Mostrando postagens com marcador Inglaterra. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Inglaterra. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 15 de março de 2011

Como ir a Liverpool

Para ler este post atualizado, clique aqui


O post sobre Liverpool estava pronto para entrar no ar no fim do mês, mas como uma dica da Jackie virou post lá no Viaje na Viagem, decidimos colocar logo no ar.


E para entrar no clima, um clipezinho com nossa ida à cidade:





Todo Beatlemaníaco que se preze sonha em ir a Liverpool, né? Pois bem, vamos contar sobre nossa ida à cidade dos Fab Four e dar nossas dicas.






Como chegar


Liverpool fica a apenas pouco mais de 2 horas de trem de Londres e é possível fazer um bate-volta até lá. Fomos de trem. Pegamos o metrô até a estação de Euston e embarcamos lá. Compramos as passagens aqui do Brasil mesmo (nesse site aqui), imprimimos o comprovante e lá na hora pegamos o bilhete em uma das máquinas disponíveis no local. 


Em Liverpool há duas estações, a Lime Street e a Central, por isso fique atento para ir à estação certa na volta. Ainda na estação descobrimos uma lojinha de bolos de casamento e eu achei irônico. Para quem não sabe, Jane Asher, a namoradinha de Paul nos anos 60 hoje em dia é uma famosa confeiteira. Então, essa foi uma das primeiras fotos em Liverpool =)




Passeios


Bem, em Liverpool há vários passeios possíveis. Você pode fazer o passeio tipo tour no ônibus amarelo a la Magical Mystery Tour, alugar táxis para passeios exclusivos e até fazer trechos a pé. Mas há apenas um modo de entrar nas casas onde Paul e John cresceram: o National Trust.


Compramos ainda aqui do Brasil nossos tickets para esse passeio, que tem dia e hora marcados, pois há limite de visitantes por dia, então estávamos aflitos em não perder de modo algum a hora. O site é esse aqui. São três ou quatro saídas diárias, dependendo do mês, e em 2009 pagamos 32 libras pra duas pessoas. Atenção: as casas costumam fechar nos meses de inverno.


Fizemos pela manhã o passeio do National Trust, à tarde o Magical Mistery Tour em ônibus e à noite curtimos o Cavern Club. O passeio do ônibus pode ser comprado dentro da Beatles Story, na Albert Dock (Docas), pouco antes de sua saída, às 14h30m (aos sábados, domingos e dias especiais há uma saída extra às 12h; o tour não funciona nos dias 24,25 de dezembro e 1 de janeiro). Também é possível comprar pela internet. O bilhete custa cerca de 15 libras por pessoa. O site é esse aqui. A mesma empresa faz passeios de dia inteiro que incluem o passeio da National Trust.


Em Liverpool também há um hotel temático, o Hard Day's Night que vende pacotes com hospedagem e passeios. 


Há ainda opções de passeios marítimos, o The Yellow Duckmarine e o The Yellow Boat Cruise. Esse primeiro parece bem interessante, pois é feito em um veículo anfíbio da Segunda Guerra Mundial. 





National Trust

Chegamos a Liverpool por volta de 9h15m e fomos a pé da estação até Albert Docks. É de um hotel em frente às docas, o Jurys Inn,  que sai a van do National Trust, às 10h. Enquanto aguardávamos, aproveitamos para dar uma olhada no porto que foi declarado patrimônio da Humanidade pela Unesco. Falo mais sobre o Albert Dock no fim do post. 



No nosso dia havia apenas dois rapazes e nós. Excelente! Saímos e fomos direto para Mendips, a casa de Tia Mimi, onde John cresceu. 






Fotos da casa retiradas do site da National Trust

Gente, vou tentar contar aqui como foi tudo, mas jamais vou conseguir transmitir a emoção de percorrer esses lugares. Até hoje, ainda me pego pensando que talvez eu tenha sonhado isso, pois toda a atmosfera contribuía mesmo para parecer um sonho. O tempo estava super fechado, chovendo e com fog. As ruas estavam vazias, a cidade silenciosa. 








