Não sei se falei por aqui, mas em dezembro foi aniversário da minha mãe, que mora em outra cidade, e nós fomos lá fazer uma surpresa para ela. E para cantar o "parabéns" eu encomendei um bolo com a Danee.
Eu sou viciada em bolos e já estava aguando vendo as fotos de bolos lindos que a Danee faz. Aí quando vi esse modelo com uma Nossa Senhora de topinho (que a Babi criou para a mãe dela) falei logo com a Danee que ia querer um igual para minha mamys.
A Danee trouxe o bolo pessoalmente aqui em casa, junto com o maridão dela, e assim finalmente nos conhecemos depois de anos de amizade virtual - acompanho o blog da Danee desde 2009. Eu adorei a visita, mas eles devem ter saído daqui traumatizados com o furacão Maquiavel =)
O bolo fez o maior sucesso na casa da mamãe, claro, porque além de fofo estava uma delícia. Do jeito que eu gosto: com muuuuito recheio. Ai, ai só eu lembrar já estou com água na boca. Vou procurar ver logo qual é o próximo aniversário da família para encomendar um novo bolo com a Danee.
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terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Os bolos da Danee
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segunda-feira, 22 de agosto de 2011
O bolo, um ano depois
Lembram daqueta tradição de congelar um pedaço do bolo do casamento para comer no dia em que se completa um ano de casados? Pois então, nós congelamos um pedaço de nosso bolo. E eu estava muito ansiosa para comer logo o bichinho porque eu sou louca por bolo e o nosso estava uma delícia no dia do casório. Pois bem, como íamos viajar nas bodas, tirei o bolinho do congelador, em uma quentinha, e levei na mochila na viagem. Aí ele descongelou e nós fomos comê-lo logo nos primeiros minutos do dia 7, para não arriscar que ele estragasse.
E não estragou! Estava bom ainda. Digo, não estava estragado. Mas bom estava não. Ai que decepção! O glacê, a parte de açúcar e os recheios (de chocolate e doce de leite) estavam ótimos. Mas a massa estava muito, muito, muito seca. Bem ruizinha. O resultado foi que comemos as primeiras colheradas bem empolgados e depois deu aquele desânimo.
Taí, nessa hora, com metade do bolo comido, ninguém queria mais (risos).
Mas cumprimos a tradição! E agora vou encomendar um outro bolo à minha boleira para matar as saudades do sabor do bolo do casamento (risos).
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Sobre bolos, canecas e bolo de caneca
Post da esposa
Este post é sobre bolos, canecas e bolo de caneca. Pra começar, preciso dizer que sou totalmente viciada em bolos. Sempre curti, mas desde que marcamos o casamento virou uma coisa meio desejo de grávida. Era só alguém falar a palavra bolo e pronto: eu ficava morrendo de vontade de comer. E como bem ao lado da nossa casa tem uma lanchonete que vende fatias de bolo, o desejo sempre foi fácil de ser saciado. E eu não tenho preconceitos, não. Bolo de laranja, abacaxi, fubá, com cobertura, com glacê (amo!), com recheio, de padaria, Pulman, Ana Maria. De todo jeito eu gosto.
Uma outra paixão, dessa vez compartilhada com marido é por canecas. Como adoro um café (de preferência com leite) sempre usei muito. E o marido pegou minha mania. Aqui em casa temos aos montes. Aos montes mesmo porque não temos coragem de jogá-las fora. Há muitos anos minha mãe nos presenteou com um par da Natura. Elas já quebraram as asas, já estão todas trincadas, mas continuam conosco. A gente se apega, sabe? Elas são laranja e azul.
Depois de tê-las visto nesse estado acabadinho, nossos tios queridos nos deram um par de canecas do Pequeno Príncipe, da Tok Stok. Iso já deve ter uns 2 anos. E hoje uma delas trincou. Ai que triste! Mas, claro, elas continuam conosco mesmo assim. Além dessas em par, temos várias de empresas, ganhadas em eventos e uma outra preferida que compramos em Londres, com a frase "Mind the gap" estampada várias vezes.
