quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Para refletir: maternidade II

Queria postar aqui a ótima matéria que li no jornal La Tercera, do Chile. Mas não consigo encontrá-la online e meu scanner morreu (que dó). Então achei uma coluna, da Época, sobre o mesmo livro e vou colocar aqui. O livro em questão é o "Crianças francesas não atiram comida" e a autora é Pamela Druckerman. 


Na coluna da Época que separei aautora Letícia Sorg fala sobre a tese da escritora francesa - a de que as mães francesas são melhores que as americanas para educar seus filhos - e também da educação chinesa. Espero que curtam!


"As mães francesas são melhores?

Se há duas palavras que podem descrever bem a maioria das mães são dúvida e culpa. A dúvida sobre a melhor maneira de educar os filhos. E a culpa por, talvez, ter feito algo errado. É por isso que nunca vai ter fim a discussão sobre qual a melhor forma de criar crianças.
No mais recente capítulo desse debate, o tema é a superioridade das mães francesas. Segundo a jornalista americana Pamela Druckerman, autora do recém-lançado livro French Children Don’t Throw Food: Parenting Secrets From Paris (algo como Crianças francesas não atiram comida: segredos de Paris para criar filhos),  asmamans criam crianças mais pacientes e comportadas do que asmommies dos Estados Unidos.
Pamela chegou a essa conclusão depois de se mudar com seus três filhos para Paris – depois de passagens por Nova York, Buenos Aires e São Paulo. Enquanto não conseguia controlar seus filhos nos restaurantes sofisticados da capital francesa, Pamela via enfantssentados comportadamente, comendo com talheres, enquanto os pais conversavam calmamente. Enquanto sua casa era tomada por brinquedos, via apartamentos de famílias francesas absolutamente arrumados, sem traços das crianças que ali moravam.

Impressionada, Pamela decidiu investigar qual era o segredo dasmamans. Ouviu anedotas dos amigos, pesquisou um tanto e chegou a duas conclusões:
1.  As mães francesas ensinam seus filhos a ser pacientes. Ninguém sai correndo desesperado pegar a criança que começou a choramingar no berço nem interrompe a conversa com outro adulto para atender imediatamente ao pedido do filho. Para Pamela, os francesinhos aprendem, com isso, a não ser sempre o centro da atenção.  Os filhos não são a única coisa das mães francesas. São uma parte de suas vidas.
2. As mães francesas estabelecem limites mais claros para seus filhos, sem culpa de dizer non, ça suffit (não, basta)!  Isso não quer dizer que elas ficam o tempo todo controlando os filhos: depois de esclarecer os limites, as francesas deixam as crianças brincar à vontade, sem interferências desnecessárias.
Mas será que os ensinamentos das mães francesas são melhores que os das mães chinesas? No começo do ano passado, a moda era justamente elogiar a disciplina rígida de algumas mães orientais. Para quem não se lembra, a onda começou quando a advogadaAmy Chua, professora de Direito em Yale, lançou o Grito de guerra da mãe-tigre (Intrínseca). No livro, ela contava como suas regras restritivas – suas duas filhas não podiam assistir TV nem brincar com os colegas e tinham que tirar A e estudar horas de piano ou violino – eram melhores do que o modo super liberal de criar os filhos. Amy brigou muito com a filha mais nova, mais rebelde, e até chegou a relativizar algumas regras, mas continuou defendendo que estabelecer os padrões mais altos era melhor do que não exigir nada das crianças.
Francesas ou chinesas, parece que elas se uniram para atacar um “modo contemporâneo” de criar os filhos que prega menos limites e mais responsabilidade, menos cobrança e mais estímulo. Talvez Pamela e Amy defendam, mais do que as culturas francesa e chinesa, a volta da tradição como antídoto para a falta de educação das crianças.
Eu, que sou do interior de São Paulo e sei o que é ter uma educação mais tradicional, posso dizer que a educação à moda antiga tem, sim, seus méritos. Mas, como todas as formas de criação, tem também suas falhas. Talvez falhas menos graves do que a falta total de limites e educação, mas falhas.
Por isso,  se eu fosse escrever um livro sobre a maternidade, não seria um para elogiar as mães de lugar algum. Mas para mostrar as falhas das mães brasileiras, chinesas, francesas, americanas, finlandesas, nigerianas. Só para que todas percebam que ser uma boa mãe não é estar sempre certa, mas tentar encontrar suas próprias respostas sem culpa."