Pois bem, o passeio da National Trust começa na casa da Titia Mimi, onde John cresceu - ele foi pra lá quando tinha 5 anos, após Julia tê-lo deixado aos cuidados da Tia. Quem vem nos atender é uma senhorinha muito, muito simpática. Ela nos deixa muito à vontade. Entramos pelo portão lateral, como quem já é de casa. E quando entramos na casa, meu Deus, parecemos ter sido transportados para os anos 50. Achei que a casa seria uma espécie de museu, mas não. Eles recriaram a casa como na época em que John vivia ali. Parece um local onde alguém ainda mora. Tem panelas, pacotes de biscoito, tudo, tudo de época em seu devido lugar. Ah, sim, não se pode tirar fotos lá dentro.


A "tia Mimi", como apelidei a guia, vai passeando conosco e contando como era a vida de John na casa, em cada cômodo. A voz doce dessa senhora inglesa, sua paciência em falar devagar para o Rômulo - que não fala bem o inglês - aquele cheiro de passado, tudo é envolvente. Um dos momentos mais gostosos foi numa salinha onde Tia Mimi costurava e havia vista para o jardim de inverno, repleto de hortênsias. Como eu amo hortênsias! A guia explicou que originalmente não havia essa vista, mas depois que ficou famoso, John mandou construí-la para que Mimi pudesse ver o jardim lá atrás, já que a frente da casa vivia cheia de fãs.


Outro momento emocionante é claro é o quarto de John. Indescritível a emoção.





De lá, seguimos para a 20 Forthlin Road, a casa onde Paul cresceu. Quem atende a porta é o guia que é sósia dele. Já envolvidos pelo clima de passado, é impossível não tomar um susto. Na casa de Paul o esquema é o mesmo. Tudo foi mantido para recriar a vida do jovem Paul na casa onde viveu com seu irmão Michael, seu pai Jim e a mãe Mary - que morreu quando ele tinha 14 anos. Andamos pela casa toda, ficamos um pouco no jardim onde foram tiradas algumas famosas fotos de Paul com sua família. O guia dessa casa é muito, muito engraçado. Ele me fez gritar como uma beatlemaníaca direto dos anos 60, já que eu era a única menina no grupo (risos).







Fotos do interior retiradas do site da National Trust


O passeio durou cerca de duas horas, mas até hoje quando penso naqueles momentos, pareço estar sonhando. Será que depois de escrever, deixar registrado aqui que os vivi, eu finalmente acredito?


Ah, sim, vocês repararam que na casa de John há uma plaquinha azul e na de Paul não? Bom, essa plaquinha marca locais históricos em toda a Inglaterra, mas ela só é concedida para personalidades históricas já mortas. por isso, Mendips ganhou a sua em 1981 e a de Paul não possui uma. E eu espero que nunca possua! =)


Beatles Story






De volta às docas, entramos na Beatles Story, que é uma loja e museu dos Beatles. Na verdade há dois prédios da Beatles Story, abrigando loja, café, exibições, uma sala para apresentação 4D etc. Mas o museu não possui muitas peças exclusivas dos Fab Four. Ele é mais uma apresentação da história dos Beatles e vale mais para quem não sabe cada detalhe da vida deles. Porque gente, deixa eu me gabar: nada do que vi ou ouvi na viagem foi novo para mim. Eu identificava cada objeto, estava vendo-os pela primeira vez, mas já conhecia tudo. Fiquei toda orgulhosa de ser uma sabichona de Beatles (risos).


A entrada custa cerca de 13 libras para adultos e pode ser comprada pelo site.


Bom, fizemos algumas comprinhas, claro, e almoçamos no Starbucks do subsolo, que por sinal foi delicioso e barato. Compramos as entradas para o Magical Mystery Tour e esperamos a saída do ônibus torcendo para a chuva parar. 


