Há exatos dois anos eu estava vivendo um dia incrível: estava em Paris, passeando com meu namorado e naquela noite eu seria pedida em casamento. Um dia que eu nunca esqueci e que me faz suspirar quando este mês lindo, novembro, se aproxima.
Pois é, foi em novembro de 2009 que a tradição do "doce novembro" começou. Naquele ano eu viajei pela primeira vez à Europa, minha primeira viagem internacional com meu amor. Fui a Liverpool e ainda fui pedida em casamento!
Em novembro de 2010 eu veria meu ídolo máximo, Paul McCartney, não uma, mas duas vezes, em São Paulo.
E em novembro de 2011 eu veria pessoalmente outro Beatle: Ringão!
Pois é, novembro certamente é um mês querido. Que continue assim!
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sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Há dois anos
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quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Como é entrar no Cavern Club
Agora que eu tenho um computador super potente e no qual eu sei mexer (tchau, Mac e obrigada marido) eu consigo mexer nos meus vídeos *todas antinhas comemora*. Então, lembrei desse vídeo que fiz registrando minha primeira vez (hello, eu quero voltar) no Cavern Club, em Liverpool.
Foi durante nossa viagem em novembro de 2009 e a qualidade da imagem não está boa porque tive que converter do formato da filmadora para AVI, além de euzinha estar filmando. Nem editei, só coloquei um título porque ainda não sei fazer nada disso.
Mas, apesar de faltar técnica, para mim sobra emoção. Descer aquelas escadas foi como uma viagem por toda a história que eu conhecia tão bem de memória, de tanto ler e assistir vídeos. Eu ia descendo e me transportando para o início da década de 60, quando os Beatles tocavam por ali. Foi mágico. Então, estou dividindo com vocês e espero que gostem =)
Foi durante nossa viagem em novembro de 2009 e a qualidade da imagem não está boa porque tive que converter do formato da filmadora para AVI, além de euzinha estar filmando. Nem editei, só coloquei um título porque ainda não sei fazer nada disso.
Mas, apesar de faltar técnica, para mim sobra emoção. Descer aquelas escadas foi como uma viagem por toda a história que eu conhecia tão bem de memória, de tanto ler e assistir vídeos. Eu ia descendo e me transportando para o início da década de 60, quando os Beatles tocavam por ali. Foi mágico. Então, estou dividindo com vocês e espero que gostem =)
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Paul e Nancy
E nesse domingo Paulzão se casou pela terceira vez *todas paulmaníaca aproveita a promo de passagem e corre pra Londres pra tentar desconvencer Paulão *. A escolhida foi Nancy cambitos Shevel, com quem ele já namora há uns 4 anos. Ela esteve aqui no Brasil com ele, inclusive. O casamento foi em um cartório de Londres, com a presença apenas da família e amigos (Ringão tava lá). Mas do lado de fora muitos fãs e a imprensa acompanharam e rolou inclusive um live streaming pela internet. A festa seria na casa de Paul mesmo, onde desde sábado caminhões descarregavam móveis e outros itens de festa.
Nancy usou um vestido bem adequado para um casamento civil (adorei os botõeszinhos) e uma flor nos cabelos (eu não curti a flor). Paulzão foi de terno e flor na lapela. Elegante, lindo, maravilhoso, perfeito...er, bem, na saída rolou uma chuva de pétalas de flores pros dois.
A filhinha de Paul com Heathermorra Mills, Beatrice, participou da cerimônia. E estava uma gracinha em sua roupinha rosa.
Bom, Nancy sempre se comportou bem em relação aos fãs, é discreta e parece estar fazendo Paul feliz nos útlimos anos. Mas, eu, obviamente, não vou com a cara dela. E para mim não foi um bom sinal paul não cantar mais My love nos shows após eles terem ficado noivos. Mas, como é para felicidade de Paulzão darei uma chance a ela (#aloka). Então, felicidades aos noivos!
Nancy usou um vestido bem adequado para um casamento civil (adorei os botõeszinhos) e uma flor nos cabelos (eu não curti a flor). Paulzão foi de terno e flor na lapela. Elegante, lindo, maravilhoso, perfeito...er, bem, na saída rolou uma chuva de pétalas de flores pros dois.
A filhinha de Paul com Heather
Bom, Nancy sempre se comportou bem em relação aos fãs, é discreta e parece estar fazendo Paul feliz nos útlimos anos. Mas, eu, obviamente, não vou com a cara dela. E para mim não foi um bom sinal paul não cantar mais My love nos shows após eles terem ficado noivos. Mas, como é para felicidade de Paulzão darei uma chance a ela (#aloka). Então, felicidades aos noivos!
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quinta-feira, 14 de julho de 2011
Dia do rock (atrasado)
O dia do rock foi ontem, mas não tem problema. Ficou para hoje a postagem desse stop motion para relembrar nosso ensaio pré-casamento.
Jackeline e Romulo from Carlos Leandro on Vimeo.
Foto: Carlos Leandro
Jackeline e Romulo from Carlos Leandro on Vimeo.
Foto: Carlos Leandro
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sexta-feira, 1 de julho de 2011
Ringo no Brasil!
É muita emoção Brasil! Depois de ver Paul McCartney quatro vezes em seis meses eu vou ver Ringo Starr! Sim, o meu querido baterista vem ao Brasil pela primeira vez esse ano e fará sete, eu disse s-e-t-e shows. E um deles será no Rio, no dia 15 de novembro. Os outros shows serã em São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília e Recife.