Nesse Natal ganhamos uma nova caneca no amigo-oculto rouba-rouba da família do Ro. Ela é vermelha e com tampa. Ideal pra sair de casa tomando o cafezinho da manhã. já virou paixão!
Então, depois de conhecerem nossas duas paixões, vocês podem imaginar o amor arrebatador que foi o bolo de caneca, que descobrimosano passado em 2009? Eu fiquei louca! Afinal, até mesmo quando meu desejo de comer bolo atacava de madrugada eu conseguia saciá-lo. Vocês conhecem o bolo de caneca, né? Ele é feito na caneca (dã), no microondas. É super rápido e fácil. E fica gostoso! A receita é simples. E em vez de colocá-la aqui por escrito, aproveito pra apresentar a caneca fofa criada pela Carinhas Personalizadas, que traz a receita estampada. Super prática!
Ah, uma dica minha. Pra completar eu costumo fazer uma cobertura com três colheres de leite condensado e chocolate em pó por 30 segundos no microondas. Fica uma delícia!
E daí que obviamente outro dia eu estava pensando em como o bolo de caneca poderia fazer parte do casamento ou dos eventos pré-casório. E pensei que seria bem legal uma torre de bolos de caneca em um Chá de Panela, né? Imaginem só, então, canecas personalizadas! As convidadas poderiam comer o bolinho e levar sua caneca pra casa. Eu, como convidada, iria amar!
No site da Constance, a Mi encontrou e me mostrou uma versão dos bolinhos em xícaras. Eles imitavam xícaras de chocolate quente. Ficaram chiquérrimos, né?
Então, se alguém fizer os bolinhs de caneca num chá ou outro eventinho me convida manda fotos, ok?
Gostou do post? Aqui no blog temos vários posts culinários, com receitas e dicas. Confira.
Fotos: Três primeiras, google omagens; Quarta da Carinhas Personalizadas; Quinta retirada do site Constance Zahn (By Érica Dollinger (tel.: 11-3714-6713)
Este post é sobre bolos, canecas e bolo de caneca. Pra começar, preciso dizer que sou totalmente viciada em bolos. Sempre curti, mas desde que marcamos o casamento virou uma coisa meio desejo de grávida. Era só alguém falar a palavra bolo e pronto: eu ficava morrendo de vontade de comer. E como bem ao lado da nossa casa tem uma lanchonete que vende fatias de bolo, o desejo sempre foi fácil de ser saciado. E eu não tenho preconceitos, não. Bolo de laranja, abacaxi, fubá, com cobertura, com glacê (amo!), com recheio, de padaria, Pulman, Ana Maria. De todo jeito eu gosto.
Uma outra paixão, dessa vez compartilhada com marido é por canecas. Como adoro um café (de preferência com leite) sempre usei muito. E o marido pegou minha mania. Aqui em casa temos aos montes. Aos montes mesmo porque não temos coragem de jogá-las fora. Há muitos anos minha mãe nos presenteou com um par da Natura. Elas já quebraram as asas, já estão todas trincadas, mas continuam conosco. A gente se apega, sabe? Elas são laranja e azul.
Depois de tê-las visto nesse estado acabadinho, nossos tios queridos nos deram um par de canecas do Pequeno Príncipe, da Tok Stok. Iso já deve ter uns 2 anos. E hoje uma delas trincou. Ai que triste! Mas, claro, elas continuam conosco mesmo assim. Além dessas em par, temos várias de empresas, ganhadas em eventos e uma outra preferida que compramos em Londres, com a frase "Mind the gap" estampada várias vezes.
Nesse Natal ganhamos uma nova caneca no amigo-oculto rouba-rouba da família do Ro. Ela é vermelha e com tampa. Ideal pra sair de casa tomando o cafezinho da manhã. já virou paixão!
