Alguns países exigem que os viajantes estejam imunizados contra febre amarela para permitir a entrada em seu território. É o caso da Bolívia, um dos nossos destinos agora em janeiro. Então, primeiro nos informamos sobre o procedimento e tratamos de correr atrás da imunização. Mas ao mesmo tempo em que tomar a vacina é simples, é complicado.
Na internet tem muita informação, mas desatualizada. Para o Rio por exemplo eu achei sites informando que seria possível ser vacinado no próprio aeroporto Galeão, na rua México no centro e em alguns postos pela zona sul. Mas quando eu ligava para os locais, sempre negavam.
Teoricamente qualquer posto de saúde - não é UPA, viu gente, é posto de saúde - aplica a vacina. Então, peguei uma lista de postos. Mas o mais perto aqui de casa, por exemplo, está em obras. Achamos um em Copacabana, segundo a lista, na Praça Serzedelo Correa. Ninguém atendeu o telefone lá, mas arriscamos. Sorte nossa que o taxista disse que o posto tinha mudado e agora ficava ao lado da UPA no terreno do metrô da Siqueira Campos.
É isso mesmo. Ótima localização, né? É coladinho no metrô. Chegando lá, o atendimento é ótimo e rápido. Você é vacinado e recebe um certificado válido no Brasil. Para viajar é preciso levar esse documento a um posto da Anvisa - tem um no terminal de desembarque 2 do Galeão - e trocá-lo por um certificado internacional.
Mas atenção: você precisa tomar a vacina com no mínimo 10 dias de antecedência à viagem, ok? Não deixe para a véspera.
Segundo o atendente do posto, antes de ir ao posto da Anvisa é necessário fazer um cadastro no site, aqui. Já fiz e agora é torcer para a troca dar certo.
Ah, a vacina é válida por dez anos. Ainda bem!
UPDATE: A Carina deixou uma dica aqui nos comentários informado que agora seria possível tomar a vacina e já pegar o certificado internacional no mesmo local, na Gávea. É que no Posto de saúde da Padre Leonel Franca, em frente ao Planetário, haveria um funcionário da Anvisa que emitiria o certificado (obrigada, Carina!)
No entanto, eu estive no posto no dia 06/01 e uma funcionária me informou que esse serviço foi suspenso temporariamente. Então, é melhor confirmar por telefone antes de ir até à Gávea. Por enquanto, certo mesmo, só no aeroporto.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Vacina contra febre amarela no Rio
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Mega post: Vamos nos organizar?
Avisei logo no título que esse post é mega, enorme. E pra evitar que alguém desista logo aqui nas primeiras linhas adianto que ele contém:
1. Minha experiência com dois métodos de organização e otimização do tempo, para cuidar da casa,de mim mesma, e do trabalho (estudos), com a indicação dos métodos, claro;
2. Uma proposta tripla minha para você, leitor(a).
Então, vamos começar!
Quero ser dona de casa!
Depois da fase Elvis Gordo, deprê, parti para a fase de fazer algo para resolver o problema. Então parei para pensar nas coisas que me incomodavam. E com certeza uma coisa que me deixava chateada é não conseguir gerenciar bem a casa. Eu tenho uma ajudante aqui, tudo fica limpo porque ela vem, meu marido é hiper compreensivo e não me cobra nada (temos um acordo e eu não lavava louça, nunca, nem nos dias em que ele estavisse de plantão. A louça era dele porque eu odiava mexer na pia e o que ele odiava eu fazia, sem estresse. E ele não se incomoda de comermos fora ou pedirmos comida). Mas EU ficava chateada quando, por exemplo, ia tomar leite (prazer, sou um bezerro), abria a geladeira e ops, não tem leite. Acabou e eu nem vi. Ou pior, quando o marido estava saindo para trabalhar a cadê uniforme limpo e passado? Ou ainda, por pedir comida every day, gastando muito e comendo coisas pouco saudáveis. Ou quando um amigo estava aqui por perto, ligava dizendo "oi, vou subir aí" e eu tinha que sair correndo feito louca pra dar uma geral na sala ou, pior, me vestir porque ainda tava de pijama.
Nesses momentos eu sempre pensava em como minha mãe jamais deixaria essas coisas acontecerem. Como eu não me lembro de nenhuma vez não ter comida prontinha pra mim, a casa limpa pra receber qualquer pessoa e ela também pronta pra sair se fosse necessário.
Eu não quero ser neurótica com a casa, nunca vou achar normal deixar de sair com um amigo ou marido porque "tenho que" lavar roupa ou louça. Não quero isso. Mas queria que a casa funcionasse melhor, sem eu ter que dedicar muuuito tempo a ela. Porque eu estudo em casa e só consigo fazer isso quando está tudo organizado. Mas parar meia-hora para "abrir caminho na mesa" a cada vez que quero sentar pra estudar acaba me desanimando e me fazendo estudar menos. Queria enfim, conseguir equilibrar o tempo para cuidar BEM da casa (que pra mim significa cuidar da minha família, incluindo eu mesma), cuidar BEM de mim e estudar BEM (que é o meu trabalho).
O processo de mudança
As coisas começaram a mudar aqui em casa por conta do Maquinho. É que criar um filhote requer alguma rotina. Ele tem hora pra comer, ele tem comida certinha e requer muitos cuidados e atenção. Então a vinda dele já melhorou bastante nosso hábitos.
Desde que ele chegou eu comecei a acordar mais cedo, porque ele reclama mesmo se passar da hora dele. E isso foi bom. Assim, eu fico mais cansada e consigo dormir mais cedo no fim do dia. Ponto pro Maquinho.
Depois, comecei a ter sempre que checar a geladeira pra ver se tem as frutinhas e legumes do Maquinho. Com isso, comecei a comer pelo menos uma fruta por dia, já que o Maqui come normalmente metade de uma banana, maça etc. Daí ficava metade aberta, eu acabava comendo. Depois, quando comecei a fazer verduras no vapor dele, passei a aproveitar e usar em uma receita pra gente também. Ponto pro Maquinho de novo.
E, por último, com um filhotinho em casa não tem jeito. Mesmo sabendo onde fazer as necessidades dele, a casa fica mais suja. Então eu passei a ter que dar uma geral na casa sempre, além da limpeza de rotina que a minha ajudante faz aqui. Terceiro ponto pro meu filhote lindão!
FLY
Daí, um dia eu estava na internet lá pelas 5h da manhã, numa das noites de insônia e decidi pesquisar um método de organização do tempo. Tinha em mente algo como o GTD, sobre o qual vou falar abaixo, mas acabei encontrando o FLY e decidi tentar. O resultado me fez tão bem em tão pouco tempo que precisava compartilhar com vocês.
Bem, o FLY é um método nascido nos EUA para o gerenciamento da casa. O que mais gostei nele é que é um método progressivo. Você não vai começar hoje a fazer todo o seu conteúdo. Não, você vai dar "passinhos de bebê". E acho que esse é o segredo do sucesso. Você vai solidificar, internalizar hábitos novos em você e isso leva tempo. E uma vez que os hábitos estejam, sólidos, você não vai mais perdê-los. Afinal, quantas vezes você já não levantou com a macaca, fez um faxinão, resolveu pendências e no dia seguinte voltou a fazer bagunça e deixar as coisas acumularem? Por isso, nada no FLY é radical.