Magical Mystery Tour



Casa de George na Arnold Grove

Entramos no ônibus repleeeeto e partimos. O guia é animadíssimo, parece que fez uma participação em um filme sobre os Beatles e é realmente espirituoso. Ele vai mostrando não apenas os pontos ligados diretamente à história dos Beatles, mas também as construões históricas de Liverpool como o Radio City e outros. Em alguns pontos, como a casa de George na 12th Arnold Grove, o ônibus pára para descermos e tirarmos fotos, e em outros ele só pára um pouquinho para vermos pela janela. Como estava chovendo absurdamente, não pudemos descer em Strawberry Filmes (muito triste). Vimos também a casa de Ringo, Penny Lane (a rua que dá nome a uma música) e muitos outros pontos. O passeio dura pouco mais de 2 horas e termina na rua do Cavern.


Cavern Club






Ao sair do Tour demos uma espiada no Hotel A Hard Day´s night, todo temático. Quem quiser passar a noite em Liverpool, taí uma ótima opção. O hotel também vende pacotes com passeios e outras experiências. 


Entramos na rua do Cavern. Lá há uma estátua de John e o Cavern Pub e o Cavern Club.


Entramos no Pub porque foi o que vimos primeiro. E eu quase tive um enfarto! Entrei, olhei ao redor e falei: não é assim. Eu estava cansada de saber como era o Cavern e não era daquele jeito. Rômulo pediu cerveja e tentava me convencer, mas eu estava desolada. Até que resolvi perguntar ao garçom e ele disse que estávamos no Pub. Saí correndo e finalmente entramos no Cavern Club. Aí sim, era como eu sempre imaginei - tirando que tem uma parede bem da breguete com o nome cavern e os rostos dos rapazes.






Ficamos lá o resto da noite, estava rolando show com músicas dos Beatles, claro. Tiramos fotos e voltamos andando para a estação para pegar nosso trem que saía às 22h.



Ah, sim, o Cavern Club tem um site em que divulga sua programação. Aqui.


Antes de partir comemos no Burguer King um hamburguer de peixe sensacional, que tentamos depois, em vão, encontrar em Londres. No trem, o Romulo dormiu até chegarmos. E eu não queria dormir com medo de deixar aquele sonho. 




Liverpool além dos Beatles

Obviamente que nosso interesse em Liverpool era por causa do Beatles, mas a cidade, ao contrário do que imaginávamos, não vive em função deles. Em agosto, quando acontece o Beatles Festival, até deve ser assim. Achávamos que íamos desembarcar e ver placas com fotos deles em todas as ruas ou algo do gênero. Mas não é assim. Ao sair da estação e tentar chegar no hotel para pegar a van, encontramos turistas que estavam lá por causa do time de futebol, o Liverpool. Eu, que não entendo patavinas de futebol fiquei chocada. Mas o Rômulo me explicou que é um time importante. Bom, o estádio do time fica lá.

Liverpool é muito mais que isso. A cidade é enorme, multicultural e tem uma história muito mais antiga. Em 2004 a Unesco declarou-a Patrimônio da Humanidade. O porto local foi importante para a expansão do Império Britânico e para a revolução industrial. Em 1229 o rei Henrique III autorizou a cidade a comercializar sem pagar taxas, o que deu incrível incentivo ao crescimento de Liverpool. Outros acontecimentos em Londres levaram o porto a se transformar em uma das principais portas de saída do velho para o novo mundo. Com o porto crescendo, claro, chegaram imigrantes de toda parte. Ah, sim, o pai de John Lennon trabalhava na Marinha Mercante durante a II Guerra Mundial.


O prédio Albert Dock foi construído pelo príncipe Albert em 1846. Em 1980 ele foi reformulado e passou a ter as funções culturais atuais. 

Há muitos museus e atrações culturais na cidade. A Walker Art Gallery é a National Gallery do norte da Inglaterra e tem um acervo interessante. No Albert Dock, que tem entrada grátis, estão várias atrações como a filial do museu Tate, o Tate Liverpool, o Merseyside Maritime Museum, o International Slavery,o  próprio Beatles Story e ao lado o Liverpool Echo Arena, um centro de convenções inaugurado no ano em que Liverpool foi a capital da cultura européia. Agora há também uma roda-gigante ao lado da Arena.