Então, depois de conhecerem nossas duas paixões, vocês podem imaginar o amor arrebatador que foi o bolo de caneca, que descobrimos
Ah, uma dica minha. Pra completar eu costumo fazer uma cobertura com três colheres de leite condensado e chocolate em pó por 30 segundos no microondas. Fica uma delícia!
E daí que obviamente outro dia eu estava pensando em como o bolo de caneca poderia fazer parte do casamento ou dos eventos pré-casório. E pensei que seria bem legal uma torre de bolos de caneca em um Chá de Panela, né? Imaginem só, então, canecas personalizadas! As convidadas poderiam comer o bolinho e levar sua caneca pra casa. Eu, como convidada, iria amar!
No site da Constance, a Mi encontrou e me mostrou uma versão dos bolinhos em xícaras. Eles imitavam xícaras de chocolate quente. Ficaram chiquérrimos, né?
Então, se alguém fizer os bolinhs de caneca num chá ou outro eventinho
Gostou do post? Aqui no blog temos vários posts culinários, com receitas e dicas. Confira.
Fotos: Três primeiras, google omagens; Quarta da Carinhas Personalizadas; Quinta retirada do site Constance Zahn (By Érica Dollinger (tel.: 11-3714-6713)
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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Noiva de Santa Teresa: Tamara
O casamento da Tamara e do Marcelo aconteceu em 25 de setembro e é um dos mais autênticos que já vimos. O casal decidiu ter uma celebração íntima e que refletisse seu estilo de vida. Para isso, em quase 20 meses de preparativos, meteram a mão na massa e produziram muitos (muitos mesmo!) itens do casamento, convidaram dois amigos para celebrar a união em vez de um pastor, padre ou juiz e prepararam delicados detalhes de atenção a cada convidado. O resultado foi que conseguiram dar à CST o clima de casa que desejavam e um dia inesquecível como buscavam.
Como você descobriu a CST?
Pelo casamento da Carol Souza Lima. O blog dela foi um dos primeiros que eu descobri sobre casamento e não deu pra não me apaixonar.
Como foi a sua primeira visita e a do seu noivo à casa?
A CST foi a primeira casa que nós visitamos porque ela reunia muita coisa que nós buscávamos: a localização perto de casa e dos nossos amigos, o clima bem carioca e relax, a cara de casa da gente. Nós dois temos famílias grandes e eu queria uma festa com clima de amoço de domingo, bem íntimo e pessoal. Depois da CST, visitamos outros locais com vista para o Rio: outra casa em Sta, o forte da Urca. Mas as condições da CST, com toda a estrutura incluída, falou mais alto.
Você sempre sonhou se casar de dia e em um jardim? Mudou algo em seus planos por causa do local?
Eu nunca sonhei casar. Nem cheguei a planejar isso mas, em uma altura do relacionamento, nós achamos que seria legal dar esse passo. Eu também quis dar essa alegria ao meu avô, entrar com ele na cerimônia. Daí a decisão de fazer a festa.
Mas queríamos que a festa fosse como a gente, do nosso jeito. Um caixote decorado com flores e luzes não teria nada a ver comigo e o noivo. Um baladão entrando pela madrugada também não. Nós quisemos fazer uma festa bem família, solar, reunindo os amigos com conforto e simplicidade.Quando defini como seria a festa, a única coisa que teve que mudar foi o aproveitamento do gramado. Eu pretendia colocar chaises e ombrelones, mas a CST não permite esse uso. Foi uma pequena frustração.
Quais foram suas inspirações para a decoração?
O blog Vestida de Noiva foi uma das referências mais importantes, assim como alguns trabalhos da decoradora Janete Pimenta. Mas a inspiração maior foi justamente valorizar o que é mais importante pra gente (os noivos): a simplicidade.
