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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Não desperdice comida

Estou utilizando um novo método de organização do tempo e cuidados com a casa e uma coisa que tenho tentado fazer é cozinhar mais e comida mais saudável (vou postar sobre o método depois). Mas, desde sempre, uma coisa que acho imensamente triste e inadmissível é jogar comida fora. Mas, se você não organiza o cardápio de casa, não checa o que tem na geladeira antes de fazer compras, ou seja, se você não é organizada, isso acaba acontecendo.

Pra evitar desperdícios, eu procuro uma vez por semana fazer o "menu degustação". Marido já sabe quando eu anuncio isso: lá vem um monte de pratinhos feitos com o que tinha na geladeira. 

Na sexta-feira eu percebi que tinha várias coisas abertas e então anunciei o menu degustação. Vejam só o que eu achei de usável na geladeira:





Um restinho de macarrão parafuso; um pote de atum aberto; um tomate começando a ficar maduro demais; restinho de batata assada com alecrim; dois pedaços de linguiças alemãs diferentes; meio pote de cream cheese.





Juntei um restinho de orégano de saquinho + sazón de legumes + tomilho da minha horta + ovos e parti pro trabalho.




Coloquei o copo de macarrão para cozinhar. Depois, temperei com o sazón, coloquei o tomate bem picadinho, o atum, orégano e tomilho pra enfeitar. E virou isso, servido no copo, assim mesmo: 






Com as linguiças fiz uma omelete com a receita infalível da Julia Child (misture dois ovos em temperatura ambiente + uma colher de água + sal e pimenta; coloque manteiga em uma frigideira beeem quente; jogue a mistura na frigideira e faça movimentos circulares).






E a batatinha levou uma cama de cream cheese e mais alecrim e foi gratinar:








E o jantar ficou assim:



Então, dê uma olhadinha na sua geladeira agora! Veja o que está estragado e jogue fora. Cheque os prazos de validade e o que estiver no prazo procure usar hoje. Melhor comer um menu misturado assim do que estragar comida, não acha?

E se você tiver muita coisa estocada e perceber que não conseguirá comer tudo antes dos prazos de validade, doe logo. Mate a fome de alguém, não deixe comida ir pro lixo. 

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Aula no Atelier Gourmet: fiz e indico

Há cerca de um mês comprei no Peixe Urbano uma promoção para aula na Casa Atelier Gourmet. Na promoção a aula que normalmente custa R$ 100 saía a R$ 39. Comprei, entrei no site, vi a agenda com temas e horários, escolhi uma, liguei e marquei. Tudo bem simples e prático. Infelizmente a aula que eu escolhi não teve alunos suficientes e me ligaram para avisar. Escolhi outro tema, desta vez, risotos. E esperei o dia da aula.


Na quarta-feira passada finalmente fui ao Atelier, que fica na Lagoa, ter minha noite culinária. O ambiente é super agradável, uma cozinha grande e fofa, super equipada e a turma tem cerca de dez alunos. A chef Laura é uma simpatia só, calma, responde a tudo, adorável! E a aula é super boa pra quem esta no nível super mega básico, básico ou no intermediário. 






Na minha aula ecolhida, de risotos, aprendemos a fazer a base que serve para desenvolver um risoto com qualquer recheio e também aprendemos a finalizar com três recheios - limão siciliano, funghi e brie com damasco. Além disso, a Laura nos ensinou a fazer pangritata, uma espécie de farofinha à base de pão que serve para ser usada no risoto, em salada, peixes etc.


O mais legal é que vários toques que a chef nos dá não servem apenas para o risoto, mas pra qualquer prato que cozinhemos. Um exemplo: ela nos ensinou que só se deve colocar sal após colocar o queijo no risoto, pois o queijo já contém sal e aí você vai saber como ficará sua receita final. Parece óbvio, mas para quem não tem experiência culinária, é o detalhe que nos leva a perder um prato, deixá-lo salgado demais etc. Enfim, são muitas dicas passadas nas duas horas de aula. 


Eu amei, amei, amei a aula. Eu tinha implicância com risoto, achava que era um arroz duro, por isso decidi ir a uma aula ver como era o verdadeiro risoto. E aí minha má impressão sumiu! Adorei os pratos finais e fiquei sabendo que o ideal é servir o risoto imediatamente após  terminá-lo. Descobri então que já comi muito risoto fora do ponto por aí. (risos) Ah, a aula vale tamb ém como um jantar porque eu, por exemplo, comi três mini-porções de risoto.