Comecei no método lendo um pouco do site em inglês aqui e me inscrevendo na lista brasileira do Fly aqui. Na lista baixei os arquivos iniciais e coloquei tudo - eu disse tudo - em prática. Nos primeiros dias você faz muito pouca coisa, mas esse pouco já mudou meu humor. Basicamente você cria uma rotina matinal e outra noturna, além de ter a tarefa de "deixar sua pia brilhando". Sim, esse é o passo inicial do sistema FLY. Fazer e manter sua pia brilhar. Imaginem o susto do marido com isso já que antes eu nem lavava louça?
Pois bem. Nos primeiros dias o Fly já me ajudou muito com a rotina matinal que inclui se vestir e pentear. Só quem trabalha de casa sabe como é a tentação de passar o dia de pijama e ter que sair correndo quando o porteiro toca a campainha (risos). Iniciei minha rotina matinal, minha rotina noturna, mantive minha pia brilhando e aos poucos fui inserindo as outras tarefas conforme as orientações do sistema. Como uma FLY lady temos que fazer um diário para controle de nossas tarefas e eu já estou com o meu bem prontinho, embora ainda não faça muita coisa. É bem importante que não se tente fazer tudo de uma vez.
Minha rotina noturna inclui: deixar a pia brilhando; trocar o pano de prato; 5 minutos de arrumação de bagunça; banho; cremes e remédios da pele; levar a roupa pro quarto ou cesto; fazer o plano de vôo do dia seguinte (listar na agenda os afazeres); separar a roupa pro dia seguinte.
Bom, mas se eu não faço tudo, o que é esse "tudo" da Fly? Além de rotinas matinais, da tarde e noturnas (coisa rápida, tipo 15 minutos), o sistema tem lembretes diários enviados por email como "beba água", "tem alguma conta para pagar hoje?" etc. Também a ótima idéia de se tirar a bagunça dos pontos críticos da casa. Mas nada de ficar arrumando muito tempo todo dia. São apenas 5 minutos pela manhã e outros 5 à noite, marcados no timer. Para a manutenção da limpeza da casa o sistema divide o espaço em 5 zonas. A cada semana apenas uma zona é nosso alvo. E a cada dia apenas uma tarefa, que não leva mais que 15 minutos. Além disso há um objetivo instituído por dia da semana. A segunda-feira por exemplo é dia de cuidar da casa, dedicando uma hora à arrumação (eu tenho levado apenas 15 minutos nisso, já que tenho uma ajudante que faz a maior parte das tarefas pedidas aqui). A quarta-feira é dia de inventário na geladeira e despensa, anotar tudo que tem e o que falta. Aí a quinta é dia de afazeres na rua, como por exemplo, o mercado. A sexta-feira é dia de limpar mesa de trabalho e carro e por aí vai. Sábado e domingo não têm tarefas. Também há a proposta de fazer qualquer coisa em 15 minutos: você marca esse tempo no timer e faz o que quiser, ler uma revista, cuidar de você etc. E uma missão do dia, que inclui coisas variadíssimas, como por exemplo jogar 27 itens fora. Tem também um dia anti-procrastinador - um dia para fazer aquela tarefa que você adia há tempos. Não é bacana? Enfim, tem coisa à beça ainda para eu internalizar.
Quando já se está no sistema por inteiro a casa roda no automático o ano todo sem te tornar uma escrava doméstica. Eu gostei muito do método e já tenho tido bons resultados aqui em casa. Em vez de levantar e ir direto pro computador, eu faço minha rotina. Rendo mais nos estudos, paro pra almoçar cedo e melhor.
Pra mim o pequeno detalhe que mudou tudo em relação à alimentação foi que na rotina da manhã - afixada em cima da pia - eu leio: o que tem pro almoço? Eu vejo isso assim que acordo, então já penso logo no que fazer ou comprar. Às vezes eu não faço nada, compro pronto mesmo, mas já estou programada pra isso desde cedo e já penso em alternativas mais saudáveis que a velha lasanha congelada. E mesmo com os horários loucos do marido, por duas semanas eu tenho conseguido fazer um cardápio semanal variado e fresquinho.
Update 1: o método não é só pra quem trabalha em casa, tá gente? Ele serve muito bem pra quem trabalha fora, pois exige pouco tempo de dedicação por dia.
Update 2: Esse blog aqui é ótimo, tem várias dicas sobre o FLY: http://vidaorganizada.com/
Update 1: o método não é só pra quem trabalha em casa, tá gente? Ele serve muito bem pra quem trabalha fora, pois exige pouco tempo de dedicação por dia.
Update 2: Esse blog aqui é ótimo, tem várias dicas sobre o FLY: http://vidaorganizada.com/
GTD
Já que eu tinha um método para a casa, fui atrás do GTD para melhorar meu rendimento nos estudos. O método é bastante simples. Na verdade ele repete o que a gente sabe que deveria fazer, mas quando estamos sem essa "regra" na cabeça, nos deixamos perder em um mar de emails, horas nas redes sociais etc.
Basicamente apliquei o GTD arrumando meus emails e ordenando minhas leituras e redação de papers. Nos emails criei caixas de entrada variadas - prioridade, lido e feito, aguardando, algum dia/talvez e a entrada em si. No Gmail, é simples. Vá ao Labs, escolha "várias caixas" e depois configure as caixas de acordo com os marcadores que você quiser.
Quando começo a leitura dos meus emails agora eu sigo sempre a ordem inversa, do primeiro que chegou pra frente. Clico no primeiro, leio e já faço a ação correspondente. Apago, categorizo em uma caixa de email ou envio pro arquivo com sua respectiva etiqueta. Segundo o método GTD, se for levar menos de 2 minutos, você deve fazer de uma vez. Sendo assim, se for rápido, respondo, senão, vai pra uma das caixas. Ao fazer essa ação o próximo email aparece, eu não preciso voltar pra caixa de entrada. Isso evita que eu fique pulando pros emails que eu quero ver logo (os mais interessantes) e deixe os "chatos" acumulando.
Comecei há um mês e tenho lido meus emais bem mais rápido, nada tem acumulado, não tenho ficado devendo respostas e a caixa fica sempre vazia. E o mais importante: eu não fico horas no email mais. Entro algumas vezes por dia, fico 5 ou 10 minutos e pronto.
Além disso, não perco o prazo, especialmente para cobrar respostas. Por exemplo, quando compro algo que vai ser entregue, vai pra caixa Aguardando. Como passo por essa caixa uma vez por dia, eu vejo se algo já está atrasado e posso cobrar.
Com certeza organizar o email foi uma das coisas que mais esvaziou minha cabeça e me deixou pronta para me concentrar nos estudos.
Para conhecer o GTD, veja esses links aqui e aqui.
Update 3: A Carina deixou uma indicação de site nos comentários, esse aqui: http://www.efetividade.net/
Eliminando gargalos: Coisinhas que fiz e que talvez sirvam pra você
Depois que comecei com os métodos comecei também a reparar que pequenas coisas que me chatevavam na casa poderiam ser resolvidas de forma muito, muito simples. Mas vamos combinar que quando é que você vai parar sua vida para ir numa loja comprar, por exemplo, um ganchinho pra pendurar o pano de prato? Ninguém né?
