio do Louvre novamente. Almoçamos algo rápido e pegamos um táxi em direção ao aeroporto. Adieu, Paris!

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Guias de viagem

Eu adoro ler blogs e sites sobre viagem, mas também gosto de ler guias antes de uma viagem. De uns tempos pra cá andei comprando uns sobre destinos para os quais não viajarei tão cedo, só pra testar o guia em si (#aloka). Na verdade eu comecei a comprar guias de autores e formatos diferentes, para experimentar e ver qual funciona melhor para mim. Então listei alguns guias que já usei ou li aqui para dar uma idéia pra vocês e espero que vocês contribuam com dicas e opiniões nos comments para eu enriquecer minha biblioteca de guias, ok?


Guias Visual da Folha, grande


Eu amo os guias visuais! Amo justamente porque são ilustrados hehehe. Acho que é o guia ideal para um primeiro contato com um destino. Você consegue ter uma boa idéia das atrações do local e começar a pensar que cidade ou atrações incluir em um roteiro. Esse guia está disponível para vários países - eu tenho o do Peru - e também tem por regiões e um da Europa inteira.


Acho bacana que ele traz páginas especiais sobre as principais atrações, destacando detalhes da história, é uma viagem em si ler esse guia. Também traz opções de hospedagem e restaurantes e os contatos, assim como dicas de transporte. Ajuda no planejamento. Só é ruim para levar pra viagem porque é grande e pesado.










Guia visual da Folha, de bolso


Esse é meu queridinho! É um guia pequenininho, normalmente por cidade. Ele é ótimo para se levar na viagem, perfeito mesmo. Já usei o de Londres e o de Paris. Segue o mesmo esquema do guia grande, mas é separado por bairro ou região e traz um mapa super útil para se usar durante a viagem. Acho prático sair com ele durante os passeios porque você fica com as infos de horários e endereços à mão. Sendo por região facilita quando você está à toa em uma rua e quer saber o que tem por perto, por exemplo. Adoro! E é bem baratinho também, cerca de R$ 20 (já comprei um por R$ 17).







Guia do Viajante Independente


Ganhei a edição sobre a Europa desse guia. Achei ótimo para o planejamento inicial de um roteiro assim, por continente, porque você fica tendo idéia das cidades por país que possam te interessar. O problema é que faltam imagens e tem muuuita informação, é um calhamaço enorme, já que inclui muitos países, então não serve para levar na viagem. Mas é ótimo para ter em casa como referência. Tem um sobre a América do Sul também. Ah sim, e tem indicações para economizar e fazer viagens no estilo mochilão.


(Esse está emprestado, então não tirei foto)


Lonely Planet (para Kindle)


Eu tenho a assinatura da revista, que adoro porque procura sempre trazer um novo olhar sobre cada destino, foge bem do basicão que você encontra nos guias. Para experimentar o guia eu comprei a versão para Kindle sobre o Peru. E adorei. Acho que até agora é o que mais me tem ajudado no planejamento da próxima viagem. Tem todos os destinos que procurei, com infos práticas e as distâncias entre cidades tanto em km quanto em horas, idéia de preços, tempo de duração dos passeios etc. Ele é organizado por sugestão de roteiro e por região. Sugere um roteiro, uma duração para ele e aí vai falando de cada local. Gostei muito. Ah, pena só que é em inglês, ainda não tem a versão em português para o Kindle. Mas tem impresso de alguns países em português já,


E falando em Kindle, estou achando perfeito ter o guia nele. É muito prático para achar uma info e estou pensando como será ótimo poder levar vários guias para a viagem sem carregar peso.


Rough Guide 


Baixei o Rough Guide, que é bem famoso, sobre a Bolívia pro Kindle, mas ainda não li. Depois faço um update.


Guia Espiral, da Folha


Comprei o guia do Egito para conhecer esse formato. Como era da Folha, achei que ia gostar do conteúdo. E gostei. Tem bastante foto, é bem organizado, tem sugestões de roteiros por tempo, mapas etc. Curti muito o formato, um intermediário entre o grande e o de bolso, mas bem prático para ler por conta da espiral. Tá aprovado.









Para ter uma idéia dos tamanhos dos 3:





Fotos: arquivo pessoal
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