Eu amo muito Ringão. Ok, eu falo isso dos quatro Beatles, mas eu tenho um carinho especial pelo Ringão. Sempre melancólico, carinhoso, afeitvo, sempre com ótimas tiradas e sua cara de macho rústico (risos). Não é meu preferido pela obra solo, esse certamente é o Paul, mas talvez fosse meu Beatle, personalidade, preferido. Sempre me identifiquei com ele, vai ver isso se deve a certos atributos físicos que temos em comum né? (risos) Falando sério, as falas dele sempre eram minhas preferidas em todos os documentários, entrevistas. E a risada? Ai que delícia!
Já estou teeeensa com a venda de ingressos porque o local do show é pequeno dessa vez, o Citibank Hall, na Barra. Mas espero que dê tudo certo e eu consiga garantir um lugar para ver mais um Beatle (e espero que o último por um longo tempo, porque não estou querendo encontrar com George ou John tão cedo rsrs).
Eu confesso que conheço pouco da carreira solo do Ringo. Já ouvi tudo, mas raramente ouço. Mas quanto às músicas dele nos Beatles, eu amo muitas! Por isso já estou tensa com o setlist. Acho que ele toca com certeza Yellow Submarine e With a little Help from my friends, mas torço para que ele toque Don´t Pass me by e Act Naturally que eu adoro e estou prevendo novos desmaios com I wanna be your man.
Eu amo muito Ringão. Ok, eu falo isso dos quatro Beatles, mas eu tenho um carinho especial pelo Ringão. Sempre melancólico, carinhoso, afeitvo, sempre com ótimas tiradas e sua cara de macho rústico (risos). Não é meu preferido pela obra solo, esse certamente é o Paul, mas talvez fosse meu Beatle, personalidade, preferido. Sempre me identifiquei com ele, vai ver isso se deve a certos atributos físicos que temos em comum né? (risos) Falando sério, as falas dele sempre eram minhas preferidas em todos os documentários, entrevistas. E a risada? Ai que delícia!
Já estou teeeensa com a venda de ingressos porque o local do show é pequeno dessa vez, o Citibank Hall, na Barra. Mas espero que dê tudo certo e eu consiga garantir um lugar para ver mais um Beatle (e espero que o último por um longo tempo, porque não estou querendo encontrar com George ou John tão cedo rsrs).
Eu confesso que conheço pouco da carreira solo do Ringo. Já ouvi tudo, mas raramente ouço. Mas quanto às músicas dele nos Beatles, eu amo muitas! Por isso já estou tensa com o setlist. Acho que ele toca com certeza Yellow Submarine e With a little Help from my friends, mas torço para que ele toque Don´t Pass me by e Act Naturally que eu adoro e estou prevendo novos desmaios com I wanna be your man.
With a little help from my friends (com o Paul)
Don´t pass me by
Act naturally
Foto: The Grosby Group
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quarta-feira, 8 de junho de 2011
10 meses e 1 dia
Os dez meses foram ontem, mas eu já tinha programado o post da Viviane. Então, fiz para dez meses e 1 dia. Para acompanhar, uma música que já me arrepiava ouvindo no CD e que conseguia me fazer chorar depois de ouví-la ao vivo no show do Paul em São Paulo (é o final do show). Agora, é uma das minhas melhores lembranças: The End, com Paul, acompanhada do marido.
Oh yeah. Alright.
Are you gonna be in my dreams
Tonight.
Love you. Love you. Love you. Love you.
Love you. Love you. Love you. Love you.
Love you. Love you. Love you. Love you.
Love you. Love you. Love you. Love you.
Love you. Love you. Love you. Love you.
Love you. Love you. Love you. Love you.
And in the end,
The love you take
Is equal to
The love you make.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Emocionante
Eu sei que já se passaram alguns dias, mas me desculpem, eu ainda só penso mesmo é no show do Paul. Nos shows, na verdade. Mas em especial me vem à cabeça à toda hora uma cena do primeiro show, no domingo. Eu, com os braços para cima segurando um balão e uma folha escrito "Na", cercada por pessoas na mesma posição, todas sorrindo, algumas chorando, todas cantando emocionadas Hey Jude. Eu olho pro lado, sorrindo com a boca e os olhos, pro meu marido, ali também cantando emocionado. Olho pra frente e de repente, no meio de tanta gente consigo ver o Paul no palco. Ele está feliz, sem acreditar no que está vendo. A banda toda enlouquecida. Dali de baixo, no meio de tanta gente, ao lado do meu marido eu fui feliz.
Depois do show todo mundo comentava como tinha sido lindo. Mas eu não tinha coragem de ver o vídeo. Tinha medo de esquecer a "minha" cena. Até que hoje à noite, assisti. Chorei. E lembrei muito, muito da minha cena. Tenho certeza que jamais esquecerei dela.
A idéia dessa homenagem surgiu na comunidade do Paul depois que o guitarrista dele, o Brian, respondeu com um "não sao balões, ne" ao tweet de um fã que anunciou que os fãs brasileiros preparavam uma homenagem pro show. Sim, eram balões. Todos estavam há um tempão organizando a compra e distribuição de balões coloridos para homenagearmos Paul em Hey Jude. E Brian diz isso.