Então, para eliminar esses gargalos que impedem que a vida flua perfeitamente na casa eu fiz o seguinte. Criei um email chamado Lembrete: compras. Nesse email eu listei tuuuudo o que precisa ser COMPRADO (não coloquei coisas pra fazer). Por exemplo, no meu email inicial tinha prateleira pra cozinha, caixa de papelão pros fios, ganchinhos pro banheiro e cozinha, tampa pro buraco na parede da sala etc. Enviei o email pra mim mesma e classifiquei como prioridade.
Agora, toda vez que vou sair, ou toda vez que checo meus emails, eu entro nesse email e vejo se tem algo que eu possa comprar naquele dia. Algumas coisas eu posso comprar online mesmo, outras eu já fico atenta pro caso de passar perto de alguma loja. Assim, já eliminei vários itens, e outros seguem lá. Eu vou atualizando a lista a cada vez que percebo que posso melhorar minha vida na casa com alguma coisa comprada.
Uma coisa que eu amei porque melhora o visual e me deixa mais tranquila com o Maquiavel foi usar caixas organizadoras com furos nas laterais para organizar os filtros de linha e tomadas. A tomada que sai da parede entra por lado na caixa, lá dentro fica o filtro de linha e as mil tomadas, escondidas. E os fios pros aparelhos saem pelo outro lado. Pronto, fica bem mais organizado!
Ainda na seção fios, eu já tinha feito isso, mas talvez você não conheça. Pra evitar que os fios se misturem, eu os prendo com aqueles araminhos de saco de pão. E na gaveta, prendo os fios de carregadores etc com elásticos de dinheiro.
Uma solução ótima para banheiro e cozinha são os ganchinhos. Mas se você os evita porque teria que furar a parede, saiba que existem vários modelos no mercado hoje em dia que são adesivos. E que aguentam peso,viu? Tem de várias cores e tamanhos, não vai interferir na sua decoração. Instalei no meu banheiro e na minha cozinha, vários, vários.
Pra gavetas com muitos itens como faqueiro, ou meias, os organizadores montáveis são ótimos. Custam pouco e criam divisórias que mantêm as coisas no lugar.
E agora a coisa mais óbvia e boba da face da terra, mas que simplesmente mudou minha vida: deixar um bloco de papel e uma caneta na cozinha. Até existem modelos bonitinhos pra prender na geladeira, mas descobri que um bloco simples é bem mais útil. Deixo ao lado do fogão. Quando estou cozinhando e alguma coisa acaba (porque usei tudo naquela receita, por exemplo) vejo que não tem, eu já anoto. Na hora! E quando vou (ou o Ro vai, né) ao mercado, vou lá, pego o bloquinho e levamos ele pro mercado. Assim não esquecemos nada. O que for comprado, é riscado do bloco. Pronto!
Com o Fly em ação eu comecei finalmente a categorizar meus arquivos da faculdade: pastas e pastas de textos que empilhados, não servem para nada. Eu coloquei essa tarefa como uma dos meus "15 minutos" e umas 3 vezes por semana eu digito os dados dos textos numa planilha do excel. Mas antes disso eu já tinha separado tud em sacos plásticos por matéria e pastas de arquivo por semestre. A Helen, do Esquilo Adaptado, fez um post para dividir como é o sistema de armazenamento dela, um sonho para qualquer estudante, vejam aqui.
E uma última coisa que tenho feito é, ao cozinhar um prato, mesmo que seja algo simples como um frango com legumes, fazer o dobro da quantidade normal. Assim eu tenho o prato para aquela refeição e já congelo para o cardápio da próxima semana ou pros próximos 15 dias. Isso facilita muito o dia a dia.
E uma última coisa que tenho feito é, ao cozinhar um prato, mesmo que seja algo simples como um frango com legumes, fazer o dobro da quantidade normal. Assim eu tenho o prato para aquela refeição e já congelo para o cardápio da próxima semana ou pros próximos 15 dias. Isso facilita muito o dia a dia.
Proposta
Bom, eu sugeriria pra todo mundo que corresse agora e começasse o sistema FLY e o GTD, mas entendo que cada um sabe de suas necessidades. Então, minha proposta/desafio pra você é, na verdade, duplo:
1. Pense em dez coisas (pequenas) que te incomodam na sua casa. Vale ser o jornal que fica largado, um buraco sem tampa em uma parede, uma janela emperrada, uma almofada que precisa de uma capa nova, uma luz praquele cantinho onde você gosta de se maquiar ou fazer as unhas...qualquer coisa! Liste 10 itens num papel e coloque na sua carteira. Todos os dias, quando sair de casa, olhe o papel e durante o dia veja se consegue resolver alguma coisa. Quando terminar de realizar tudo - não tenho um prazo pra você - faça uma nova lista. Assim você sempre estará cuidando da sua casa, sem estresse, sem empenhar muito tempo diário, mas sem abandonar seu lar doce lar.
2. Envie esse post para alguém de quem você gosta e que gostaria que tivesse uma vida sem nenhum gargalo, fluindo bem.
E por último, obrigada por vir aqui ao blog. Este provavelmente será o último post do ano. Então: um feliz 2012!
E por último, obrigada por vir aqui ao blog. Este provavelmente será o último post do ano. Então: um feliz 2012!
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
O ensaio da leitora Tati
A Lanna Correa, que foi minha decoradora e é minha amiga até hoje me mostrou uma foto da Tatiane vestida de noiva e eu a achei absolutamente linda. Aí a Lanna comentou que ela lia o blog e nos colocou em contato. Então a Tati me enviou o ensaio lindíssimo que ela fez antes do casório que, finalmente, estou publicando hoje.
Quem fotografou a Tati e o Saulo, na época noivo, foi a Marina Lomar e a locação foi o Parque do Penhasco Dois Irmãos no Leblon, aqui no Rio. O cenário é o lugar favorito da Tati na cidade e o casal costumava namorar por lá. A proposta da Marina para as fotos foi um ensaio do grande sim, por isso, teve até buquet nas fotos =)
A história da Tati e do Saulo tem muitos anos. Vejam que fofo: ele foi o primeiro amor e o primeiro beijo da Tati. Em breve as fotos do grande dia - que foi lindo! - estarão por aqui também. Felicidades aos noivos!
Fotos: Marina Lomar
Quem fotografou a Tati e o Saulo, na época noivo, foi a Marina Lomar e a locação foi o Parque do Penhasco Dois Irmãos no Leblon, aqui no Rio. O cenário é o lugar favorito da Tati na cidade e o casal costumava namorar por lá. A proposta da Marina para as fotos foi um ensaio do grande sim, por isso, teve até buquet nas fotos =)
A história da Tati e do Saulo tem muitos anos. Vejam que fofo: ele foi o primeiro amor e o primeiro beijo da Tati. Em breve as fotos do grande dia - que foi lindo! - estarão por aqui também. Felicidades aos noivos!
Fotos: Marina Lomar
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Direto do Paraíso
Essa semana só programei 3 posts porque na terça-feira cedinho pegamos a estrada. Decidimos assim, em cima da hora, já que rolou um intervalinho entre os plantões do marido. E aqui estamos: no Paraíso.
O nome do paraíso é Paraty, pertinho do Rio, e nada é mais perfeito que estar com meus dois amores numa cidade linda e que acolhe tão bem pessoas e animais. Então, por essa semana, acho que é só. Se eu não voltar, Feliz Natal para todos vocês!