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Para refletir: maternidade

Cada vez mais tenho refletido sobre o tema maternidade. E por diversos motivos. Um deles é que eu tenho no momento muitas amigas grávidas, muitas mesmo, tanto amigas super íntimas, como ex-colegas de trabalho e até amigas virtuais. E como é gostoso ficar perto de grávida né? Uma energia boa, uma felicidade calma. Acho uma delícia (bom, pelo menos das grávidas que eu conheço né?).


O outro motivo para eu estar refletindo sobre o tema foram alguns textos que chegaram até mim, por email, jornal. E como achei os textos muito bons, decidi dividí-los aqui no blog. Só ressalto que não estou defendendo a posição de nenhum dos textos que vou postar essa semana por aqui. Estou apenas colocando-os para que cada um reflita sobre eles a partir de sua experiência. Espero que de alguma forma contribua para o enriquecimento da visão sobre maternidade de alguma leitora.


Então, o texto de hoje recebi por email através de uma amiga, mas ele foi publicado na revista Veja em julho de 2011. É uma entrevista em que a filósofa francesa Elisabeth Badinter expõe sua opinião sobre a maternidade, especialmente sobre as cobranças sobre a mulher para que ela seja uma "mãe perfeita". 




A mãe perfeita é um mito

Poucos intelectuais falam sobre os dilemas da maternidade com a coragem da filósofa francesa Elisabeth Badinter, 67 anos. Professora da École Polytechnique, autora de uma dezena de livros, ela sempre causou polêmicas que extrapolaram a academia. Em 1980, lançou um livro em que questionava a noção de instinto materno. A mais recente controvérsia gira em torno de seu novo trabalho, Le Conflit: la Femme et la Mère (O Conflito: a Mulher e a Mãe), best-seller na França, recém-lançado no Brasil. Badinter ataca um grupo de feministas que ajuda a consolidar no pensamento moderno a ideia de que toda mulher deve ser mãe – e perfeita. Herdeira do grupo de publicidade Publicis e mãe de três filhos, ela concedeu a entrevista desde Paris, onde mora com o marido, Robert Badinter, ex-ministro da Justiça da era Mitterrand.

Como a senhora conseguiu despertar a ira de feministas, ecologistas e acadêmicos?

Tento desconstruir um mito que vem se consolidando nas sociedades modernas com a participação de todos esses grupos – o da mãe perfeita. Movidos por ideologias as mais variadas, feministas, ecologistas e os intelectuais que eu combato tratam de sedimentar no caldo cultural do século XXI a ideia de que, uma vez mãe, a mulher deve enquadrar-se em um modelo único, obedecendo a dogmas que, de tão atrasados, sepultam os avanços mais básicos trazidos pela industrialização. Estou falando de pessoas que torcem o nariz para as cesarianas e chegam a fazer apologia do parto sem anestesia, sob o argumento de que há beleza no sacrifício feito em nome dos filhos já no primeiro ato. Demonizam o uso da mamadeira e até o da fralda descartável. Para essa gente, as mães nunca devem estar indispostas para suprir as necessidades de sua prole. Essa pressão só causa frustração e culpa nas mulheres.

A senhora está dizendo que as próprias feministas agitam hoje bandeiras que trazem frustração e culpa às mulheres?

Uma parte delas, não há dúvida, está dando marcha a ré em relação a conquistas anteriores. Pois elas estão, no fim das contas, retirando o direito de escolha das mulheres. Olhe um exemplo bem claro do que digo. Em 2009, a então ministra da Justiça francesa, Rachida Dati, voltou à ativa poucos dias depois de dar à luz. Foi o suficiente para que algumas feministas ficassem possessas. "O que essa ministra está fazendo que não ficou em casa amamentando seu bebê?", elas indagavam. Diziam que os empregadores poderiam agarrar-se àquele caso para se insurgir contra a licença-maternidade e outros direitos adquiridos pelas mulheres que são mães. Em suma, politizaram a discussão sem se preocupar com aquilo que, afinal, é o fundamental: que, entre parâmetros razoáveis, elas possam exercer a maternidade à sua maneira, de acordo com seus valores e convicções. Pois digo mais sobre essas feministas: elas estão contribuindo para que as mulheres voltem para o lar.