Faltavam 2 semanas pro show. Os fãs atordoados começaram a pensar em novas idéias, simples e baratas, e alguém sugeriu: folhas de papel branco com a sílaba NA escrito à mão, impresso, pintado. O povo concordou, começou a correria pra divulgar a idéia, conseguir cópias, distribuir. No dia do show saímos de casa com os nossos. Na fila, muita gente distribuía, ensinava como era pra fazer. E na hora, todos felizes por ter dado certo. Muito mais do que esperávamos. Paul reconheceu o carinho dos fãs. Ele deixou uma mensagem para gente:
"Estar no Rio foi fantástico desde o minuto que pousamos. A multidão em volta do hotel era “bananas” (maluca). Eles eram loucos e a atmosfera foi crescendo até fazermos os shows. Eu amo o Brasil. Eu amo o fato que eles amam música, é uma nação muito musical. Eu se eu amo música e eles amam música, então é uma conexão natural. Fãs de todas as idades estavam nos shows. Tinha um enorme grupo de fãs jovens, que eu amo, e também tinha seus pais e até seus avós. Então era uma enorme variação de idade. O entusiasmo pela minha música era simplesmente sensacional. Todos nós da banda curtimos esse momento maravilhoso e nós agradecemos aos fãs por tornarem tudo tão excitante.
Quando tocamos “Hey Jude” e pedi a plateia para cantar “na na na na’s”, de repente todos mostraram cartazes. Foi uma coisa muito visual. Foi muito emocionante porque os fãs tiveram todo este trabalho. Ele poderiam ter apenas vindo ao show e assistido, mas eles se falaram antes para criar este momento tão especial. Ele se conectaram uns com os outros, depois conectaram-se conosco e com a equipe inteira. Todos se sentiram unidos. Foi muito excitante e emocionante ver que as pessoas se importam tanto.
Paul McCartney"
Um bom fim de semana a todos!
Depois do show todo mundo comentava como tinha sido lindo. Mas eu não tinha coragem de ver o vídeo. Tinha medo de esquecer a "minha" cena. Até que hoje à noite, assisti. Chorei. E lembrei muito, muito da minha cena. Tenho certeza que jamais esquecerei dela.
A idéia dessa homenagem surgiu na comunidade do Paul depois que o guitarrista dele, o Brian, respondeu com um "não sao balões, ne" ao tweet de um fã que anunciou que os fãs brasileiros preparavam uma homenagem pro show. Sim, eram balões. Todos estavam há um tempão organizando a compra e distribuição de balões coloridos para homenagearmos Paul em Hey Jude. E Brian diz isso.
Faltavam 2 semanas pro show. Os fãs atordoados começaram a pensar em novas idéias, simples e baratas, e alguém sugeriu: folhas de papel branco com a sílaba NA escrito à mão, impresso, pintado. O povo concordou, começou a correria pra divulgar a idéia, conseguir cópias, distribuir. No dia do show saímos de casa com os nossos. Na fila, muita gente distribuía, ensinava como era pra fazer. E na hora, todos felizes por ter dado certo. Muito mais do que esperávamos. Paul reconheceu o carinho dos fãs. Ele deixou uma mensagem para gente:
"Estar no Rio foi fantástico desde o minuto que pousamos. A multidão em volta do hotel era “bananas” (maluca). Eles eram loucos e a atmosfera foi crescendo até fazermos os shows. Eu amo o Brasil. Eu amo o fato que eles amam música, é uma nação muito musical. Eu se eu amo música e eles amam música, então é uma conexão natural. Fãs de todas as idades estavam nos shows. Tinha um enorme grupo de fãs jovens, que eu amo, e também tinha seus pais e até seus avós. Então era uma enorme variação de idade. O entusiasmo pela minha música era simplesmente sensacional. Todos nós da banda curtimos esse momento maravilhoso e nós agradecemos aos fãs por tornarem tudo tão excitante.
Quando tocamos “Hey Jude” e pedi a plateia para cantar “na na na na’s”, de repente todos mostraram cartazes. Foi uma coisa muito visual. Foi muito emocionante porque os fãs tiveram todo este trabalho. Ele poderiam ter apenas vindo ao show e assistido, mas eles se falaram antes para criar este momento tão especial. Ele se conectaram uns com os outros, depois conectaram-se conosco e com a equipe inteira. Todos se sentiram unidos. Foi muito excitante e emocionante ver que as pessoas se importam tanto.
Paul McCartney"
Um bom fim de semana a todos!
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terça-feira, 24 de maio de 2011
Paul no Rio
Gente, é muita emoção para um coraçãozinho só! Quer dizer, é muita emoção pra dois corações, meu e do maridinho, porque dessa vez estamos juntos.
Antes mesmo do show de verdade começar, já nos emocionamos. No sábado eu fui ao hotel e vi o Paul saindo, de pertinho. Ele deu tchau, mandou beijinho, super simpático. No domingo nosso dia começou cedo, fomos pra fila pra garantir um bom lugar. E estávamos lá na fila, sentadinhos na calçada quando de repente passa um carro devagar, de janela aberta. A gente olha e quem está lá dentro? Paul! É muita fofura!