Bom, como amei a aula, vim indicar pra vocês e dizer para aproveitarem logo uma super promoção: o Atelier Gourmet vai manter o preço promocional, de R$ 39, para as aulas durante um tempo. Não sei dizer por quanto tempo a promoção estará em vigor, então o negocio é entrar no site aqui, escolher uma aula e ligar pra lá pra garantir sua vaga.


Foto: Site Atelier Gourmet 

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Pra quem gosta de cerveja: BeerJack

Há algumas semanas fizemos uma deliciosa e agradável descoberta aqui pertinho de casa: o bar BeerJack. O engraçado é que um amigo nosso já havia nos dito que aqui em Botafogo existia esse bar, especializado em cervejas, muito bacana e tal e ficou de nos passar o nome certinho e o endereço. Até hoje não mandou (risos), mas voltando pra casa um dia vimos o casarão com movimento e fomos perguntar o que era lá. E pronto: tínhamos descoberto o BeerJack, um bar com mais de 200 rótulos de cerveja disponível e um atendimento super especial que nos cativou.











O BeerJack fica instalado em um casarão de dois andares e nas salas onde ficam as mesas os clientes podem ir até as prateleiras e escolher uma cerveja. Todas que estão expostas ali estão disponíveis já geladas, ou podem ser geladas rapidamente. É bem bacana essa forma de cardápio. Em vez de um papel com a lista, o cliente pode ele mesmo pegar, olhar, ver o rótulo, o preço (que fica na garrafa) e escolher sua bebida.


E o atendimento especial vai além disso. Todos os funcionários da casa são entendidíssimo de cervejas, conhecem muuuuito mesmo e  fazem sugestões acertadas com base no gosto do freguês. Mas não são aquele tipo de entendido que se acha. De jeito algum! São supersimáticos e acessíveis, dá pra ver que gostam mesmo do assunto, de conversar, trocar idéias. 


E para completar a cozinha deles é ótima! Pedimos uma porção mista de bolinhos de queijo brie com damasco e de feijoada e olhem, o bolinho de feijoada ganhou nossa posição número um no ranking de bolinhos de feijoada do mundo! (risos) O sanduíche que pedi também estava sensacional de delicioso e há também sopinhas e tábuas disponíveis. 


Então, com ambiente, atendimento, comida e bebida excelentes, naõ tem como não indicar o BeerJack. Claro, como as cervejas são especiais, importadas, diferentes e tal, não são vendidas a preço de cerveja comum. A média do preço da garrafa das cervejas que o Romulo bebeu nesse dia ficou em uns R$ 27. Então não é o lugar pra ir "encher a cara", mas sim pra degustar boas bebidas. E falando nisso, a casa organiza degustações e outras festas. Confiram no site: http://www.beerjack.com.br/

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Chile: a centolla em vídeo

Todos os posts atualizados da Lua de melO primeiro diaHotéisComidaA Centolla em vídeoComo e onde esquiarVinícolasViña del Mar e ValparaísoComprasRoteiro para 7 dias.


Mexendo nas fotos e vídeos de viagem de lua de mel encontrei esse vídeo da gente comendo a famosa centolla em Santiago. A centolla é um caranguejo gigante que só é encontrado no Chile e na Patagônia. A gente normalmente nem come caranguejo, mas já tínhamos ouvido falar tanto dessa iguaria que não estávamos ansiosos para prová-la.


Comemos a centolla no Mercado Central. Olhamos os restaurantes no térreo, nos desviamos dos garçons que quase nos agarram pelos corredores e fomos em um no segundo andar.  Esqueci de anotar o nome, mas olhando o vídeo, acho que é algo como Richard. Lembro que não foi no mais famoso, e por isso mais caro, o Donde Augusto.





Aí no vídeo gravamos como a centolla é servida. Assim que fizemos o pedido eles nos deram uns babadores beeem discretos, na cor laranja (risos). O garçon abre a centolla na própria mesa, serve a gente e vai ensinando a comer o bichinho, com alho no azeite fervente. Hummm, delícia! Adoramos a Centolla! O gosto dela não é forte. Ao contrário, é bem suave, então, nos agradou. Acompanham o prato arroz, legumes, fritas, salada, pães, manteiga e molho. Uma centolla serviu muito bem a nós dois e ainda sobrou. 