Mas não é uma bandeira oposta à que sempre defenderam?

Não é que elas trocaram de bandeira, só que sua mensagem vai em direção contrária ao que apregoam. Essas feministas dizem que as mulheres apresentam certas características, como ternura e compaixão, que as distinguem dos homens de forma decisiva. Para elas, ser mãe seria como uma extensão natural da própria natureza feminina e, por isso, todas deveriam exercer seu lado maternal. É como um ato, uma demarcação de território. Certamente a maioria das mães de hoje não se reconhece nesse discurso, mas ele acaba se juntando ao de outras tantas cabeças pensantes equivocadas que tratam de idealizar a maternidade. Diante de tamanha pressão, muitas mulheres acabam deixando o mercado de trabalho no afã de atender às demandas que recaem sobre elas. Refiro-me a gente com alta escolaridade e com todas as chances de prosperar.

Apesar da pressão pela maternidade a que a senhora se refere, os dados demográficos mostram uma queda acentuada nos índices de fecundidade em países europeus, assim como no Brasil...


As estatísticas confirmam o que os demógrafos já previam: são principalmente as mulheres mais escolarizadas e egressas dos mais altos estratos de renda que estão-tendo menos filhos, ou nenhum. Vejo nisso um efeito direto da cobrança pela maternidade perfeita de que tanto falo. Na iminência de ficarem reféns de tantas exigências sociais, muitas simplesmente desistem de se tornar mães.

Essa pressão de que a senhora trata varia de uma cultura para outra?

Existe uma lógica bastante clara. A cobrança por perfeição incide mais sobre a cabeça daquelas mães que encarnam simbolicamente o papel de superpoderosas. Refiro-me, por exemplo, à mama italiana, à kenbo japonesa e à mutter alemã. O resultado se percebe nas estatísticas. Na Alemanha, um terço de todas as mulheres com ensino superior completo opta por não ter filhos. Trata-se de um dado espantoso. É claro que, além de toda a pressão que pesa sobre as alemãs, recai sobre elas a dificuldade de achar uma boa creche e contar com uma estrutura que lhes permita manter um trabalho.

Muitas mulheres acabam cedendo à pressão de se tomar mães, mesmo que esse não seja um desejo delas?

É mais frequente do que se poderia esperar em sociedades ocidentais avançadas. E isso não é bom. A experiência mostra de forma bastante enfática que, em geral, mulheres que nunca desejaram a maternidade, mas que acabam tendo filhos em razão da pressão da família e dos amigos, tornam-se mães impacientes, frustradas e medíocres. É espantoso que em um mundo tão moderno como este em que vivemos não pareça razoável que urna mulher simplesmente não deseje ser mãe. É como se isso significasse uma recusa à própria natureza. Os estereótipos negativos sobre as que não querem ter filhos são os piores possíveis: egoístas, insatisfeitas, imaturas, incompletas, carreiristas, só para citar alguns. Mesmo que eles não sejam verbalizados, estão sempre presentes. Uma bobagem que tem raízes mais antigas no pensamento ocidental.

Mas, afinal, os hormônios não têm influência direta na ligação afetiva que uma mãe trava com seu filho?

Sabemos que cada mulher apresenta uma sensibilidade diferente à atividade hormonal quando tem seu filho. O que é determinante para todas elas é o caldo cultural do qual emerge a ideia do amor materno, como um sentimento que deve ser livre de imperfeições e ambiguidades. É curioso notar que o conceito de maternidade tem variado na história de acordo com as mudanças socioeconômicas. Nas sociedades mais primitivas, ser mãe significava primeiro, colocar mais gente na tribo para fortalecer numericamente o grupo e enfrentar melhor os inimigos e, segundo, aumentar a capacidade produtiva. Revisito a história para relativizar essa ideia do instinto materno, que tem hoje uma aura de sagrado. Mães são naturalmente imperfeitas, como é inerente à própria espécie humana.