A decoração então foi se construindo aos poucos. As cores vieram logo no começo: as pouco comuns, na época, azul e vermelho. Fui achar em São Paulo tecidos que conjugassem essas cores com o clima delicado que eu buscava. Depois de ver muitas ideias na Internet, encontrei uns cachepots vintage azuis com rosas decoradas em uma viagem à Argentina que deram o tom de todo o resto. Daí veio a coragem de usar minha louça, vários objetos pessoais e comprar um monte de itens de porcelana para a festa! Além de ter passado horas e horas fazendo detalhezinhos com tecido como as forminhas de doces, caixas revestidas, quadrinhos de bastidor.
Outra ideia que aproveitamos foi a de "juntar trapinhos" e usar patchwork. Eu já gostava dessa mistura e a Janete Pimenta deu força em um email que trocamos. Isso me deu segurança para investir em várias estampas e muitos tecidos com tons repetidos. Tive painéis de patchwork na festa que em breve vão decorar meu quarto em casa e os mesmos tecidos foram usados para revestir almofadas, pufes, fazer centros de mesa e outros detalhes.
A decoração então foi se construindo aos poucos. As cores vieram logo no começo: as pouco comuns, na época, azul e vermelho. Fui achar em São Paulo tecidos que conjugassem essas cores com o clima delicado que eu buscava. Depois de ver muitas ideias na Internet, encontrei uns cachepots vintage azuis com rosas decoradas em uma viagem à Argentina que deram o tom de todo o resto. Daí veio a coragem de usar minha louça, vários objetos pessoais e comprar um monte de itens de porcelana para a festa! Além de ter passado horas e horas fazendo detalhezinhos com tecido como as forminhas de doces, caixas revestidas, quadrinhos de bastidor.
Outra ideia que aproveitamos foi a de "juntar trapinhos" e usar patchwork. Eu já gostava dessa mistura e a Janete Pimenta deu força em um email que trocamos. Isso me deu segurança para investir em várias estampas e muitos tecidos com tons repetidos. Tive painéis de patchwork na festa que em breve vão decorar meu quarto em casa e os mesmos tecidos foram usados para revestir almofadas, pufes, fazer centros de mesa e outros detalhes.
Você planejou algum detalhe diferente?
Creio que não teve nada de realmente inovador, mas usamos ideias pouco adotadas, como servir sorvete Itália na chegada dos convidados, terminar a festa com biscoito Globo e algodão doce azul. A ideia é que as pessoas se sentissem cuidadas e funcionou. Na decoração, usar peças da família foi um risco que nós assumimos, mas deu muito certo também.
Quantos convidados você teve?
Foram 150 pessoas, convidamos 213.
Quem foi o decorador? Ficou como você esperava?
A Lanna Correa foi a decoradora e a responsável pela parte floral. Ela trabalhou dentro da minha expectativa. Tivemos muitos arranjos plantados, como eu pedi e outra pequena frustração foi não ter conseguido usar amores-perfeitos, mas não ofuscou nada. No dia da festa, a Lanna e equipe também montaram a festa exatamente como combinamos, o que me deixou muito feliz.
Do que você mais gostou em seu casamento?
De casar com o meu amor diante das pessoas que eu mais amo! Eu gostei de tudo: do clima, da decor, da cerimônia com a nossa cara (dois grandes amigos celebraram a união). Antes da festa, eu sonhava com os docinhos e chocolates, as comidinhas, as bebidas que escolhemos para a festa. No dia foi tudo muito corrido, mas deu pra curtir bastante.
Alguma coisa saiu diferente do planejado?
Uma das músicas da cerimônia, a da entrada do noivo, não foi tocada e isso me deixou muito triste porque a escolha foi super difícil pra gente. Acho que eu fui ao casamento preparada para relevar pequenos problemas que eu encontrasse e não me incomodei mesmo no dia. Mas isso me deixou muito chateada.
Também comprei luzinhas (dessas de Natal) para fazer um "teto" assim, mas não deu certo. Umas falharam e a quantidade foi pequena para fazer um efeito legal.
Também comprei luzinhas (dessas de Natal) para fazer um "teto" assim, mas não deu certo. Umas falharam e a quantidade foi pequena para fazer um efeito legal.