Ah, gente, não reparem no meu descabelamento, a gente tinha andado na chuva a manhã toda (risos). E essa música de fundo era de um cantor que entrou no restaurante e começou a tocar, em troca de dinheiro. 


Vídeo: arquivo pessoal

terça-feira, 26 de julho de 2011

Ovo no pão

Eu a-m-o ovo. Ovo mexido, frito, cozido, poché, de todo jeito. E com pão então? Preciso de mais nada. E isso desde criança. Daí que a nova mania aqui em casa (depois da temporada em que rolava panqueca de nutella everyday) é o pão no ovo, literalmente. Faço pro café da manhã, lanche da tarde, entrada pro almoço ou jantar.


Eu vi essa idéia em algum lugar na internet, mas já não tenho mais idéia de onde. É a coisa mais simples do mundo, gente, mas dá um efeitinho fofo. Tirei fotos numa vez que fiz de entrada pro jantar semana passada.






Pra fazer precisa só de pão, ovo, um cortador no formato em que você quiser, manteiga e temperinhos. Primeiro passe manteiga no pão e coloque também na frigideira, para não agarrar. Faça o corte, no meu caso de coração.





Frite o pão de um lado. Depois vire e jogue o ovo no corte.




Coloque os temperos - eu coloquei dessa vez sal, pimenta do reino e queijo provolone. E aí é só esperar! Coloque o fogo baixo para não queimar o fundo enquanto cozinha o ovo por cima. E tá pronto! Bon apetit!




PS1: Tirei a foto no celular, com aplicativo Retro camera, para o qual a Ju chamou a atenção e eu lembrei que quase nunca uso. 


PS2: E não esqueça: se você gostou do post, clica aí embaixo no "+1" para ele ser encontrado mais fácil nas pesquisas no google. E não deixe de compartilhá-lo pelo Twitter, FB etc com os botões abaixo.


Fotos: Arquivo Pessoal

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Na cozinha

Vocês se lembram que eu elogiei o prato de entrada do Restô, ao qual fomos durante a Restaurant Week? Então, outro dia eu fiz uma wanna be entrada aqui em casa e como ficou bom, vou postar para vocês.


O prato em questão foi o "Ouef Meurette (Ovo pochê servido sobre espelho de vinho tinto, com cubinhos de bacon e cogumelos cardoncello à provençal, salpicado com croutons)". E assim ficou minha "imitação".




Pra começar, o ovo pochê. Eu amo ovo pochê, mas nunca evah jamais eu conseguiria fazer um do modo tradicional, jogando o ovo na água. Aliás, o filme Julia e Julie começa assim né, com a Julie aprendendo a lição 1 do livro da Julia: o ovo pochê. Pois eu falhei na lição 1, mas ó, meus problemas acabaram.






É que eu encontrei numa dessas lojinhas de coisas de casa, um potinho para fazer ovo pochê no microondas. Eu já tinha aqui em casa um desses para fazer omelete, e eu super uso muuuuito ele, mas para ovo pochê não rolava porque ele era grande e o ovo esparramava. Com esse novo pote o ovo fica redondinho, uma beleza. É só colocar o ovo lá, furar a gema para ela não explodir e colocar por uns 50 segundos no microondas. Voilá! Depois eu tempero com sal e pimenta. Como vocês podem ver na foto acima, a gema acabou vazando, quando eu tirei do potinho para a cumbuca. Eu deixei só uns 40 segundos, então, recomendo 50 para ficar mais durinho.


Já quanto ao espelho de vinho tinto, a solução foi bem tabajara. É que eu não consegui descobrir o que era o tal espelho, como era feito, qual o tipo de vinho etc. Cheguei a consultar os tuiteiros, mas ninguém sabia. Então, fiz assim: coloquei um pouco de vinho tinto (Carbenet Sauvignon que era o que tinha aberto aqui) numa panela, com um pouco de água e caldo de carne (aquela cremosa, não o de tablete), pimenta e deixei ferver um pouco. Depois, engrossei com um tiquinho de maizena. Ficou delicinha. 






