A foto do post anterior é de um casamento fotografado pela Jann La Pointe e pela Fernanda Ferraro lá na CST. Os noivos eram muito charmosos. Babamos nestas fotos perto da piscina.
O making of foi no Hotel de Santa Teresa. Olhem só, o vestido foi parar no jardim:
Fotos: Jann La Pointe
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domingo, 4 de julho de 2010
Charme em Santa Teresa
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E se anoitecer...
Um de nossos grandes pesadelos é atrasar. Queremos que a festa comece ainda com a luz do dia, que peguemos o pôr do sol lá na Casa de Santa Teresa, por isso, estamos nos esforçando para planejar tudo de modo que a cerimônia termine no horário previsto.
Mas, se por acaso não der e chegarmos na casa já à noite, achamos que nossos convidados não ficarão chateados...
Foto: Jann La Pointe
Mas, se por acaso não der e chegarmos na casa já à noite, achamos que nossos convidados não ficarão chateados...
Foto: Jann La Pointe
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quinta-feira, 15 de abril de 2010
Um mini americano na Casa de Sta Teresa
O salão em que nos casaremos, a Casa de Santa Teresa (CST), tem capacidade para 200 pessoas, mas pode ser usado também para um mini wedding. Estes noivos fotografados pelo nosso querido Carlos Leandro fizeram um casamento com pouquíssimos convidados (menos de 100) e no melhor estilo americano.
Para começar, mesa completa, com sousplats, talheres, guardanapos, taças e lugares marcados. Uma das coisas mais típicas dos weddings americanos são as plaquinhas indicando a cadeira de cada convidado. Para fazer assim, os noivos precisam passar um mapa do salão e mesas para a cerimonialista, que encaminhará os convidados a seus respectivos lugares. Fica mais fácil, claro, em um casamento pequeno. Imaginem só alocar 300 pessoas, de acordo com grupos em comum etc? Haja trabalho! Ah, sim, para fazer uma festa com lugares marcados o RSVP é imprescindível.
A decoração em verde ficou belíssima. E usar verde na CST é bem difícil, porque já há muito verde no local. Reparem que a noiva optou por um vaso colorido sem flores na mesa e um "bolinho" de flores por cima. Lindo!
Para começar, mesa completa, com sousplats, talheres, guardanapos, taças e lugares marcados. Uma das coisas mais típicas dos weddings americanos são as plaquinhas indicando a cadeira de cada convidado. Para fazer assim, os noivos precisam passar um mapa do salão e mesas para a cerimonialista, que encaminhará os convidados a seus respectivos lugares. Fica mais fácil, claro, em um casamento pequeno. Imaginem só alocar 300 pessoas, de acordo com grupos em comum etc? Haja trabalho! Ah, sim, para fazer uma festa com lugares marcados o RSVP é imprescindível.
A decoração em verde ficou belíssima. E usar verde na CST é bem difícil, porque já há muito verde no local. Reparem que a noiva optou por um vaso colorido sem flores na mesa e um "bolinho" de flores por cima. Lindo!
A mesa de doces ganhou arranjos verde e brancos bem grandes e castiçais de vidro verde. Aliás, os vidros coloridos estavam em todo lugar.
Olhem eles aí emoldurando a vista.
E para solucionar o problema do espaço sobrando, os noivos fizeram o seguinte: mesas na parte da entrada da casa, perto da piscina; doces na mesa fixa; uma ilha de buffet em frente à piscina; e pista de dança na parte de trás do salão. Sim, essa parte onde se vê os noivos dançando aqui embaixo é na verdade a parte de trás do salão. Normalmente ali ficam mais mesas, lounges e outra mesa de doces.
Como tinham espaço sobrando, os noivos ocuparam a área de trás com a pista que, mesmo aberta, ficou super animada, hein? E a pista de dança em si ficou fechada.
E, para finalizar, eles fizeram o que poucos noivos brasileiros tem coragem: pularam na psicina!
Fotos: Todas de Carlos Leandro
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sábado, 5 de setembro de 2009
E o local escolhido foi...
A primeira visita à Santa Teresa foi feita pela noiva em companhia da madrinha, Marina Maria. A noiva acha qualquer coisa acima de 10 minutos de carro uma lonjura só, portanto, no meio do caminho, já queria desistir. E a casa dista exatos 15 minutos do apartamento dela, em Botafogo.
No portão, que ela achou feio, ela quis desistir de novo. Afinal, por aquele preço, ela teria que se apaixonar muito pelo local.
Entraram. A noiva mal parou para dar um oi à responsável pelo local. Caminhou direto para o jardim onde teve a visão mais linda da cidade do Rio de Janeiro: a Baía de Guanabara, o Pão de Açúcar e o Cristo! Estava tudo ali iluminado por um sol lindo. "Danou-se", ela pensou.
A madrinha já empolgadíssima disse que era lindo, que ela devia se casar ali naquele jardim e pronto. A noiva tentou se segurar e fez toda a inspeção da casa, assim como ensinamos neste post. Conferiu mais uma vez os valores com a responsável. A casa, além da vista perfeita, é impecávelmente bem conservada.