Quais foram seus "achados"?
Os melhores achados foram os fornecedores que não deram problema: simplesmente cumpriram o combinado, dentro dos prazos, mas não dá para citar porque são muitos. Por outro lado, alguns seguem na minha vida de um jeito ou de outro: a Le Chocolat, que certamente estará em toda festa que eu fizer pelo resto da minha vida; a Sweet Dreams Brigadeiros, que adoça a minha vida de vez em quando; a Aline Machado e a Camilla Mello, que me fizeram muito feliz e que eu continuo a acompanhar pela Internet. A Camilla chegou a deixar a filhota bebê em casa para fotografar minha cerimônia!!! Eu nunca vou esquecer isso.
Faria alguma coisa diferente?
Eu trocaria alguns fornecedores, mas não faria diferente. Para mim, naquele dia, foi tudo perfeito.
Que dica você dá para quem vai se casar na CST?
Que sinta o clima e aproveite a mágica. Na véspera do casamento, fui à CST entregar objetos e doces com a minha mãe e minha enteada. Com as luzes semi-apagadas, o espaço praticamente vazio, eu senti uma energia que explica um pouco o clima das festas de lá. A CST tem o mérito de receber qualquer tipo de festa, não tem nada encaixotado. Então, para quem planeja se casar lá, minha dica é aproveitar isso e pensar bem em como é a SUA festa dos sonhos, o que faria seu dia (ou tarde, ou noite) ser perfeito. A Casa combina com casamentos pessoais, "customizados".
Ficha técnica
Cerimônia civil: Cartório do Catete
Local para recepção: Casa de Sta Teresa
Buffet: Mr Gula
Lista de presentes: Icasei e Tok Stok
Buquê da noiva e madrinhas: Helena Noivas
Maquiagem/cabelo: Gustavo Monteiro/Giles
Vestido da noiva: Avec Elegance
Roupa do noivo: Dartigny
Sapato do noivo: All Star
Transporte: Record's Vip
Música: Sound Factory
Fotografia: Aline Machado
Filmagem: Gabriel Correa e Castro
Documentário: Cristiano
Alianças: Carina Joias - modelo personalizado
Carro da noiva: Fusca de um amigo
Local para recepção: Casa de Sta Teresa
Buffet: Mr Gula
Lista de presentes: Icasei e Tok Stok
Buquê da noiva e madrinhas: Helena Noivas
Maquiagem/cabelo: Gustavo Monteiro/Giles
Vestido da noiva: Avec Elegance
Roupa do noivo: Dartigny
Sapato do noivo: All Star
Transporte: Record's Vip
Música: Sound Factory
Fotografia: Aline Machado
Filmagem: Gabriel Correa e Castro
Documentário: Cristiano
Alianças: Carina Joias - modelo personalizado
Carro da noiva: Fusca de um amigo
Animação: Radikal Kids
Sorvete: Sorvete Itália
Bolo: Dona Geralda
Doces: Louzieh, Dona Graça, Sweet Dreams
Chocolates: Cia Chocolata e Le Chocolat
Sorvete: Sorvete Itália
Bolo: Dona Geralda
Doces: Louzieh, Dona Graça, Sweet Dreams
Chocolates: Cia Chocolata e Le Chocolat
Bebidas: Vodka Absolut, Vodca Smirnoff, Whisky Johnny Walker Red Label, Espumante Panizzon
Bem-Casados: Debora Torres
Cerimonial: Sonia Leote
Algodão doce: José Carlos (2772-8871/8689-8164)
Maçãs do amor: José Carlos (2772-8871/8689-8164)
Lua de mel: San Andres e Cartagena
Agência de turismo: Dauro Motta
Designer da papelaria: Rafael Sharuto Lobo
Bem-Casados: Debora Torres
Cerimonial: Sonia Leote
Algodão doce: José Carlos (2772-8871/8689-8164)
Maçãs do amor: José Carlos (2772-8871/8689-8164)
Lua de mel: San Andres e Cartagena
Agência de turismo: Dauro Motta
Designer da papelaria: Rafael Sharuto Lobo
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quarta-feira, 30 de junho de 2010
Falando em bolo...