Coloquei o meu espelho numa cumbuquinha, o ovo por cima e os meus wanna be croutons, que eram na verdade umas torradinhas trituradas. Já estavam abertas, para que desperdiar né? Garanto que ficou bom! 


E para prato principal nesse dia tivemos sopa de ervilha - que é um prato mais que habitué aqui em casa - mas dessa vez no pão italiano. Fiz a sopa normal, com linguicinha, cortei um buraquinho no pão, botei a sopa lá (e descobri que devia tê-la feito mais fininha, porque o pão chupa a sopa e ela fica, portanto, mais grossa) e para completar ralei um pouco de queijo parmesão na hora. Marido mais que aprovou.









E essas foram minhas últimas aventuras na cozinha. Tenho passado pouco por lá, mas no momento em que faço esse post estou para começar meu primeiro peixe! Se prestar, eu conto.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Churros

Eu a-m-o churros. Muito. Lá em Leopoldina, onde nasci e cresci, não tinha barraquinha de churros o ano todo não. Só dava para comer nas festas da cidade, que não eram muitas. Então eu esperava ansiosa essas datas e enchia a cara de churros. Quando me mudei pro Rio fiquei chocada com as carrocinhas em  qualquer esquina, todo dia.

Comentei essa história lá no Twitter e a Carolina me disse que havia feito em casa. Eu pedi a receita a ela que, super gentil, me mandou em seguida e eu estava esperando fazê-los para postar aqui. Mas como estou sem tempo até pra fazer um miojo (drama queen mode on), vou postar logo porque assim vocês podem aproveitar a receita e fazer em casa churros mais saudáveis (vamos combinar que os da rua são bem gordurosos e alguns, bem suspeitos, né?).

E ó, a Carol deu uma idéia bem bacana: um rodízio de churros! Na casa dela, além de churros de doce de leite, ela faz com nutella (aijizuis) e geléia de morango.



Receita
1 e 1/2 xícara (chá) de água
2 colheres (sobremesa) de manteiga
2 colheres (sobremesa) de açúcar
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
Uma pitadinhaa de sal

Coloque a água na panela e vá dissolvendo a manteiga, o açúcar e a pitada de sal. Depois é só juntar a farinha e mexer sem parar em fogo baixo. Parece que vai empelotar quando junta a farinha, mas é assim mesmo. É só continuar misturando até formar uma massa que desgruda do fundo da panela. A massa chega no ponto quando desgrudar da mão com facilidade.


Para fritar

Coloque a massa em um saco de confeiteiro, desses simples mesmo, e faça os churros do tamanho que quiser. A Carol fez pequenos e não muito grossos, do tamanho da metade de um churros de rua e mais fininho. Aí é só fritar em óleo bem quente.


Depois de fritos passe os churros na canela com açúcar e corte ao meio para rechear com doce de leite.

Foto: Mundo das dicas

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Restaurante: Casa da Suíça

Na semana passada completamos 8 meses de casados. E o marido me fez surpresa! Achei tão fofo. Durante o dia ele não me disse nada sobre sair. Eu tive aula até umas 20h e ele foi me buscar sem avisar. Rolou até um desencontro, mas ele levou na boa e nos reencontramos para seguir para um lugar "surpresa".


O local era a Casa da Suíça, que fica na Glória (Cândido Mendes, 157) no prédio do Consulado da Suiça. O especial sobre esse restaurante para nós é que ele era uma das três opções da comemoração do nosso primeiro mês de namoro. E acabamos nunca indo a ele. Então, o Rô decidiu que estava na hora de fechar essa lista.



O prédio do restaurante é lindo e imponente. Todo em madeira escura e bem tradicional. O ambiente é bastante escuro, com um pequeno abajur em cada mesa. Por conta disso, as fotos tiradas com celular não ficaram muito boas. Mas nessa foto cima, tirada do site do restaurante, dá para ter uma idéia. O local tem um um salão enorme, dividido por um meio biombo com plantas em cima, além de um jardim de interno.

Pedimos duas fondues, a especialidade da casa. Uma de queijo e outra de carne. A de queijo é uma delícia, com sabor muito apurado. E bastante farto. A de carne não estava excepcionalmente gostosa, estava gostosa apenas. É servida com alguns molhinhos, todos gostosos também. E para acompanhar pedimos uma batata rostie, essa sim, deliciosa.