Fotos: arquivo pessoal
O nome do paraíso é Paraty, pertinho do Rio, e nada é mais perfeito que estar com meus dois amores numa cidade linda e que acolhe tão bem pessoas e animais. Então, por essa semana, acho que é só. Se eu não voltar, Feliz Natal para todos vocês!
Fotos: arquivo pessoal
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Nosso roteiro em Paris - 11 dias
Como contei aqui, achei as anotações que o Rômulo feitas durante a viagem à Paris, em 2009. Não tinha anotações de todos os 11 dias que ficamos na cidade, faltavam os últimos 3, mas olhando as fotos, acho que consegui lembrar de tudo. Então, finalmente, aqui abaixo está o nosso roteiro.
Para ver algumas fotos da viagem, clique aqui. E aqui um post sobre a organização da viagem, com hotéis, resumo dos museus, onde comer etc.
Quantos dias: Ficamos 11 dias, dez noite, chegando no dia 1 bem cedo e saindo no fim da tarde do dia 11. Foi um tempo perfeito para andar bastante à pé, namorar bastante cada local, indo muitas vezes nos nossos cantos preferidos.
Dia 1 - segunda-feira
Dia 4 - quinta-feira
Seguimos o esquema de acordar às 9h e tomar café no hotel. E mais uma vez andamos a pé. Fomos até o Grand-Palais - que estava fechado para visitação - depois fomos ao Petit Palais, que fica em frente, passamos pela Place de la Concorde, andamos no Jardin des Tuileries. De lá, metrô até o Jardim de Luxemburgo, Palácio de Luxemburgo, Fonte de Médicis. Comemos algo no jardim, comprado em uma padaria.
Outro metrô e fomos visitar o interior de Notre Dame e depois encarar os muitíssimos degraus para subir até seu topo. A vista é linda, conhecemos as gárgulas que o Romulo tanto queria.
Outro metrô e fomos para o Palais D'Orsay, que é conhecido como o museu dos impressionistas e fica aberto até tarde às quintas. Gostei muito de ir aos museus à noite, é mais vazio. Me apaixonei pelas bailarinas de Degas. Só saímos de lá quando o museu fechou.
Jantamos em uma pizzaria.
Dia 5 - sexta-feira
Acordamos mais cedo dessa vez para pegar o metrô e depois trem para Versailles. Visitamos todo o palácio principal pela manhã. Compramos sanduíches na lojinha local e almoçamos nas escadarias do jardim. À tarde passeamos pelos jardins e pelos domínios de Marie Antoinette.
De volta a Paris, fomos ao Louvre - que fica aberto à noite às quartas e sextas, até as 22h - para terminar de ver as alas que faltavam.
Jantar: crepe!
Dia 6 - sábado
Voltamos a acordar tarde, como gostamos e como o clima romântico e confortável de Paris incentivava. A pé, rumamos para o Pantheón. Depois, tour de igrejas: Saint Germain-des- Prés, Saint Sulpice e Medalha Milagrosa. É interessante comparar os estilos. Almoçamos num shopping ao lado do santuário da medalha milagrosa. Quer dizer, compramos lá e estávamos passeando e comendo num banco na rua quando caiu uma chuva e ficamos nos escondendo numa cabine telefônica. Mas alguém sempre queria usar o telefone! Foi divertido =)
Em seguida enfrentamos a chuva e chegamos ao Museu de Invalides onde está o túmulo de Napoleão e que também abriga o Museu de la Armée - com as melhores exposições de história das guerras ever. Fomos expulsos de lá às 17h e anotei que preciso voltar a Paris pra ver com calma esse museu.
Também nos barraram no Museu Rodin. Então, seguimos pro Arco do Triunfo e subimos até seu topo. Depois, metrô e seguimos para Forum Les Halles onde avistamos a Bolsa do Comércio, a igreja de Saint Eustaque por fora, uma loja chamada Leda (nome da minha mãe) e seguimos para jantar no Au pied du couchon: um ótimo jantar tipicamente francês.
Dia 7 - domingo
Começamos o dia pela Ilê de la cité: criptas de Notre Dame, depois Igreja de St Chapelle e Conciergerie. Daí, fomos ao Trocadero e ao Chaillot para ver e tirar fotos da Torre Eiffel de dia. Não subimos ainda. Decidimos ir ao Museu Rodin. É comovente e tem jardins muito agradáveis.
De lá, voltamos para Saint Germain e entramos no Musée du Moyen Age-Cluny onde havia uma exposição sobre o Asterix. Depois, seguimos para o bairro de Marais, novamente para o Les Halles onde demos uma espiada no interior da St Eustaque e sua magnitude por fora, além da "praça" no seu entorno. Fomos ao Centre George Pompidou e de lá avistamos algo luminoso que para nós seria a Ópera Garnier.
Fomos à Ópera, mas não entramos e não era ela a fonte das luzes estranhas. Voltamos ao Quartier Latin para jantar em uma Patisserie. Depois demos uma passada na Shakespeare & Company onde compramos um exemplar em inglês e com bordas douradas do Robinson Crusoé.
Dia 8 - segunda-feira
Acordamos tarde. Fomos à Torre Eiffel e finalmente subimos, até o topo. Depois fomos à Ópera Garnier, linda, inspiração para o Fantasma da Ópera que havíamos assistido em Londres. Em seguida, famintos avançamos para a praça e visitamos a igreja La Madeleine e depois entramos na Fouchon... só para ficar babando. Tudo mega caro e decidimos almoçar numa patisserie/boulangerie. Rõmulo comeu um hot-dog com gosto de lasanha (?) e eu um Croque Monsieur. Fizemos compras numa Zara ali perto e pegamos o anel de noivado da Jackie na Tiffany's das Galerias Laffayete. Fomos pro hotel e saímos para jantar um autêntico fondue, espetacular, num restaurante suíco em Saint Germain.
Dia 9 - terça-feira
Acordamos cedo e fomos de metrô até Montmartre para visitar a Basília Sacré-Couer du Paris. Depois, passeamos pelo bairro e fomos até a Place du Tertre, onde fizemos caricaturas com um artista local. Também compramos souvernirs aqui, tem muitas lojinhas. Fomos descendo as ladeiras até passar pelo cemitério Pére-Lachaise. Andamos mais ainda e chegamos ao Moulin Rouge.
De lá, metrô até a Praça da Bastilha e andamos até a Place de Vosges. Nesse caminho almoçamos num bistrô lindinho e compramos um sapato de couro lindo pro Rômulo. Visitamos a casa de Victor Hugo.
Dia 10 - quarta-feira
Nos programamos para acordar cedo e pegar o trem para a região do Vale do Loire, mas, perdemos a hora. Então, decidimos ficar pela cidade e ir ao nosso lugares preferidos. Café da manhã no Jardim de Luxemburgo, passeio pela Ile de la Cité, entrando na Notre Dame, andando toda a Rue du Rivoli (tanta coisa interessante!), parando no Louvre. Lá, decidimos que voltaríamos ali à noite. Seguimos até o fim da Champs-Elysée, fomos ao Chaillot e jantamos em um barco no Rio Sena. De lá, voltamos ao Louvre, onde aconteceu o pedido de casamento =)
Dia 11 - quinta-feira
Acordamos de ressaquinha depois do champagne da véspera e ficamos apenas rodando por Saint-Germain pela manhã. Olhando os cafés, o movimento na Sorbonne. Depois andamos até a Champs-Elysee e compramos macarrons para trazer de presente pros nossos pais. Voltamos ao Pátio do Louvre novamente. Almoçamos algo rápido e pegamos um táxi em direção ao aeroporto. Adieu, Paris!