Ao longo da cidade há outras construções interessantes como a chamda Three Graces. Este é um conjunto de construções centenárias da cidade: o Liver Building, a Cunard e o Porto. Há ainda a Royal Liverpool Philarmonic, a Metropolitan Cathedral e a Anglican Cathedral, além do prédio do Radio City Tower, que é o mais alto da cidade.

Ou seja, há muito para se ver e fazer na cidade, mesmo para quem não é fã de Beatles. Há uma história longa e culturalmente rica para se conhecer em Liverpool.

Fotos: Arquivo pessoal

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Lua de mel em Londres IV - museus

Vamos falar um pouco sobre os museus que visitamos.


National Gallery

Na praça Trafalgar fica a National Gallery. A praça em si já é interesante, com suas enormes estátuas de Leões e a coluna em homenagem ao Almirante Nelson que comandou a marinha inglesa na batalha de Trafalgar. O museu fecha às 18h,tem entrada grátis e um acervo variadísismo de pinturas. Entre os quadros de destaque estão alguns de nossos preferidos: os Girassóis de Van Gogh e o Casal Arnolfini, de Ja Vaon Eyck.










Trafalgar square





Girassóis de Van Gogh



Casal Arnolfini


Torre de Londres


Sem dúvida uma de nossas trações preferidas em Londres foi a Torre. Ela é na verdade o primeiro castelo da monarquia inglesa e sua construção começou em 1078. O passeio guiado que fizemos foi ótimo. O guia vai vestido a carárter e era bem carismático. Andamos por todo o castelo. Vimos o local onde as cabeças dos nobres rolavam, os aposentos reais, uma exposição com armas e roupas do Rei Henrique VIII, além das famosas jóias da coroa, a coleção de jóias da Inglaterra. Vale muito a pena o passeio, que é um pouco demorado porque o local é enorme. De  9h às 17h, custa 17 libras para adultos e 14.50 para estudantes.







Adivinhem o que acontecia aí?


A portinha azul era a casa do médico do rei






Westminster Abbey

A Abadia de Westminster é a igreja oficial da realeza britânica. A igreja é um grande museu. Tem túmulos de reis e de gente famosa como Isaac Newton (esse túmulo aparece em uma cena de O código Da Vinci). Não se pode tirar fotos no interior e o uso do guia eletrônico foi uma excelente escolha, deu pra conhecer bem o local. É lá que o príncipe William se casará nesse ano. De 9h30m às 16h30m, última entrada às 15h30m, custa 15 libras para adulto e 12 para estudantes. Às quartas fica aberta até as 19h, com última entrada às 18h e não abre aos domingos.




(Além de não podermos tirar fotos lá dentro, quando saímos estava escuro e as fotos externas não ficam boas, então, essas são do Essential Architecture)



Pontes: London Bridge e Tower Bridge


A famosa imagem da ponte londrina é a Tower Brige, mas a London Bridge é mega importante, pois foi a primeira ligação entre os dois lados do tâmisa. Pode-se atravessá-la a pé. Fizemos isso ao sair da Torre e seguimos andando à beira do Tâmisa. É um passeio bem gostoso.



Tate modern e Tate Britain

Londres conta com dois museus Tate: o modern e o Britain. Fomos apenas ao Britain, que tem o maior acervo  de arte inglesa, com peças que datam de 1500. Entrada grátis, exceto para mostras especiais.


Prédio do Tate Britain

British Museum


Um daqueles museus de deixar a gente impressionado. O British tem um acervo enorme. Acho que em termos de imponência só perde mesmo pro Louvre. A parte de antiguidades egípcias é impressionante. Quem quiser ver tudo tem que reservar muitas horas. A entrada é grátis e fica aberto até 23h aos sábados.







Marido se achando na área romana


 Barras de ouro que valem mais que dinheiro (adoro essa piada rsrs)



Uma carta escrita em Pedra


National History Museum


O prédio do Museu de História Natual é incrível, enorme, com muitas escadas, parece mesmo aqueles museus de filme. O acervo então, é de deixar qualquer amante da ciência de queixo caído. O museu fica em Knightsbridge, tem entrada grátis e fica aberto até as 17h30m. No inverno, ao lado do museu funciona um ringue de patinação.