O show foi demais, demais, demais. Até desmaiei (literalmente) hehehe. Mas nada grave e só perdi uns 30 segundos de show =) Pena que nisso rasguei minha camisa xadrez liiiiiinda. Rômulo me deu uma ótima idéia: costura e borda "Paul", aí fica de lembrança. Esperto esse meu marido, né?
O destaque foi a homenagem que fizemos em Hey Jude. Os fãs tinham combinado e ficou bem organizada. No refrão de Hey Jude, no "na na na na" soltamos balões e levantamos cartazes com a sílaba "Na" escrita. Ficou lindo! E Paul adorou.
E tudo isso no primeiro dia. Ontem teve mais. É emoção demais, Brasil!
Na segunda de manhã gravamos aqui em casa para uma matéria do jornal da Band. Se disponibilizarem o link posto aqui para vocês. E aproveito e pergunto: alguém aí é muito fã de um artista assim como eu sou do Paul?
Fotos: Arquivo pessoal
Antes mesmo do show de verdade começar, já nos emocionamos. No sábado eu fui ao hotel e vi o Paul saindo, de pertinho. Ele deu tchau, mandou beijinho, super simpático. No domingo nosso dia começou cedo, fomos pra fila pra garantir um bom lugar. E estávamos lá na fila, sentadinhos na calçada quando de repente passa um carro devagar, de janela aberta. A gente olha e quem está lá dentro? Paul! É muita fofura!
O show foi demais, demais, demais. Até desmaiei (literalmente) hehehe. Mas nada grave e só perdi uns 30 segundos de show =) Pena que nisso rasguei minha camisa xadrez liiiiiinda. Rômulo me deu uma ótima idéia: costura e borda "Paul", aí fica de lembrança. Esperto esse meu marido, né?
O destaque foi a homenagem que fizemos em Hey Jude. Os fãs tinham combinado e ficou bem organizada. No refrão de Hey Jude, no "na na na na" soltamos balões e levantamos cartazes com a sílaba "Na" escrita. Ficou lindo! E Paul adorou.
E tudo isso no primeiro dia. Ontem teve mais. É emoção demais, Brasil!
Na segunda de manhã gravamos aqui em casa para uma matéria do jornal da Band. Se disponibilizarem o link posto aqui para vocês. E aproveito e pergunto: alguém aí é muito fã de um artista assim como eu sou do Paul?
Fotos: Arquivo pessoal
terça-feira, 12 de abril de 2011
Vou ver Paul McCartney mais uma vez!
Gente, eu nem acredito! Estou eufórica, são 0:27 de terça e acabei de comprar os ingressos pro show do Paul no dia 22 de maio no Rio. Não parece verdade que eu vou ver o Paul pela TERCEIRA vez na minha vida e em cerca de 6 meses!
Acho que todo mundo já sabe que Paul McCartney vai tocar mais uma vez no Brasil, né? Se não sabe, correeee que na quinta-feira começam as vendas dos ingressos pro público em geral (eu comprei na pré-venda). O show será no dia 22 de maio no Engenhão e tudo indica que haverá um show extra no dia 21 ou 23.
Bom, mas eu acabei não contando aqui sobre o show do ano passado. Ver Paul de perto, em carne e osso era um dos grandes sonhos da minha vida. Como ele não tocava no Brasil desde 1993, eu já quase não tinha esperanças de vê-lo aqui e morria de medo que ele parasse de tocar e eu não conseguisse vê-lo nem mesmo em outro país.
Pois bem, no começo de 2010 começaram os boatos e lá pra outubro foi confirmado. Paul tocaria em Buenos Aires e depois em Porto Alegre e duas noite em São Paulo em novembro. Quem me conhece sabe tão claramente como eu sou fã do Paul que ninguém nem me perguntou se eu iria. Era óbvio que eu iria. Mas comprar os ingressos foi um sufoco, pois estávamos viajando pelo nordeste com conexão pelo celular 3G que na verdade era apenas Edge. Consegui um ingresso pro primeiro show, mas apenas pra pista e não pista "prime", lá na frente. Mas achei que conseguiria ficar perto e relaxei.
Parti para São Paulo sozinha num domingo pós-casamento de amigos. Ainda bem que por lá eu tenho pouso, e fui muitíssimo bem recebida na casa de um grande amigo. Fui pro até o estádio com uma amiga dele e entrei sozinha. Não me importei nem um pouco de ir sozinha. E quando o show começou a emoção foi indescritível. Mas umas três músicas depois eu percebi que não conseguiria ver o Paul. O palco era muito baixo e apesar de estar relativamente perto, eu não conseguia vê-lo diretamente. Ou seja: não estava realizando meu sonho por inteiro. Eu queria vê-lo assim, como a gente vê uma pessoa na rua. E não pelo telão. Bom, curti o show, que foi demais, pois o cara tem um pique invejável e, meu Deus, é um Beatle! Mas saí dali determinada a ver o Paul pessoalmente.
Liguei pro maridón e ele na hora percebeu pela minha voz que eu não estava realizada. Não é demais ter alguem que te entende? Então ele me autorizou a voltar no show da segunda-feira e na pista prime. Daí até a noite do dia seguinte eu corri para conseguir sacar o dinheiro todo necessário em cash, chegar ao estádio em plena segunda de chuva forte em São Paulo e conseguir um ingresso para pista a prime com um cambista. E deu tudo certo!