Já que o assunto ontem foi a mesa do bolo, lembramos que não contamos para vocês uma ótima notícia: ganhamos nosso bolo! Isso mesmo, os pais da noiva irão nos dar esse presentão.
Já não lembramos também se comentamos ou não, mas trocamos de fornecedor. Mas acalmem-se que não houve nenhum problema. O negócio é que há algum tempo nós havíamos comido o bolo mais gostoso do mundo. Foi no aniversário da Dânae. Perturbamos a nossa amiga pra saber se a pessoa que tinha feito aquela delícia também fazia para casamentos. E há pouco tempo descobrimos que sim. Como amamos bolo e não saímos de um casamento sem comer uma fatiazinha, queríamos um bem delicioso pro nosso casório. E como não tínhamos pago nada à outra boleira, cancelamos o pedido e fechamos com a Jane.
Boas notícias né? Obrigada à Ledinha e ao Joaquim!
Foto: Perdemos o crédito, se alguém souber, avisa
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terça-feira, 29 de junho de 2010
Meio paulista
De Estado pra Estado os casamentos variam muito. Em Minas, estado natal da noiva, eles são bem diferentes. A igreja é indispensável. Normalmente não têm restrição de duração e acontecem mais de manhã e à tarde. O dia seguinte quase sempre conta com um big almoço da família.
Já um coisa característica dos paulistas é a mesa do bolo, integrada com doces, normalmente retangular. Aqui no Rio quase sempre o bolo tem uma mesa só pra ele e geralmente redonda. A nossa será assim, pois a casa conta com uma mesa fixa que não pode ser removida. Mas se fosse possível, teríamos adotado esse gosto paulista, pois achamos lindas as mesas de lá. Esse da foto é da Ana Carolina, do blog Casadinhos. Ela se casou em Minas, mas o estilo é bem paulista. O lustre completa perfeitamente nosso sonho!
As duas fotos abaixo são de um casamento feito por nossa decoradora, Lanna Corrêa, no Clube Marimbás. A mesa do bolo foi assim, junto com os doces e bem compridona.
Fotos: Studio S, blog Casadinhos; Beta Bernardo, do blog Vestidos e Bolos
terça-feira, 20 de abril de 2010
Suspirinhos
Fofos demais esses mini-bolos em formato de caixinhas Tiffany´s né?
São da Butterfly Cakes.
No site há vários modelos de bolos para todas as ocasiões. Gostamos muito deste creme com detalhes vintage.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
O noivo quer bolo
Todos já sabem que o noivo é uma formiga, não? Por isso, claro que ele pensou no bolo. A decisão do fornecedor foi bem rápida. A noiva fez uma pesquisa prévia e encontrou alguns preços absurdos. Assim que achamos um preço justo, provamos, olhamos os modelos, pegamos referências com quem já utilizou o serviço e voilá: estava escolhido. Faremos com a Geralda.Ao contrário de outras noivas que pesquisam mil fotos de bolos, a Jackie acha quase todos os modelos bonitos e estaria feliz com muitas opções. Ela gosta dos de três e dos de quatro andares; brancos ou cremes; redondos ou quadrados; com laços, flores pela lateral ou efeito de fita; de uma única cor ou com detalhes coloridos. Ela só não curte muito os que tem os andares separados por vidros ou outro suporte.
Já o noivo, escolheu um modelo específico, que ele viu em uma foto. Como a noiva achou bonito também, ficou escolhido. E como também é do noivo a decisão sobre o modelo dos bonequinhos que ficarão em cima do bolo, podemos dizer que este item é de responsabilidade total do Rômulo. =o)
Fotos: Todas as fotos de Patrícia Figueira.
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