Na entrada, há um espaço para mesas ao redor de uma piscina. Do lado direito, as mesas ficam um pouco mais altas. A gente chama essa área de "espaço vip", pois mesmo sentado dali pode-se ver a vista. A pista de dança tem entrada por essa parte, através de uma porta-giratória, e também pela parte de trás, onde podem-se colocar outras mesas. Gostamos da pista assim, pois quem está do lado de fora pode conversar em paz, comer etc, ouvindo a música, mas num volume aceitável. A pista também tem uma janelinha redonda fofa e quem está fora pode ver o movimento.
A casa também já possui um bar montado, banheiros legais e em boa quantidade, uma suíte para a noiva. A parte das mesas é coberta com toldo fixo transparente. Mesmo com chuva há espaço para cerimônia de frente praquela vista maravilhosa. O único defeito era o preço, que incluía apenas o espaço, gerador, segurança e estacionamento com manobristas.
Os móveis e todo o resto da decoração têm de ser alugados pelos noivos. Isso faz com que você possa montar uma festa completamente diferente lá a cada semana, mas também, deixava o espaço ainda mais caro. Os únicos móveis disponíveis pela casa são as mesas de doces e a do bolo. O resto, teria que entrar no orçamento.
A segunda visita foi feita pela noiva ao Marimbás, sozinha. Ela achou o local meio grande. Na verdade a parte da pista era grande e a das mesas não. Seria necessário colocar lugares na parte da pista. Estranho. A vista é da Praia de Copacabana. É possível vê-la da varanda e da parte da pista. Mas não tem contato com a natureza. Achamosmais indicado para uma festa noturna.
Durante a visita, a noiva não pôde esconder sua cara de indiferença. Depois de Santa Teresa, nenhum lugar parecia ser nada demais. A responsável pelo local disse que os banheiros passariam por reforma, pois estavam bem caídos. E a pintura também tinha falhas. O valor do aluguel incluía as mesmas coisas que Santa Teresa e a diferença era de cerca de R$ 2 mil. A noiva não se empolgou.
Daí o noivo cismou de implicar com o último concorrente, o Clube Piraquê. Dizia que a festa de formatura da noiva já tinha sido lá e que por isso não devíamos nos casar no mesmo local (mas hein?). Então, lá se foi o terceiro finalista. Mas, para quem se interessou, o local é lindo. É um salão bem grande, todo envidraçado de frente para a Lagoa Rodrigo de Freitas. Também achamos mais indicado para um casamento noturno, assim como o Marimbás, mas o preço é infinitamente melhor. O buffet (muito bom) do local é obrigatório mas o preço também é bom. O unico porém é que não possui um jardim para cerimônia.
Impasse
Os dois concorrentes finais eram muito caros para o nosso planejamento. Então a noiva pesquisou mais e descobriu uma igreja fofa no meio de Botafogo, mas escondida atrás de muito verde. A Capela de Nossa Senhora das Graças tinha um salão anexo. A noiva partiu para lá num sábado à tarde e gostou muito do clima. A igreja era bonita e bem cuidada. O salão era básico, mas tinha uma parte de varanda. O preço do aluguel era ótimo. Mas o buffet obrigatório caríssimo, o que fazia a diferença inicial pros outros concorrentes sumir. Além disso, o local tem uma lista de fornecedores permitidos para quase tudo (inclusive fotógrafos). Por princípio, a noiva acha isso falta de respeito com o consumidor. E, na prática, nós detestamos não poder escolher o que mais gostamos. Então, bye bye para esse concorrente.
As pesquisas então pararam. Estava dado o impasse. Pacientemente a noiva esperou (que surpresa vindo dela!). No Carnaval, a mãe da noiva veio visitá-la e ela a despachou junto com o noivo para Santa Teresa. Em casa, ela esperava ansiosa. Quando os dois abriram a porta na volta, a noiva reconheceu no noivo aquele olhar de "Danou-se, agora só quero me casar se for lá". Pronto. Estava decidido em nosso coração.
Ainda demoramos mais de um mês até fecharmos o contrato. Ficamos com medo de não conseguirmos pagar. Foram muitas contas e simulações. Também tivemos que trocar a data, adiantando em uma semana o casório, pois a data inicialmente desejada já estava ocupada. A noiva fez promessas de gastar pouco em decoração, abrir mão de outros detalhes. Tudo para fazer o local dos sonhos caber em nosso orçamento.
E foi assim, com momentos cheios de ansiedade e com o coração cheio de emoção e certeza que decidimos nos casar na Casa de Santa Teresa.
Mas, espere, a saga não havia terminado. Depois de tudo isso a noiva descobriu que casamento para ela tinha que ser na igreja e que ela se arrependeria de não casar em um templo. Por isso, tivemos ainda a saga da igreja. Mas disso falamos depois.
Fotos: Na ordem; Marcelo Bruno; Patrícia Figueira; Desconhecido; Desconhecido;Carlos Leandro; Juliana Pessoa.
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