Quando surge o conceito de maternidade tal como conhecemos hoje?

Apenas a partir do século XVIII, sob influência direta do filósofo francês Jean-Jacques Rousseau. Foi com a publicação de Émile, em 1762, que Rousseau deu o primeiro e decisivo impulso para a concepção de família fundamentada no amor materno, como é hoje. Naquele tempo, com o apoio principalmente dos médicos, ele conseguiu convencer a sociedade francesa a valorizar mais a função materna, argumentando que isso significava para as mulheres a reconquista do papel superior que lhes foi dado pela natureza.

Naquele tempo, nem mesmo as crianças eram reconhecidas por suas características particulares, certo?

É verdade. Elas eram vistas apenas como adultos em miniatura, com pouca Ou nenhuma importância na família. Entregues às amas para que as alimentassem e criassem, só voltavam ao convívio dos pais por volta dos 5 anos. Durante os séculos seguintes, todos os pensadores que se debruçaram sobre a maternidade e a infância retomaram à filosofia rousseauniana, divulgando-a e aprofundando-a. É a própria história que nos conduz a uma conclusão óbvia: a de que o amor materno não é instintivo, como tantos apregoam, mas sim uma ideia construída.

As supermães de hoje são o produto mais acabado dessa construção histórica?

As mães que põem os interesses e as vontades dos filhos sempre acima dos seus são vítimas desse equívoco historicamente determinado. Essas mães acreditam que a dedicação incondicional pode ajudar a produzir uma criança perfeita, resultado dos incentivos constantes. Nada mais típico do grande equívoco atual, baseado numa interpretação exagerada da psicanálise, do que a ideia de que as crianças devem ser poupadas de toda e qualquer frustração. Esse excesso costuma produzir efeitos colaterais desastrosos – tanto para a mãe como para a criança.

A quais efeitos exatamente a senhora se refere?

Não raro, os filhos tomam o controle da situação e se tomam pequenos tiranos em casa – fenômeno que na França chamamos de l'enfant roi (algo como "a criança é o rei"). De outro lado, causa frustração às mulheres colocarem-se sempre em segundo plano. Não estou dizendo aqui, nem de longe, que existe uma fórmula ideal para a maternidade. Algumas mães podem deixar o emprego em nome dos filhos e ficar perfeitamente contentes com essa opção. Outras não. Chama muito minha atenção ver mulheres com expressão vazia enquanto cuidam de seus filhos nas praças e jardins. Fico me perguntando: qual é o problema de reconhecer que não querem passar o dia inteiro com seus filhos? Evidentemente, elas acham que isso significaria amá-los menos.

Mas esse dilema materno não é o mesmo de sempre?

Não. De certo modo, as mulheres que têm filhos atualmente procuram ser a antítese das próprias mães. Pode-se dizer que o modelo das mulheres que lutaram por seus direitos na década de 70, se por um lado resultou em avanços para elas, por outro se tornou constante fonte de stresse frustração. A atual geração de mulheres assistiu à própria mãe tentando equilibrar-se em uma rotina extenuante, comprimida entre trabalho e filhos. Com esse exemplo, em casa, muitas das jovens de hoje enxergam na maternidade em tempo integral uma chance de levar uma vida menos maçante, uma vida mais prazerosa e plena. Talvez, se não fossem tão pressionadas a desempenhar esse papel sempre em busca da perfeição, elas poderiam ter seus filhos e ainda assim conseguir trabalhar – tudo com muito mais leveza.

Em que medida o papel dos homens está mudando?


Claramente, as últimas décadas não têm sido fáceis para eles. As mulheres conquistaram o mercado de trabalho, tomaram-se financeiramente independentes e, como tratores, acumularam responsabilidades dentro e fora de casa. Os avanços foram incríveis. E o que restou para os homens? Muitas cobranças e uma percepção ainda difusa sobre o seu real papel – algo que, em minha opinião, pode se definir com maior clareza nas décadas que virão. Como contribuição dos conceitos de feministas mais radicais, ainda prevalece uma visão muito negativa do sexo masculino. São difundidos estereótipos que em nada ajudam a compreender o mundo de hoje. É absurda a ideia tão propagada ainda de que as mulheres são, por definição, vítimas.