Para ver algumas fotos da viagem, clique aqui. E aqui um post sobre a organização da viagem, com hotéis, resumo dos museus, onde comer etc.
Quantos dias: Ficamos 11 dias, dez noite, chegando no dia 1 bem cedo e saindo no fim da tarde do dia 11. Foi um tempo perfeito para andar bastante à pé, namorar bastante cada local, indo muitas vezes nos nossos cantos preferidos.
Dia 1 - segunda-feira
| Chegamos ao hotel, no bairro de Saint Germain, de trem, pois desembarcarmos na estação Gare du Nord, vindo de Londres no Eurostar. Deixamos as malas, comemos um crepe (ai, os crepes parisienses!) e fomos para a Praça Saint Michel, bem pertinho. Lá pegamos o tour guiado a pé gratuito (falamos desse programa de tours aqui). E andamos muito! Tivemos uma linda primeira impressão de Paris. O tour começou às 15h e terminou às 18h e nos apresentou pontos importantes e deu uma ótima introdução à lógica da cidade. Esse foi o roteiro percorrido com o guia, um universitário francês: Notre Dame de Paris; O Quartier Latin; Ile-de-la-Cité; Pont Neuf; Louvre; Palais Royal; As renovações feitas por Haussmann; A Torre Eiffel; Jardins de Tuileries; Les Invalides; Academia Francesa; Opéra Garnier; Musée d’Orsay; Pont Alexandre III; A tumba de Napoleão; Assembleia Nacional; Champs-Élysées; Arc de Triomphe; Grand e Petit Palais; Place de la Concorde. Depois de tudo, continuamos andando. Paris foi feita para andar, com certeza. Sozinhos, pegamos um caminho reto e passamos pela famosa avenida Champs-Elysees com mais calma e compramos macarrons na Ladurée. Também fomos olhar o Arco do Triunfo, por enquanto só por fora. De lá, metrô até a estação Trocadero, na colina de Chaillot, para ver a Torre Eiffel de seu melhor ângulo. De lá, de novo em um caminho reto - os parisienses amam retas! - atravessamos os jardins do Trocadero, passamos debaixo da Torre Eiffel, atravessamos o Champs de Mars, o Parc du Champs de Mars, andamos até a Ecole Militaire e o Museé des Invalides. Pegamos o metrô para casa e compramos mais crepes. Fomos comer no hotel, com vinho, exaustos e felizes. Da nossa janela via-se a luz da torre. Dia 2 - terça-feira Só acordamos às 11h30. Que delícia! Mas aí perdemos o café do hotel. Então fomos ao mercado. Adoramos ir aos mercados locais. Normalmente só olhamos para ver o que se come, como se come (pacotes grandes, enormes? muitos congelados? pacotes individuais? produtos frescos?). Mas em Paris, como iríamos ficar alguns dias, compramos alguns pães, queijos, patê e vinho. Vinho bom por 3 euros (suspiros). Voltamos ao hotel e lavamos roupa. Comemos no hotel nosso "picnic" do mercado. E então fomos até o Rio Sena. Fizemos o passeio de barco, que deixa que você desembarque em alguns pontos e pegue o próximo barco. Nós fizemos o passeio completo, com saída perto da Torre. Magnífico. De lá, seguimos para as Galerias Laffayete em busca do anel de noivado. Depois de sermos super bem atendidos na Tiffany's, pegamos o metro e fomos jantar no "melhor crepe de Paris": Rue Mouffetard. Na volta, a pé, demos uma olhada na igreja de Saint Etienne e no Pantheón. Dia 3 - quarta-feira Acordamos "cedo" para não perder o café de novo (às 9h). Depois do café, rumamos para o Louvre, a pé, atravessando as pontes lindas de Paris. Fizemos todos os andares do setor Denon, o subsolo e o ground do Sully e uma parte do ground do Richelieu. Almoçamos lá no Louvre mesmo. Saímos no fim da tarde. Voltamos à pé, passamos pela primeira vez pela Ilê de la Cité, contornamos toda a Notre Dame iluminada e o jardim que há atrás dela. Paramos em uma lojinha já na margem em Saint Michel e compramos chapéus. Jantamos comida grega, numa espécie de fast-food, em Saint German. |
Dia 4 - quinta-feira
Seguimos o esquema de acordar às 9h e tomar café no hotel. E mais uma vez andamos a pé. Fomos até o Grand-Palais - que estava fechado para visitação - depois fomos ao Petit Palais, que fica em frente, passamos pela Place de la Concorde, andamos no Jardin des Tuileries. De lá, metrô até o Jardim de Luxemburgo, Palácio de Luxemburgo, Fonte de Médicis. Comemos algo no jardim, comprado em uma padaria.
Outro metrô e fomos visitar o interior de Notre Dame e depois encarar os muitíssimos degraus para subir até seu topo. A vista é linda, conhecemos as gárgulas que o Romulo tanto queria.
Outro metrô e fomos para o Palais D'Orsay, que é conhecido como o museu dos impressionistas e fica aberto até tarde às quintas. Gostei muito de ir aos museus à noite, é mais vazio. Me apaixonei pelas bailarinas de Degas. Só saímos de lá quando o museu fechou.
Jantamos em uma pizzaria.
Dia 5 - sexta-feira
Acordamos mais cedo dessa vez para pegar o metrô e depois trem para Versailles. Visitamos todo o palácio principal pela manhã. Compramos sanduíches na lojinha local e almoçamos nas escadarias do jardim. À tarde passeamos pelos jardins e pelos domínios de Marie Antoinette.
De volta a Paris, fomos ao Louvre - que fica aberto à noite às quartas e sextas, até as 22h - para terminar de ver as alas que faltavam.
Jantar: crepe!
Dia 6 - sábado
Voltamos a acordar tarde, como gostamos e como o clima romântico e confortável de Paris incentivava. A pé, rumamos para o Pantheón. Depois, tour de igrejas: Saint Germain-des- Prés, Saint Sulpice e Medalha Milagrosa. É interessante comparar os estilos. Almoçamos num shopping ao lado do santuário da medalha milagrosa. Quer dizer, compramos lá e estávamos passeando e comendo num banco na rua quando caiu uma chuva e ficamos nos escondendo numa cabine telefônica. Mas alguém sempre queria usar o telefone! Foi divertido =)
Em seguida enfrentamos a chuva e chegamos ao Museu de Invalides onde está o túmulo de Napoleão e que também abriga o Museu de la Armée - com as melhores exposições de história das guerras ever. Fomos expulsos de lá às 17h e anotei que preciso voltar a Paris pra ver com calma esse museu.
Também nos barraram no Museu Rodin. Então, seguimos pro Arco do Triunfo e subimos até seu topo. Depois, metrô e seguimos para Forum Les Halles onde avistamos a Bolsa do Comércio, a igreja de Saint Eustaque por fora, uma loja chamada Leda (nome da minha mãe) e seguimos para jantar no Au pied du couchon: um ótimo jantar tipicamente francês.