Infelizmente não pudemos beber - eu por conta de remédios, o Rômulo por estar dirigindo - então não provamos os vinhos ou drinques. De sobremesa pedimos profiterolis, servido com muita, muita calda quente de chocolate. Bem gostoso também.


Há, sim, o menu tem muitas opções além da fondue. Lemos que o steak tartare de lá é delicioso e queremos voltar pra provar. E para quem curte, a casa tem scargots também. Outro charme do local fica por conta da preparação da comida, dependendo do prato, na mesa dos clientes mesmo.


Do que mais gostei foi mesmo do clima, romanticíssimo. O atendimento é muitíssimo atencioso. A trilha instrumental é bem à moda antiga. Tudo contribui para uma noite inesquecível.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Feijoadas (brasileira e alemã) em Santa Teresa

Todo mundo sabe que somos apaixonados por Santa Teresa, né? É um dos nossos bairros preferidos pros almoços de sábado, por exemplo.  A Jackie sempre frequentou o local com as amigas, especialmente para comer moqueca no Sobrenatural e depois passou esse hábito pro Rômulo. Mas como  mocinho não curte moqueca, fomos adaptando o cardápio.




No ano passado comemos feijoada, brasileiríssima, no Jasmim Manga, que fica no Largo dos Guimarães. Como adoramos, aproveitamos e compramos vários cupons na promoção do prato no Peixe Urbano, no finzinho de 2010 e usamos até agora há pouco. Valeu muito a pena. O prato custa cerca de R$ 40 normalmente e saiu por R$ 19 na promoção. E serve duas pessoas.

A feijoada do Jasmim Manga é deliciosa e farta. Quando pedimos courvert (que vem quentiiiinho) então, aí é que sobra muito, apesar de sermos bons de garfo. Eles servem a feijoada em uma caçarola e os pratos prontos com arroz, couve, farofa e laranja. As carnes são macias e limpinhas, não são aquelas gordurosas, sabem? Então, adoramos. Para quem curte, o local tem muitas caipirinhas com frutas brasileiras. 


O restaurante está sempre cheio, especialmente aos sábados. E nossa única ressalva quanto ao Jasmim Manga é o serviço. Eles são educados e simpáticos, mas temos sempre a impressão de que não há funcionários suficientes porque os pedidos demoram, é difícil chamar o garçon etc.


Bom, na última vez que fomos a Santa Teresa a fila no Jasmim Manga estava enorme e como já era tarde, decidimos não encarar. E aí, olhando os restaurantes ali do Largo decidimos ir à Adega do Pimenta. E como a idéia era comer feijoada, pedimos uma feijoada alemã!


  
Adoramos! O prato é feito com feijão branco, salsichas alemãs (vem uma de cada tipo) e kassler (carne de porco salgada e defumada). O único acompanhamento é o arroz. A feijoada estava muito saborosa, temperada na medida certa e é bem mais leve que a brasileira. É bom porque dá para comer muito no meio da tarde e não se sentir pesado depois. 




Na Adega do Pimenta, que tem uma decoração cheia de itens que remetem à Alemanha, há outros pratos dessa culinária e o joelho de porco é a especialidade de casa. Provamos o croquete de carne, que estava muito gostoso, sequinho. Eles oferecem um molho à base de iogurte com curry para acompanhar o prato que é muito gostoso.









Para beber, há muitas opções de chopes. O Rômulo provou o chope bicolor e gostou. A única ressalva à Adega é que a Feijoada veio já morna. Podiam ter dado uma esquentada maior no prato. Na mesa ao lado um casal fez a mesma observação. De resto, adoramos a feijoada alemã e o restaurante. 

Adega do Pimenta
: http://www.adegadopimenta.com.br/


Jasmim Manga
: http://www.jasmimmanga.com/


Fotos: Do site do Jasmim Manga e arquivo pessoal, tirada com celular


segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Lua de Mel no Chile: comida

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Uma das coisas que mais amamos no Chile foi a parte gastronômica. A cidade tem restaurantes incríveis e em comparação com o Brasil, é mais barato comer bem por lá. Isso porque na comparação de preços em restaurantes simples ou redes de fast food, o Chile é mais caro. Já comparando-se os jantares em casas com chefs, o Brasil fica na dianteira no preço mais alto. Por isso, aproveitamos que era uma ocasião única em nossas vidas e fomos jantar em bons restaurantes todas as noites.