Qual sua visão particular do que, afinal, é ser uma boa mãe?

Esse é um assunto em que, definitivamente; não cabem modelos excludentes. É natural que a maternidade varie segundo valores, crenças e culturas familiares de cada mulher. Portanto, o máximo que posso dizer é o que sinaliza a experiência de forma bem clara: o ponto ideal é aquele em que as mulheres mantenham a equidistância entre os próprios desejos e os de seus filhos. Em outras palavras, que alcancem um ponto de equilíbrio em que não fiquem excessivamente próximas a ponto de roubar O espaço necessário ao desenvolvimento das crianças nem tão distantes que pareçam ausentes. As mães são, afinal, referência afetiva e intelectual imprescindível aos filhos. Infelizmente, esse modelo mais harmonioso e livre de tantas cobranças é bem raro no mundo atual.
 

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

O Save the date da Tati

"Conheço" a Tati desde antes dela marcar o casamento. Ela era uma noiva apaixonada por alguns dos meus fornecedores - a CST, a Lanna, a Macuca etc - e veio me pedir indicações. E aí fomos batendo papo.


E ó como o tempo voa, já está aí o Save the date da Tati, feito pela Macuca. Ficou lindo! É tão gostoso gravar com o noivo e a equipe Macuca, não é não, Tati? Lembro até hoje da gravação do nosso... *suspiros*


Vocês podem assistir aí abaixo ao vídeo. E parabéns para a Tati pela ótima escolha dos profissionais!

Save the Date Tatiane e Bruno from Macuca Produções on Vimeo.



Vídeo: Macuca

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Cenas dos próximos capítulos

A Shirley divulgou no blog dela algumas fotinhos do casório lindo, de sonho, looosho da minha afilhada linda (também conhecida como melhor madrinha ever) e eu vim postar aqui para vocês conferirem. Digam se a noiva não ficou uma boneca?






E ó, repararam em quem está atrás da mesa, com o microfone na mão? Reconheceram? Quando as fotos oficiais e o vídeo saírem eu conto essa história. Só digo que ser madrinha dá mais nervoso que ser noiva =)




Fotos: Do blog Para falar de casamento (Shirley Yanez)

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

E os caixotes de feira?

Lembram dos meus mil projetinhos de DIY? Entre eles estava uma estante de caixotes de feira.


Acontece que o tempo começou a passar e nada de eu terminar de lixar e pintar os caixotes. Aí aqueles cinco caixotes viraram "clutter", como chamamos os entulhos no método Fly. Por isso, foram para o lixo.


Mas, como meu digníssimo cachorrinho comeu a lateral de um bauzinho que eu usava como mesinha lateral no escritório (e que eu também queria reformar) fiquei com 2 caixotinhos para substituir o baú.


E aí estão eles. Não ficaram um primor de acabamento, mas deu uma boa corzinha ao escritório. E o melhor: dei fim a um "cantinho da bagunça".


PS: vamos ver se o post ficará configurado, estou testando postar pelo Ipad.









Fotos: Arquivo pessoal

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Dica de presentão para ocasiões especiais

Através da Fan page do Viaje Sim eu conheci a Botanic Tour, aqui do Rio. Na verdade eu até já tinha lido sobre a empresa já que vários blogueiros de viagem indicam a empresa para fazer sobrevoos de helicóptero na cidade. Mas só me dei conta agora que eu podia indicar os serviços da empresa aqui, já que eu estava prepararando um post para o Valentine's day (é hoje!).


Vocês imaginam o tantão de lindo que deve ser ver a cidade maravilhosa de um helicóptero, passeando com calma sob os pontos mais bonitos da cidade? Pois é, a Botanic Tour tem vários roteiros diferentes para a gente ver do céu essa perfeição de cidade. 