No início do show liguei pro marido para agradecer por ele estar tornando possível a realização de mais um sonho meu. E curti o show todo com os pés no show, olhando diretamente pro Paul, vibrando a cada música, sem quase piscar para não perder um minuto.
Foi inesquecível e eu me realizei completamente. E pensei que nunca mais veria o Paul. Então, tive siricoticos quando soube que ele voltaria à América Latina nesse ano. E a primeira notícia foi do show em Lima no dia 9, meu aniversário! Siricoticos múltiplos! Passei a semana tentando esquematizar nossa ida pra esse show, afinal, o Peru está na nossa lista de prioridades de viagem e era meu aniversário. Com muita espremeção das aulas do meu mestrado e do Rômulo, torca de plantões e outros rearranjos, seria possível, mas a Gol, onde temos milhas mais que suficientes, me fez o favor de não voar pra Lima! Assim, teríamos que pagar também as passagens, em média 1 mil reais para cada pessoa. Então, o plano babou.
Mas Paul não me deixou na mão e fará show no Rio! Então, providenciei nossas carteiras de estudante para pagarmos meia, contei com a ajuda providencial de minha super madrinha Marina e seu maridón e comprei nossos ingressos. Iremos, eu e meu marido, ver Paul McCartney tocar!
Fotos vídeo: Todos feitos por mim no segundo show de São Paulo. O vídeo treme muuuuito porque, claro, eu pulei freneticamente
terça-feira, 15 de março de 2011
Como ir a Liverpool
Para ler este post atualizado, clique aqui
O post sobre Liverpool estava pronto para entrar no ar no fim do mês, mas como uma dica da Jackie virou post lá no Viaje na Viagem, decidimos colocar logo no ar.
E para entrar no clima, um clipezinho com nossa ida à cidade:
Todo Beatlemaníaco que se preze sonha em ir a Liverpool, né? Pois bem, vamos contar sobre nossa ida à cidade dos Fab Four e dar nossas dicas.
Como chegar
Liverpool fica a apenas pouco mais de 2 horas de trem de Londres e é possível fazer um bate-volta até lá. Fomos de trem. Pegamos o metrô até a estação de Euston e embarcamos lá. Compramos as passagens aqui do Brasil mesmo (nesse site aqui), imprimimos o comprovante e lá na hora pegamos o bilhete em uma das máquinas disponíveis no local.
Em Liverpool há duas estações, a Lime Street e a Central, por isso fique atento para ir à estação certa na volta. Ainda na estação descobrimos uma lojinha de bolos de casamento e eu achei irônico. Para quem não sabe, Jane Asher, a namoradinha de Paul nos anos 60 hoje em dia é uma famosa confeiteira. Então, essa foi uma das primeiras fotos em Liverpool =)
Passeios
Bem, em Liverpool há vários passeios possíveis. Você pode fazer o passeio tipo tour no ônibus amarelo a la Magical Mystery Tour, alugar táxis para passeios exclusivos e até fazer trechos a pé. Mas há apenas um modo de entrar nas casas onde Paul e John cresceram: o National Trust.
Compramos ainda aqui do Brasil nossos tickets para esse passeio, que tem dia e hora marcados, pois há limite de visitantes por dia, então estávamos aflitos em não perder de modo algum a hora. O site é esse aqui. São três ou quatro saídas diárias, dependendo do mês, e em 2009 pagamos 32 libras pra duas pessoas. Atenção: as casas costumam fechar nos meses de inverno.
Fizemos pela manhã o passeio do National Trust, à tarde o Magical Mistery Tour em ônibus e à noite curtimos o Cavern Club. O passeio do ônibus pode ser comprado dentro da Beatles Story, na Albert Dock (Docas), pouco antes de sua saída, às 14h30m (aos sábados, domingos e dias especiais há uma saída extra às 12h; o tour não funciona nos dias 24,25 de dezembro e 1 de janeiro). Também é possível comprar pela internet. O bilhete custa cerca de 15 libras por pessoa. O site é esse aqui. A mesma empresa faz passeios de dia inteiro que incluem o passeio da National Trust.
Em Liverpool também há um hotel temático, o Hard Day's Night que vende pacotes com hospedagem e passeios.
Há ainda opções de passeios marítimos, o The Yellow Duckmarine e o The Yellow Boat Cruise. Esse primeiro parece bem interessante, pois é feito em um veículo anfíbio da Segunda Guerra Mundial.
National Trust
No nosso dia havia apenas dois rapazes e nós. Excelente! Saímos e fomos direto para Mendips, a casa de Tia Mimi, onde John cresceu.
Fotos da casa retiradas do site da National Trust
Gente, vou tentar contar aqui como foi tudo, mas jamais vou conseguir transmitir a emoção de percorrer esses lugares. Até hoje, ainda me pego pensando que talvez eu tenha sonhado isso, pois toda a atmosfera contribuía mesmo para parecer um sonho. O tempo estava super fechado, chovendo e com fog. As ruas estavam vazias, a cidade silenciosa.
Pois bem, o passeio da National Trust começa na casa da Titia Mimi, onde John cresceu - ele foi pra lá quando tinha 5 anos, após Julia tê-lo deixado aos cuidados da Tia. Quem vem nos atender é uma senhorinha muito, muito simpática. Ela nos deixa muito à vontade. Entramos pelo portão lateral, como quem já é de casa. E quando entramos na casa, meu Deus, parecemos ter sido transportados para os anos 50. Achei que a casa seria uma espécie de museu, mas não. Eles recriaram a casa como na época em que John vivia ali. Parece um local onde alguém ainda mora. Tem panelas, pacotes de biscoito, tudo, tudo de época em seu devido lugar. Ah, sim, não se pode tirar fotos lá dentro.