Ah, sim, o Chile é "O" lugar para se comer peixes e frutos do mar. Mas, o detalhe é que Rômulo e eu só comemos peixe e nada de camarão, lagosta, lula etc. Mas mesmo asism provamos algumas coisinhas. Esse aviso é só para saber que normalmente vamos procurar no cardápio fugir dos frutos do mar. E ao fim de uma semana no Chile, não estávamos mais conseguindo (risos). Em uma semana devo ter comido cordeiro umas 3 vezes! E para quem não conhece a gente, sempre escolhemos dois pratos diferentes, assim provamos mais coisas e ficamos conhecendo pratos diferentes.


Zully


Concha y Toro 34 - Estação de metrô República
Aberto para almoço e jantar de segunda a sexta e jantar aos sábados. Reserve.


Em nossa primeira noite fomos parar no Zully. Tínhamos separado as informações sobre ele me nosso roteiro, mas acabamos chegando lá meio sem querer. Embora tenham nos recomendado (muito) ser necessário fazer reserva para lá, demos sorte, talvez por ser segunda-feira, e encontramos o lugar vazio.


O restaurante é lindo. Na entrada, velas e pétalas na escada. Instalado em um casarão, cada cômodo do lugar tem uma decoração diferente. Escolhemos uma das salas e pedimos um couvert. Mas um grupo com crianças bem barulhento se instalou na mesa ao lado e, então, pedimos transferência para a sala amarela. E lá curtimos um jantar delicioso, com vinho chileno, claro.




Escolhemos o carpaccio de pato, com alface e macarrão de arroz e nacos de atum com molho de camarão. Os pratos principais foram Avestruz com risoto de parmesão e molho doce e o Peito de pato com massa de maçã e alface. Entre os pratos nos ofereceram sorvete ácido para limpar o paladar. E depois de tudo isso não conseguimos nem mesmo pedir sobremesa. Ah, sim, nesse jantar escolhemos um viño pinot noir. 








Essa pracinha fica em frente ao Zully. Quando saímos o chafariz já estava fechado, mas é uma graça, não?


Giratório


Avenida 11 de Septiembre, 2250 - Providencia
Aberto para  almoço, chá da tarde e jantar
Estação de metrô Los Leones
















No Giratório há poucas opções de pratos que não sejam à base de frutos do mar. Mas conseguimos escollher pratos gostosos. Pedimos dois carpaccios de bezerro com alcaparras, palmito, pimentão e suco de lima. Acho que foi um dos carpacios mais bem temperados que já provamos. Pratos principais: Garrón de Cordeiro com arroz silvestre e Filé ao molho madeira com batata recheada de queijo e camarão. E de sobremesa, a recomendadíssima Torta de Leite chilena. Nós também recomendamos, viu?


Adoramos o viño que o o maitre nos indicou no Giratorio, um essamblaje (mistura) de carmenére, carbenet sauvignon e syrah. 


Ah, sim, sobre o "giro". Sim, o reaturante gira e enquanto estávamos lá andou bastante. Mas não dá pra enjoar não. É imperceptível e uma das distrações era ficar testando se realmente estava girando (risos).


Pub Vicious


Passeo Orrego Luco, 43-A (Fica na Avenida Providencia quase na Pedro de Valdívia)


Em uma galeria ao lado do hotel Orly comemos O MELHOR japonês de nossas vidas. Imaginem um hot filadelphia, mas envolto em salmão cozido. Gente, é de comer rezando. O nome do lugar é Pub Vicious e fica na Avenida Providencia. Chegamos lá por acaso. Em um dos dias em que fomos esquiar, voltamos exaustos e desistimos de sair para jantar em outro bairro, então entramos nessa galeria para comer algo simples e acabamos descobrindo esse pedacinho de céu comestível.




Como água para chocolate


Constitución 88, Bellavista - Estação de metrô Baquedano (um pouquinho longe)










O Como Água para Chocolate é um dos restaurantes mais famosos de Santiago, conhecido por servir comida afrodisíaca. Pelo site e em matérias sempre mencionam as mesas "cama" do local. Fomos jantar lá em uma noite, sem reserva também. Esperamos um bom tempo no bar, o suficiente para provar alguns drinques do local. Não me recordo exatamente quais eram, mas um deles era à base de rosas.