Dia 7 - domingo
Começamos o dia pela Ilê de la cité: criptas de Notre Dame, depois Igreja de St Chapelle e Conciergerie. Daí, fomos ao Trocadero e ao Chaillot para ver e tirar fotos da Torre Eiffel de dia. Não subimos ainda. Decidimos ir ao Museu Rodin. É comovente e tem jardins muito agradáveis.
De lá, voltamos para Saint Germain e entramos no Musée du Moyen Age-Cluny onde havia uma exposição sobre o Asterix. Depois, seguimos para o bairro de Marais, novamente para o Les Halles onde demos uma espiada no interior da St Eustaque e sua magnitude por fora, além da "praça" no seu entorno. Fomos ao Centre George Pompidou e de lá avistamos algo luminoso que para nós seria a Ópera Garnier.
Fomos à Ópera, mas não entramos e não era ela a fonte das luzes estranhas. Voltamos ao Quartier Latin para jantar em uma Patisserie. Depois demos uma passada na Shakespeare & Company onde compramos um exemplar em inglês e com bordas douradas do Robinson Crusoé.
Dia 8 - segunda-feira
Acordamos tarde. Fomos à Torre Eiffel e finalmente subimos, até o topo. Depois fomos à Ópera Garnier, linda, inspiração para o Fantasma da Ópera que havíamos assistido em Londres. Em seguida, famintos avançamos para a praça e visitamos a igreja La Madeleine e depois entramos na Fouchon... só para ficar babando. Tudo mega caro e decidimos almoçar numa patisserie/boulangerie. Rõmulo comeu um hot-dog com gosto de lasanha (?) e eu um Croque Monsieur. Fizemos compras numa Zara ali perto e pegamos o anel de noivado da Jackie na Tiffany's das Galerias Laffayete. Fomos pro hotel e saímos para jantar um autêntico fondue, espetacular, num restaurante suíco em Saint Germain.
Dia 9 - terça-feira
Acordamos cedo e fomos de metrô até Montmartre para visitar a Basília Sacré-Couer du Paris. Depois, passeamos pelo bairro e fomos até a Place du Tertre, onde fizemos caricaturas com um artista local. Também compramos souvernirs aqui, tem muitas lojinhas. Fomos descendo as ladeiras até passar pelo cemitério Pére-Lachaise. Andamos mais ainda e chegamos ao Moulin Rouge.
De lá, metrô até a Praça da Bastilha e andamos até a Place de Vosges. Nesse caminho almoçamos num bistrô lindinho e compramos um sapato de couro lindo pro Rômulo. Visitamos a casa de Victor Hugo.
Dia 10 - quarta-feira
Nos programamos para acordar cedo e pegar o trem para a região do Vale do Loire, mas, perdemos a hora. Então, decidimos ficar pela cidade e ir ao nosso lugares preferidos. Café da manhã no Jardim de Luxemburgo, passeio pela Ile de la Cité, entrando na Notre Dame, andando toda a Rue du Rivoli (tanta coisa interessante!), parando no Louvre. Lá, decidimos que voltaríamos ali à noite. Seguimos até o fim da Champs-Elysée, fomos ao Chaillot e jantamos em um barco no Rio Sena. De lá, voltamos ao Louvre, onde aconteceu o pedido de casamento =)
Dia 11 - quinta-feira
Acordamos de ressaquinha depois do champagne da véspera e ficamos apenas rodando por Saint-Germain pela manhã. Olhando os cafés, o movimento na Sorbonne. Depois andamos até a Champs-Elysee e compramos macarrons para trazer de presente pros nossos pais. Voltamos ao Pátio do Louvre novamente. Almoçamos algo rápido e pegamos um táxi em direção ao aeroporto. Adieu, Paris!
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Meia-noite em Paris
Desde que Meia-noite em Paris estreou no Brasil eu ouço todos os meus amigos elogiando e dizendo o quanto ficavam loucos para irem à cidade após ver o trabalho de Woody Allen. Então, como eu já estava louca pra voltar a Paris, achei melhor me manter longe do filme.
Até que nessa sexta-feira estava em casa com o marido, um calor enorme e decidi que estava imune ao charme parisiense. Chamei-o pra ver o filme. E pronto. Fiquei louca de amores novamente pela cidade de ruazinhas de pedra e prédios medievais. Que saudades!
Aí mais uma vez eu pensei no quanto eu queria ter de novo as anotações que o Romulo fez durante a viagem, do que fizemos em cada dia, para dividir aqui nosso roteiro. Eu postei aqui sobre Paris, mas não um roteiro por dia, porque as anotações haviam simplesmente sumido. Mas, como a mágica que acontece no fime: voilá, eu as achei! Estou tão feliz, tão feliz! Relê-las me fez reviver essa viagem maravilhosa para nós dois mais uma vez. Então, claro, vou publicar o roteiro aqui, no post a seguir (daqui a uma horinha!). Confiram!
Até que nessa sexta-feira estava em casa com o marido, um calor enorme e decidi que estava imune ao charme parisiense. Chamei-o pra ver o filme. E pronto. Fiquei louca de amores novamente pela cidade de ruazinhas de pedra e prédios medievais. Que saudades!
Aí mais uma vez eu pensei no quanto eu queria ter de novo as anotações que o Romulo fez durante a viagem, do que fizemos em cada dia, para dividir aqui nosso roteiro. Eu postei aqui sobre Paris, mas não um roteiro por dia, porque as anotações haviam simplesmente sumido. Mas, como a mágica que acontece no fime: voilá, eu as achei! Estou tão feliz, tão feliz! Relê-las me fez reviver essa viagem maravilhosa para nós dois mais uma vez. Então, claro, vou publicar o roteiro aqui, no post a seguir (daqui a uma horinha!). Confiram!
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Não desperdice comida
Estou utilizando um novo método de organização do tempo e cuidados com a casa e uma coisa que tenho tentado fazer é cozinhar mais e comida mais saudável (vou postar sobre o método depois). Mas, desde sempre, uma coisa que acho imensamente triste e inadmissível é jogar comida fora. Mas, se você não organiza o cardápio de casa, não checa o que tem na geladeira antes de fazer compras, ou seja, se você não é organizada, isso acaba acontecendo.
Pra evitar desperdícios, eu procuro uma vez por semana fazer o "menu degustação". Marido já sabe quando eu anuncio isso: lá vem um monte de pratinhos feitos com o que tinha na geladeira.
Na sexta-feira eu percebi que tinha várias coisas abertas e então anunciei o menu degustação. Vejam só o que eu achei de usável na geladeira:
Um restinho de macarrão parafuso; um pote de atum aberto; um tomate começando a ficar maduro demais; restinho de batata assada com alecrim; dois pedaços de linguiças alemãs diferentes; meio pote de cream cheese.
Juntei um restinho de orégano de saquinho + sazón de legumes + tomilho da minha horta + ovos e parti pro trabalho.
Coloquei o copo de macarrão para cozinhar. Depois, temperei com o sazón, coloquei o tomate bem picadinho, o atum, orégano e tomilho pra enfeitar. E virou isso, servido no copo, assim mesmo:
Com as linguiças fiz uma omelete com a receita infalível da Julia Child (misture dois ovos em temperatura ambiente + uma colher de água + sal e pimenta; coloque manteiga em uma frigideira beeem quente; jogue a mistura na frigideira e faça movimentos circulares).