A "tia Mimi", como apelidei a guia, vai passeando conosco e contando como era a vida de John na casa, em cada cômodo. A voz doce dessa senhora inglesa, sua paciência em falar devagar para o Rômulo - que não fala bem o inglês - aquele cheiro de passado, tudo é envolvente. Um dos momentos mais gostosos foi numa salinha onde Tia Mimi costurava e havia vista para o jardim de inverno, repleto de hortênsias. Como eu amo hortênsias! A guia explicou que originalmente não havia essa vista, mas depois que ficou famoso, John mandou construí-la para que Mimi pudesse ver o jardim lá atrás, já que a frente da casa vivia cheia de fãs.
Outro momento emocionante é claro é o quarto de John. Indescritível a emoção.
De lá, seguimos para a 20 Forthlin Road, a casa onde Paul cresceu. Quem atende a porta é o guia que é sósia dele. Já envolvidos pelo clima de passado, é impossível não tomar um susto. Na casa de Paul o esquema é o mesmo. Tudo foi mantido para recriar a vida do jovem Paul na casa onde viveu com seu irmão Michael, seu pai Jim e a mãe Mary - que morreu quando ele tinha 14 anos. Andamos pela casa toda, ficamos um pouco no jardim onde foram tiradas algumas famosas fotos de Paul com sua família. O guia dessa casa é muito, muito engraçado. Ele me fez gritar como uma beatlemaníaca direto dos anos 60, já que eu era a única menina no grupo (risos).
Fotos do interior retiradas do site da National Trust
O passeio durou cerca de duas horas, mas até hoje quando penso naqueles momentos, pareço estar sonhando. Será que depois de escrever, deixar registrado aqui que os vivi, eu finalmente acredito?
Ah, sim, vocês repararam que na casa de John há uma plaquinha azul e na de Paul não? Bom, essa plaquinha marca locais históricos em toda a Inglaterra, mas ela só é concedida para personalidades históricas já mortas. por isso, Mendips ganhou a sua em 1981 e a de Paul não possui uma. E eu espero que nunca possua! =)
Beatles Story
De volta às docas, entramos na Beatles Story, que é uma loja e museu dos Beatles. Na verdade há dois prédios da Beatles Story, abrigando loja, café, exibições, uma sala para apresentação 4D etc. Mas o museu não possui muitas peças exclusivas dos Fab Four. Ele é mais uma apresentação da história dos Beatles e vale mais para quem não sabe cada detalhe da vida deles. Porque gente, deixa eu me gabar: nada do que vi ou ouvi na viagem foi novo para mim. Eu identificava cada objeto, estava vendo-os pela primeira vez, mas já conhecia tudo. Fiquei toda orgulhosa de ser uma sabichona de Beatles (risos).
A entrada custa cerca de 13 libras para adultos e pode ser comprada pelo site.
Bom, fizemos algumas comprinhas, claro, e almoçamos no Starbucks do subsolo, que por sinal foi delicioso e barato. Compramos as entradas para o Magical Mystery Tour e esperamos a saída do ônibus torcendo para a chuva parar.
Magical Mystery Tour
Casa de George na Arnold Grove
Cavern Club
Ao sair do Tour demos uma espiada no Hotel A Hard Day´s night, todo temático. Quem quiser passar a noite em Liverpool, taí uma ótima opção. O hotel também vende pacotes com passeios e outras experiências.
Entramos na rua do Cavern. Lá há uma estátua de John e o Cavern Pub e o Cavern Club.
Entramos no Pub porque foi o que vimos primeiro. E eu quase tive um enfarto! Entrei, olhei ao redor e falei: não é assim. Eu estava cansada de saber como era o Cavern e não era daquele jeito. Rômulo pediu cerveja e tentava me convencer, mas eu estava desolada. Até que resolvi perguntar ao garçom e ele disse que estávamos no Pub. Saí correndo e finalmente entramos no Cavern Club. Aí sim, era como eu sempre imaginei - tirando que tem uma parede bem da breguete com o nome cavern e os rostos dos rapazes.
Ficamos lá o resto da noite, estava rolando show com músicas dos Beatles, claro. Tiramos fotos e voltamos andando para a estação para pegar nosso trem que saía às 22h.
Ah, sim, o Cavern Club tem um site em que divulga sua programação. Aqui.
Antes de partir comemos no Burguer King um hamburguer de peixe sensacional, que tentamos depois, em vão, encontrar em Londres. No trem, o Romulo dormiu até chegarmos. E eu não queria dormir com medo de deixar aquele sonho.
Liverpool além dos Beatles
Obviamente que nosso interesse em Liverpool era por causa do Beatles, mas a cidade, ao contrário do que imaginávamos, não vive em função deles. Em agosto, quando acontece o Beatles Festival, até deve ser assim. Achávamos que íamos desembarcar e ver placas com fotos deles em todas as ruas ou algo do gênero. Mas não é assim. Ao sair da estação e tentar chegar no hotel para pegar a van, encontramos turistas que estavam lá por causa do time de futebol, o Liverpool. Eu, que não entendo patavinas de futebol fiquei chocada. Mas o Rômulo me explicou que é um time importante. Bom, o estádio do time fica lá.