As mesas-cama são apenas duas e obviamente são ocupadas por grupos maiores. Então se você vai em lua de mel, dificilmente você e seu marido conseguirão ficar numa dessas mesas. O ambiente é muito gostoso e na nossa opinião agradou mais que a cozinha em si.  Conseguimos uma mesa no segundo andar. Havia música ao vivo e em certo momento tocaram Roberto Carlos (risos). Nossos pratos principais não agradaram tanto, mas as sobremesas sim. 

Não lembro o que pedimos de entrada, mesmo olhando muito pra foto - alguma coisa com queijo. Sinal de que não marcou, né? Jackie escolheu uma corvina al fuego - corvina flambada com risoto da casa, de arroz selvagem. O Romulo ficou com um Congrio almendrado gratina sobre creme de espinafre. E o que mais gostamos foi mesmo o Amor entre blancos y negros - brownie de chocolate negro e branco, mousse de queijo filadelphia com toques de amêndoa e frutas vermelhas. 











Jackie escolheu uma corvina al fuego - corvina flambada com risoto da casa, de arroz selvagem. O Romulo ficou com um Congrio almendrado gratina sobre creme de espinafre. E o que mais gostamos foi mesmo o Amor entre blancos y negros - brownie de chocolate negro e branco, mousse de queijo filadelphia com toques de amêndoa e frutas vermelhas. 


Mercado Central


San Pablo 967 - Estação metrô Plaza de Armas (anda-se um pouquinho)
Diariamente, de 7h às 16h 


Fomos passear pela manhã no Mercado Central em busca da famosa Centolla, o caranguejo gigante que só é encontrado no Chile e na Patagônia. Não comemos caranguejo normalmente, mas tínhamos que provar algo tão típico, não? Olhamos os restaurantes no térreo, nos desviamos dos garços que quase agarram você e fomos em um no segundo andar (esqueci de anotar o nome, mas não foi no mais famoso, e mais caro por isso, o Donde Augusto).


Para comer a Centolla, eles nos dão uns babadores e fazem todo um ritual para serví-la. O garçon a abre na própria mesa e vai ensinando como comer o bichinho, que vem acompanhado de arroz, legumes, fritas e salada, pães, manteiga e molho. 












Adoramos a Centolla1 o gosto dela não é forte. Ao contrário, é bem suave, então, nos agradou. Ela é servida com um azeite fervente com alho e fica bem gostosa assim. Uma centolla serviu muito bem a nós dois e ainda sobrou. 


Adra


Sobre o Adra, o restaurante do hotel Ritz, já escrevemos no post sobre os hotéis, aqui.


Pomainino


Viña del Mar


No dia em que visitamos Valparaíso e Vinã del Mar almoçamos nesta última, em um restaurante beeeem turístico. Fomos levados ao Pomainino pelo nosso motorista e foi de longe o pior custo benefício. Não que a comida fosse rum. Pelo contrário, estava muito gostosa, mas saiu bem cara comparando-se com os reatuarantes de chef de Santiago.


O local era bem estilisado para parecer chileno de raiz. Jackie pediu uma sopa de frango para esquentar, pois estava congelante lá fora. E o Rômulo comeu um típico contra-filé de pobre. Achamos esse nome engraçado, mas os pratos "pobre" são vendidos em várias lanchonetes e quer dizer que ele vem servido com  ovos fritos e fritas. O contra-filé estava derretendo na boca, parecia filé mignon. 




Lanches






No térreo do nosso hotel, o Orly, havia um Cafeto, um bistrô charmosíssimo. Comemos lá em uma noite, uma tábua de queijos, pães e frutas secas, acompanhado de vinho para mim e cerveja para o noivo. Aliás, Rômulo provou uns 6 tipos de cerveja em Santiago. Imagina se um dia ele for à Alemanha!


E na parte de lanches rápidos, a cidade tem muitas opções. Comemos uma vez no Castaño, que parece ser uma rede bastante presente em Santiago. Eles têm promoções com empanadas. 


Outra rede bastante presente e com bons preços é o Burguer King. E eles têm promoções para quem possui o cartão do metrô, no estilo pague 1 e leve 2.


No primeiro dia em Santiago comemos na rede Shopdog um ótimo sanduíche de churrasco chamado italiano, conforme contamos aqui.


Fotos: Arquivo pessoal
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