E a batatinha levou uma cama de cream cheese e mais alecrim e foi gratinar:
E o jantar ficou assim:
Então, dê uma olhadinha na sua geladeira agora! Veja o que está estragado e jogue fora. Cheque os prazos de validade e o que estiver no prazo procure usar hoje. Melhor comer um menu misturado assim do que estragar comida, não acha?
E se você tiver muita coisa estocada e perceber que não conseguirá comer tudo antes dos prazos de validade, doe logo. Mate a fome de alguém, não deixe comida ir pro lixo.
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Viajando com cachorro: Rio-Cabo Frio
Semana passada Maquinho fez sua primeira viagem. Foi um bate-volta rápido, Rio-Cabo Frio (para dar parabéns pra vovó dele), que serviu para vermos como ele se comportaria no carro.
Para deixá-lo menos tenso, tiramos o "cone da vergonha" que ele está tendo que usar por conta da cirurgia, já que eu ficaria de olho nele direto. Não o alimentei pela manhã, para evitar que ele enjoasse. Saímos cedo, com o ar ligado. Ele foi no banco traseiro, com o cinto de segurança canino, e eu fui ao lado dele. Coloquei um wee wee pad no chão para ele fazer pipi.
Mas como o bicho ficou agitado! Ele não parava no lugar dele, subia em mim, ia até a outra janela. Latia, chorava. Agitadíssimo.
Fizemos uma parada no Kiosque do Alemão para ele se acalmar. E foi a melhor coisa que podíamos ter feito! O lugar, que todo mundo conhece pelos ótimos croquetes e sanduíches de linguiça, tem uma varanda onde é permitido ficar com os cãezinhos. Além disso tem uma área verde com lago onde os bichinhos podem passear. Mesmo com um chuva fininha que caía, Maquinho correu à beça por ali. Foi bem gostoso!
Na casa da minha mãe ele ficou tranquilão, bem à vontade. Só não conseguimos fazer ele brincar com o Dodô, o cachorrinho dos meus pais. Os dois se estranharam.
Maquinho comeu bem, bebeu água. MAs, se recusou a ir ao banheiro. Nada funcionou. Ele prendeu o dia todo.
Só à noite, quando estava irritado por conta do meu afilhado, que é um bebê e ele queria porque queria pular nele, foi que ele fez xixi. Na sala. Morri de vergonha!
A volta foi tranquila porque ele veio dormindo depois de fazer tanta bagunça o dia todo. Ai não deu trabalho nenhum. Chegou em casa e foi ao banheiro correndo, tadinho. Mas acho que ele curtiu o passeio!
Para deixá-lo menos tenso, tiramos o "cone da vergonha" que ele está tendo que usar por conta da cirurgia, já que eu ficaria de olho nele direto. Não o alimentei pela manhã, para evitar que ele enjoasse. Saímos cedo, com o ar ligado. Ele foi no banco traseiro, com o cinto de segurança canino, e eu fui ao lado dele. Coloquei um wee wee pad no chão para ele fazer pipi.
Mas como o bicho ficou agitado! Ele não parava no lugar dele, subia em mim, ia até a outra janela. Latia, chorava. Agitadíssimo.
Fizemos uma parada no Kiosque do Alemão para ele se acalmar. E foi a melhor coisa que podíamos ter feito! O lugar, que todo mundo conhece pelos ótimos croquetes e sanduíches de linguiça, tem uma varanda onde é permitido ficar com os cãezinhos. Além disso tem uma área verde com lago onde os bichinhos podem passear. Mesmo com um chuva fininha que caía, Maquinho correu à beça por ali. Foi bem gostoso!
Na casa da minha mãe ele ficou tranquilão, bem à vontade. Só não conseguimos fazer ele brincar com o Dodô, o cachorrinho dos meus pais. Os dois se estranharam.
Maquinho comeu bem, bebeu água. MAs, se recusou a ir ao banheiro. Nada funcionou. Ele prendeu o dia todo.
Só à noite, quando estava irritado por conta do meu afilhado, que é um bebê e ele queria porque queria pular nele, foi que ele fez xixi. Na sala. Morri de vergonha!
A volta foi tranquila porque ele veio dormindo depois de fazer tanta bagunça o dia todo. Ai não deu trabalho nenhum. Chegou em casa e foi ao banheiro correndo, tadinho. Mas acho que ele curtiu o passeio!
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Promoção Zarpo e Louis Vuitton
O Zarpo - de quem já falei aqui e aqui - lançou uma promoção luxuosa em sua página do Facebook. O site vai premiar o participante que postar a foto mais chique tirada durante uma viagem com uma mala da Louis Vuitton!
Para participar é simples. Basta:
1. Curtir a página Facebook do Zarpo http://www.facebook.com/ ZarpoBrasil
2. Se cadastrar gratuitamente no Zarpo. Você pode fazer isso através de um dos meus convites. Clique aqui;
3. Postar no seu mural pessoal do Facebook a foto de viagem mais chique que você tiver;
4. Marcar a foto com o Zarpo (tag) para que a organização do concurso saiba da foto;
5. Compartilhar com a galera! O Zarpo escolherá a foto vencedora entre as fotos que tenham conseguido mais Likes!
A competição termina dia 31 de dezembro à meia-noite e a melhor foto será escolhida no dia 02 de janeiro. Ó que maneira boa de começar o ano!
Eu já estou participando com uma foto nossa tirada em Paris, no dia do pedido de casamento. Clica aqui e dá um Like pra mim? Obrigada!
E se você se inscrever, deixe o link da sua foto aqui que eu vou lá curtir pra você, ok?
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promoção
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
E a horta, como vai?
Desde que Maquinho chegou aqui em casa a hortinha ficou abandonada, abandonada. Meu hortelã, que tinha ficado tão lindo e que até usei para fazer água saborizada, estava quase morrendo por falta de cuidados. Meu coentro morreu, plantei alecrim e tomilho e eles também estavam jogados sem cuidados.
Então na semana passada separei uma horinha pra horta. Marquei na agenda: hora da horta. Sentei no chão com terra, pazinhas e jornal e Maquiavel de ajudante e troquei todo mundo de vaso, colocando terra nova. Coloquei também a "vitamina" para plantas que comprei na Cobal (a terra também compro lá). Esse adubo é um líquido para se diluir na água e colocar nas plantas de 15 em 15 dias.
Finalmente coloquei um dos vasinhos pendurados por corrente, que era como eu tinha pensado a horta originalmente. Comprei uma bromélia - no supermercado Extra - e plantei no regador que eu comprei no Saara. Minha idéia inicial era ter vários vasinhos em formato de regador, mas só gostei desse até agora.
Prendi o regador com fixa-forte na parte de cima da horta e adorei o resultado. Pena que só durou um dia porque no dia seguinte Maquiavel derrubou meu regador. Então agora preciso de outra solução para fazer o regador ficar ali em cima. Mas pelo menos já dei uma renovada no astral da horta. Hoje estamos com alecrim (que usei essa semana em batatas assadas), tomilho, pimenta e hortelã (bem pouquinho).