Então, anotem aí no caderninho de "idéias para presente" pro namorado, noivo, marido para uma ocasião especial. E ó, noivas, a empresa também faz "voos especiais". Já pensou chegar de helicóptero na sua cerimônia? Super indicado para noivas aventureiras, né?



quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Copa Palace em promo no Zarpo

Eu sei que todo mundo que lê o blog já se inscreveu no Zarpo (se não é seu caso, clica aqui  para se cadastrar) e assim não perde nenhuma promoção. Mas, no caso de alguém ter se distraído, chamo a atenção aqui para a venda que está valendo neste momento no site: o Copacabana Palace, aqui no Rio de Janeiro.


O hotel da rede Orient-Express todo mundo conhece, especialmente as noivas, né? Pois então, a promoção do Zarpo oferece a chance de se hospedar entre 15 de março e 10 de junho na suíte Piscina. O quarto, segundo o Zarpo, tem "70m², varanda, vista para o mar e piscina, banheira, menu de travesseiros, amenidades exclusivas, 1 cama king ou 2 twin, 2 TV’s LCD, DVD, Nespresso e AC". O valor na promoção é R$ 1.075 a diária, sem café, para dois adultos e uma criança. O preço regular do mesmo quarto é R$ 1.745, uma economia de R$ 670.   Ah, o café custa R$ 83 por pessoa.






Lembrando que a promoção é para diária comum, com check-in às 16h, e não pacote de noiva, ok meninas? As vendas no Zarpo vão durar mais 6 dias e se você tiver alguma dúvida basta conversar com um mordomo do Zarpo no Chat disponível no site.


Fotos: Divulgação Zarpo

Novidades no Viaje Sim

E lá no Viaje Sim! os relatos sobre o Mochilão começaram. Nesse post aqui contamos como foi nossa primeira parada, Iquique, no Chile, aproveitando uma escala.


Uma novidade é que criamos uma Fan page para o Viaje Sim!, que você pode acessar e curtir aqui. E se quiser se divertir, no Mural da Fan page postamos um vídeo boboca que fizemos em Uyuni, no Cementerio de Trenes, no melhor estilo Indiana Jones. Clica lá para assistir e dar boas risadas =p

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Dogsly

Já tenho um novo vício online. É o Dogsly! E a culpa é da , que postou o link no twitter dela. Entrei e viciei nessa rede social cujo único objetivo é compartilhar fotos de filhotes de cachorrinhos. E gente, é cada um mais fofo que o outro, de enlouquecer.


Para ver as fotos não precisa se cadastrar e para postar pode-se usar o aplicativo no Iphone ou Ipad ou simplesmente enviar pelo twitter com a tag #dogsly.


As fotos mais "loved" vão para uma página "Best". Ontem fotos do Maquinho e do Chimi, o fofucho da Fê, estavam por lá.



Maquinho fazendo charme


Chimi com pose de adulto façoissotododia

Adorei a rede porque lá posso postar mil fotos do meu filhote sem encher a paciência dos meus seguidores do Twitter ou amigos no FB. Podem passar de vez em quando lá pelo Dogsly que com certeza sempre haverá fotos do meu amorzinho.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

No Viaje Sim: que roupas levar para um mochilão

Para quem tem dúvidas do que botar na mochila na hora de uma viagem mais aventureira, hoje tem post com a lista das roupas que levamos, Rômulo e eu, para a Bolívia e Peru. Confere aqui.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Nossas carinhas

Todo mundo já reparou nas nossas "carinhas", aqui ao lado né? São uma graça, não? Pois outro dia eu postei sobre os carimbos que fizemos com elas e por conta dos comentários me dei conta de que não tinha dito onde as fizemos. Então, estou aqui para reparar isso!




Nossas carinhas foram feitas pelas Carinhas Personalizadas, do casal Melina e Raphael. Eles têm um lojinha online e a encomenda pode ser feita por lá. As carinhas são entregues em arquivo digital, que pode ser usado em diferentes mídias e formatos. 


Tendo as carinhas é possível fazer uma infinidade de produtos, de papelaria para casamento ou aniversário a agendas, passando por pijamas, canecas, quadrinhos e muito mais.




Eu encomendei as carinhas, depois o carimbo e agora uma agenda. O atendimento da loja é sempre impecável, atencioso, pontual e carinhoso. Recomendo muito!


Fotos: arquivo pessoal
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