As fotos nesse dia foram filmadas com a filmadora, então estão com baixa qualidade (sorry)






Só consegui uma foto com o rabo do dinossauro (risos)


Fotos: Arquivo pessoal e Essential Architecture

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Lua de mel em Londres III - mais atrações e comida

West End


Em nossa primeira noite fomos assistir ao Fantasma da Ópera. Pra quem não sabe, Londres tem uma área de teatros chamada West End. Os grandes musicais ficam em cartaz por lá. Compramos nossos ingressos também aqui no Brasil, pela internet (custou 28 libras, cada). Adoramos tanto a peça quanto o passeio. As ruas são agitadas e os teatros lindos!










Piccadily Circus


Andando até o fim da rua dos teatros chega-se a Piccadilly Circus, uma famosa comparada à Times Square, em Nova York. Há muitos painéis luminosos, letreiros, gente na rua a qualquer hora do dia ou da noite. Passamos pela praça muitos dias no final da noite, quando íamos em busca de algum lugar para comer.








Oxford e Regent´s Street


Nessa praça tem início a Regent Street, uma rua compriiida e repleta de lojas. Ela termina na Oxford Street, outra rua importante para compras. Andamos algumas vezes pelas duas também, sempre no fim da noite. Como fomos em novembro, as ruas já estavam decoradas para o o Natal. Lindo! 


Nessas duas ruas acha-se de tudo. Roupas, brinquedos e eletrônicos. Na Oxford havia muitas lojas de celulares, por exemplo, e as grandes cadeias de roupas como Selfridges e a H&M.








Chinatown


Pertinho de Picadilly Circus também está outra área interessante, Chinatown. Ali há muita opção de comida indiana, que os ingleses amam. Em uma noite comemos no Chowki, aquela comida apimentadíssima sobre a qual falamos aqui






Pubs, comida e bebida


Aliás, vamos falar um pouco sobre comida. Nem todo pub serve comida, por isso se quiserem jantar ou almoçar, primeiro chequem isso. Há várias redes de restaurantes fast food, como em todas as grandes cidades do mundo. A gente normalmente comia algo rápido no almoço e jantava melhor, geralmente em pubs. Um prato tradicional é o Fish and Chips, o peixe com batata. Geralmente bem servido e barato, por volta de 10 libras. O Rômulo aproveitava para provar todos os chopes e cervejas. A unidade para chopes é a pint, que equivale mais ou menos a 450 mililitros.


Atentem para o horário de funcionamento dos pubs, pois eles respeitam a risca essa lei. Em um domingo quase morremos de fome porque decidimos ir comer só às 23h e todos os pubs estavam fechados. Tivemos que ir a uma mercado comprar algo. E chegando lá não vendiam bebida alcóolica (o limite aos domingos é 22h).









Saint Pauls e Ponte do Milênio


Ainda no tema Milênio há a Ponte do Milênio, que corta o Tâmisa e liga a área onde está a Saint Paul´s Cathedral à região do Shakespeare Globe. A Saint Paul´s é uma igreja imponente, com o segundo maior domo do mundo e foi onde Lady Di se casou. É possível visitar seu interior de graça, mas paga-se para subir ao Domo (9h30m às 16h15, 8.50 para estudantes, não abre aos domingos). O Shakespeare Globe é um teatro que foi reconstruído no local onde Shakespeare encenava originalmente (a partir das 10h, a visita para estudante é 8.50 libras).


Noiva em frente à Saint Paul´s



Shakespeare Globe




Saint Paul´s Cathedral






Postman Park


Se você é fã de closer vai gostar de ir ao Postman Park. É nesse cenário que os personagens de Jude Law e Nathalie portman se apaixonam e que mais tarde ele descobre que Alice nã era seu nome real. A laquinha com o nome de Alice Ayres realmente fica nesse local, que é um memorial a pessoas que sacrificaram suas vidas para salvar outras.










Harrods


Em Knigstbridge fica a famosa Harrods, que achamos o máximo. A loja tem vários andares e vende de tudo, desde padaria até artigos de luxo máximo! Tem, inclusive, uma seção para noivas.








No próximo post, museus.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...