Liverpool é muito mais que isso. A cidade é enorme, multicultural e tem uma história muito mais antiga. Em 2004 a Unesco declarou-a Patrimônio da Humanidade. O porto local foi importante para a expansão do Império Britânico e para a revolução industrial. Em 1229 o rei Henrique III autorizou a cidade a comercializar sem pagar taxas, o que deu incrível incentivo ao crescimento de Liverpool. Outros acontecimentos em Londres levaram o porto a se transformar em uma das principais portas de saída do velho para o novo mundo. Com o porto crescendo, claro, chegaram imigrantes de toda parte. Ah, sim, o pai de John Lennon trabalhava na Marinha Mercante durante a II Guerra Mundial.
O prédio Albert Dock foi construído pelo príncipe Albert em 1846. Em 1980 ele foi reformulado e passou a ter as funções culturais atuais.
O prédio Albert Dock foi construído pelo príncipe Albert em 1846. Em 1980 ele foi reformulado e passou a ter as funções culturais atuais.
Há muitos museus e atrações culturais na cidade. A Walker Art Gallery é a National Gallery do norte da Inglaterra e tem um acervo interessante. No Albert Dock, que tem entrada grátis, estão várias atrações como a filial do museu Tate, o Tate Liverpool, o Merseyside Maritime Museum, o International Slavery,o próprio Beatles Story e ao lado o Liverpool Echo Arena, um centro de convenções inaugurado no ano em que Liverpool foi a capital da cultura européia. Agora há também uma roda-gigante ao lado da Arena.
Ao longo da cidade há outras construções interessantes como a chamda Three Graces. Este é um conjunto de construções centenárias da cidade: o Liver Building, a Cunard e o Porto. Há ainda a Royal Liverpool Philarmonic, a Metropolitan Cathedral e a Anglican Cathedral, além do prédio do Radio City Tower, que é o mais alto da cidade.
Ou seja, há muito para se ver e fazer na cidade, mesmo para quem não é fã de Beatles. Há uma história longa e culturalmente rica para se conhecer em Liverpool.
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sexta-feira, 4 de março de 2011
Carnaval com Beatles
Então, hoje começa o carnal. A Jackie não curte essa folia momesca, especialmente por causa do calor, mas esse ano ela vai a um bloco: o Bloco do Sargento Pimenta!
Bom Carnaval a todos e na quinta-feira, depois da quarta de cinzas, tem um post com a noiva de Santa Teresa Thaís!
Bom Carnaval a todos e na quinta-feira, depois da quarta de cinzas, tem um post com a noiva de Santa Teresa Thaís!
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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
George Harrison´s day
Hoje é aniversário de George Harrison - bem, na verdade ele nasceu ainda no dia 24, mas foi registrado no dia 25 - por isso, para começar o dia, vou postar umas músicas dele para vocês.
Obviamente, como Beatlemaníaca, amo todos os quatro rapazes de Liverpool e sou louca pelo George. Já postei aqui um ensaio lindo inspirado em sua canção mais famosa, Something. E usamos esse ensaio como inspiração para a nossa e-session.
Eu sou apaixonadíssima pelo clipe de Something. Nele os quatro Beatles aparecem com suas respectivas esposas. Na época, George era casado com Pattie Boyd. Vejam abaixo fotos do casamento deles:
Pra terminar, uma de suas canções já em carreira solo, My Sweet Lord:
Até hoje eu não internalizei que George não está mais conosco. Quando nasci, Lennon já havia falecido, então já o "conheci" morto. Mas George não. Ele ainda estava aqui e sempre era notícia aqui pelo Brasil. Amigo de Emerson Fitipaldi, apareceu cantando para ele no Fantástico quando veio ao Brasil e depois tocou na versão de Ana Júlia dos Los Hermanos com Jim Cappaldi. Em 1999, George sofreu uma tentativa de assassinato - um maluco invadiu sua casa e o esfaqueou - e sobreviveu. Então na minha cabeça, mais tarde, quando ele teve câncer, ele também havia sobrevivido. É, afinal ele sobreviveu no meu coração.
Feliz aniversário, George!
Obviamente, como Beatlemaníaca, amo todos os quatro rapazes de Liverpool e sou louca pelo George. Já postei aqui um ensaio lindo inspirado em sua canção mais famosa, Something. E usamos esse ensaio como inspiração para a nossa e-session.
Eu sou apaixonadíssima pelo clipe de Something. Nele os quatro Beatles aparecem com suas respectivas esposas. Na época, George era casado com Pattie Boyd. Vejam abaixo fotos do casamento deles:
No nosso casamento foi uma música de George que abriu a cerimônia, Here comes the sun. Essa aqui:
E essa outra é uma das mais lindas músicas do mundo, também composta por Harrison., While My Guittar Gently Weeps.
Até hoje eu não internalizei que George não está mais conosco. Quando nasci, Lennon já havia falecido, então já o "conheci" morto. Mas George não. Ele ainda estava aqui e sempre era notícia aqui pelo Brasil. Amigo de Emerson Fitipaldi, apareceu cantando para ele no Fantástico quando veio ao Brasil e depois tocou na versão de Ana Júlia dos Los Hermanos com Jim Cappaldi. Em 1999, George sofreu uma tentativa de assassinato - um maluco invadiu sua casa e o esfaqueou - e sobreviveu. Então na minha cabeça, mais tarde, quando ele teve câncer, ele também havia sobrevivido. É, afinal ele sobreviveu no meu coração.
Feliz aniversário, George!
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
John & Yoko
Gente, estamos resolvendo mil coisinhas e coisonas e, para tornar tudo menos estressante, e porque finalmente instalamos o home theater temos ouvido muita música!
A Jackie está ouvindo toda a coleção de Beatles dela again and again and again e ouvindo The Ballad of John & Yoko lembrou de postar aqui as fotos do casamento deles, que aconteceu em Gibraltar em 1969.
A Jackie adora essas fotos! Na época em que faríamos nosso ensaio fotográfico, antes do casamento, até pensamos em fazer inspirado nessas fotos. Não parece o aterro na foto abaixo, com o Pão de Açúcar ao fundo?
Que as fotos sirvam de inspiração pra vocês! Afinal, não há dúvidas que taí um casal que se amava muito. E fiquem com o som de John:
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sábado, 11 de dezembro de 2010
Casar é bom? Ser casada é melhor!
O post de hoje é só para dizer a todas as noivas que passam por aqui que sim:
vocês terão um dia emocionante e inesquecível enquanto estiverem se maquiando e se vestindo para ficar como sempre sonharam, princesa ou mulher fatal, menina romântica ou mulher poderosa;
vai ser uma emoção indescritível entrar pela igreja, salão ou jardim e andar em direção ao seu noivo, ver rostos conhecidos, sorrisos de apoio e torcida;
vai parecer um sonho ouvir as palavras do padre, jurar amor eterno e ouvir as mesmas juras de volta na frente de todos que te amam e se preocupam com você;
e vai ser o dia/tarde/noite mais animado da sua vida comemorar seu casamento com todos com quem você se importa, seja sob música alta e muita bebida, ao som de um sax com chá ou em pé sem música tomando refri.
Sim, tudo isso é verdade. Mas alcame-se: o melhor de tudo vem depois!
Depois de tudo isso você sentirá dia após dia, noite após noite, o que é estar acompanhado na vida. O que é ter um companheiro, um ombro, uma mão, um coração só seu. Ser casado é toda essa alegria e felicidade do dia do casamento em cada pequeno momento, em cada coisa simples e nas nossas maiores batalhas. Nas noites compartilhadas na mesma casa, na casa de vocês. Nos afazeres divididos, nos encontros para compromissos em casal, nas festas em família, na saída com amigos.
E é sentir-se acompanhado, amparado e amado principalmente nos momentos em que o outro não estiver fisicamente ao seu lado. Porque é nesses momentos que dá pra sentir que não estamos mais sós. É aí que você percebe que, casados, não há solidão. Basta olhar para sua mão esquerda. Ser casado é assim.
vocês terão um dia emocionante e inesquecível enquanto estiverem se maquiando e se vestindo para ficar como sempre sonharam, princesa ou mulher fatal, menina romântica ou mulher poderosa;
vai ser uma emoção indescritível entrar pela igreja, salão ou jardim e andar em direção ao seu noivo, ver rostos conhecidos, sorrisos de apoio e torcida;
vai parecer um sonho ouvir as palavras do padre, jurar amor eterno e ouvir as mesmas juras de volta na frente de todos que te amam e se preocupam com você;
e vai ser o dia/tarde/noite mais animado da sua vida comemorar seu casamento com todos com quem você se importa, seja sob música alta e muita bebida, ao som de um sax com chá ou em pé sem música tomando refri.
Sim, tudo isso é verdade. Mas alcame-se: o melhor de tudo vem depois!
Depois de tudo isso você sentirá dia após dia, noite após noite, o que é estar acompanhado na vida. O que é ter um companheiro, um ombro, uma mão, um coração só seu. Ser casado é toda essa alegria e felicidade do dia do casamento em cada pequeno momento, em cada coisa simples e nas nossas maiores batalhas. Nas noites compartilhadas na mesma casa, na casa de vocês. Nos afazeres divididos, nos encontros para compromissos em casal, nas festas em família, na saída com amigos.
E é sentir-se acompanhado, amparado e amado principalmente nos momentos em que o outro não estiver fisicamente ao seu lado. Porque é nesses momentos que dá pra sentir que não estamos mais sós. É aí que você percebe que, casados, não há solidão. Basta olhar para sua mão esquerda. Ser casado é assim.
No more lonely nights
I can't wait another day until I call you
You've only got my heart on a string and everything a-flutter
But another lonely night might take forever
We've only got each other to blame
It's all the same to me love
'Cause I know what I feel to be right
No more lonely nights
No more lonely nights
You're my guiding light
Day or night I'm always there
May I never miss the thrill of being near you
And if it takes a couple of years
To turn your tears to laughter
I will do what I feel to be right
No more lonely nights
Never be another
No more lonely nights
You're my guiding light
Day or night I'm always there
And I won't go away until you tell me so
No I'll never go away
Yes, I know what I feel to be right
No more lonely nights
Never be another
No more lonely nights
You're my guiding light
Day or night I'm always there
And I won't go away until you tell me so
No I'll never go away
And I won't go away until you tell me so
No I'll never go away
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