Aproveitando que mexi na horta dei uns cuidados nas outras plantas da casa. Troquei a nossa planta guerreira - tenho há uns 3 anos - de vaso, para um ainda maior. Essa plantinha, que não sei como se chama, era bem pequena no começo e cresce bastante. Mas acabou que o vaso não coube mais no cachepot dela. Agora preciso trocar o cachepot. Ó vida!
Dei uma conferida na minha orquídea que está indo bem. Perdeu as flores depois de quase 2 meses. Um recorde absoluto! O coqueirinho também resiste muito bem aqui. Resiste inclusive às mordidas do Maquiavel (risos).
E por último fiquei admirando o enigma da casa: a lavanda. A questão é que quando comprei a planta tinha cara e cheiro de muda de lavanda. Mas com o tempo percebi que ela não crescia como lavanda. Eu a comprei mesmo local onde já tinha comprado outra perfeitamente normal, que em poucas semanas já estava durinha e com flor. Mas essa cresce mole, pra baixo. E não dá flor! Como lidar? E nos últimos dias comecei a achar o cheiro dela muito diferente, mais mentolado, sabe? Estou me sentindo naquele episódio do Chaves em que ele vende suco de limão que tem gosto de tamarindo e parece de groselha. Um enigma!
Fotos: arquivo pessoal
Então na semana passada separei uma horinha pra horta. Marquei na agenda: hora da horta. Sentei no chão com terra, pazinhas e jornal e Maquiavel de ajudante e troquei todo mundo de vaso, colocando terra nova. Coloquei também a "vitamina" para plantas que comprei na Cobal (a terra também compro lá). Esse adubo é um líquido para se diluir na água e colocar nas plantas de 15 em 15 dias.
Finalmente coloquei um dos vasinhos pendurados por corrente, que era como eu tinha pensado a horta originalmente. Comprei uma bromélia - no supermercado Extra - e plantei no regador que eu comprei no Saara. Minha idéia inicial era ter vários vasinhos em formato de regador, mas só gostei desse até agora.
Prendi o regador com fixa-forte na parte de cima da horta e adorei o resultado. Pena que só durou um dia porque no dia seguinte Maquiavel derrubou meu regador. Então agora preciso de outra solução para fazer o regador ficar ali em cima. Mas pelo menos já dei uma renovada no astral da horta. Hoje estamos com alecrim (que usei essa semana em batatas assadas), tomilho, pimenta e hortelã (bem pouquinho).
Aproveitando que mexi na horta dei uns cuidados nas outras plantas da casa. Troquei a nossa planta guerreira - tenho há uns 3 anos - de vaso, para um ainda maior. Essa plantinha, que não sei como se chama, era bem pequena no começo e cresce bastante. Mas acabou que o vaso não coube mais no cachepot dela. Agora preciso trocar o cachepot. Ó vida!
Dei uma conferida na minha orquídea que está indo bem. Perdeu as flores depois de quase 2 meses. Um recorde absoluto! O coqueirinho também resiste muito bem aqui. Resiste inclusive às mordidas do Maquiavel (risos).
E por último fiquei admirando o enigma da casa: a lavanda. A questão é que quando comprei a planta tinha cara e cheiro de muda de lavanda. Mas com o tempo percebi que ela não crescia como lavanda. Eu a comprei mesmo local onde já tinha comprado outra perfeitamente normal, que em poucas semanas já estava durinha e com flor. Mas essa cresce mole, pra baixo. E não dá flor! Como lidar? E nos últimos dias comecei a achar o cheiro dela muito diferente, mais mentolado, sabe? Estou me sentindo naquele episódio do Chaves em que ele vende suco de limão que tem gosto de tamarindo e parece de groselha. Um enigma!
Fotos: arquivo pessoal
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
O casamento da leitora Ju
Conheci a Ju aqui pelo blog, depois pelo twitter, depois por email. A gente publicou a e-session dela aqui, lembram. Pois é, a Ju e o Vinícius se casaram já tem um tempinho, e eles até já são papais da Maori - uma buldoguinha linda!
Essa semana consegui finalmente editar o post gigante para mostrar pra vocês como a Juliana foi uma noiva linda, como a festa estava bonita e cheia de detalhes com a personalidade do casal - o que são os chinelos de caveirinha?
Depois das fotos transcrevi o depoimento da Ju, que se declarou uma noiva com restrições orcamentárias, para vocês verem que isso não é impedimento para ter uma festa de casamento linda, animada e cheia de amor.
Cabelo e Maquiagem: Alcilene Vieira Make Up (http://www.belezaclic.com.br/ ). A grande responsável por me deixar Diva total pro Vini !!! Eu não gosto de maquiagem, a não ser do olho, que eu gosto bem destacado rsrsrsr, não conseguia me imaginar com aquela maquiagem pesada, e a Alcilene conseguiu captar meu estilo e me deixar linda !
Sapato: Luana Zabot
Vestido: Pronuptia
Roupa do noivo: Glória Noivas
Grinalda: Comprei numa lojinha na rua senhor dos passos no Saara, contando ninguem acredita, mas custou a bagatela de R$ 40!
Brincos: Também foram comprados no Saara (eu fui uma noiva com sérias restrições orçamentárias !!) dessa vez na rua Ouvidor.
Alianças: Mais uma vez o Saara salvou a gente, compramos na DivaD'Ouro, na parte de joias de ouro na loja da rua da Alfândega.
Making of: Hotel Intercontinental, São Conrado
Carro da noiva: Sérgio - STR Veículos executivos
Cerimônia: Capela Santa Teresinha (Palácio Guanabara)
Músicos da cerimônia: Sr. Alberto Mathias
Decoração da cerimônia: A Roseira
Celebrante: Esse foi especial demais e um achado aqui do blog !!! Frei José Pereira. O mais fofo de todos !! Deu um toque especial à nossa celebração, fez a cerimônia mais linda, leve e emocionante de todas. Levou todos às lágrimas quando pediu pros meus avós entrarem com as alianças.
Cerimonial do dia (tanto pra cerimônia quanto pra festa): Feita pra Casar. A Paulinha Patittucci foi uma escolha perfeita, não contratei ela pra organização, mas ela me dava super toques, toda dúvida q eu tinha ela me socorria e no dia foi uam anjinha pra gente, não precisamos nos preocupar com absolutamente nada, o Vinicius brinca que ele pensava em alguma coisa e a Paula adivinhava e trazia/fazia exatamente o q ele queria !!! (fiz tudo praticamente sozinha, quase fiquei doida mas foi bom, sabia tudo que teria no meu grande dia,em cada cantinho da cerimônia e da festa !)
Recepção: W Eventos, unidade Vila Isabel. Outra grande surpresa pra gente. Nossa idéia inicial era alugar um salão e ir contratando tudo separadamente. Chegamos até a fechar outro local na Tijuca, mas como eu estava resolvendo tudo sozinha e nesse meio tempo acabei trocando de emprego percebi que seria uma missão praticamente impossível pra mim. Sem contar o nosso orçamento super restrito. Fechar uma casa de festas com o famoso pacotão era assustador mas a melhor saída pra termos a comemoração que queríamos. Começamos a pesquisar e o valor da W Eventos era o mais próximo do que poderíamos gastar pra não começar uma vida com dívidas. Umas das coisas que mais preocupava a gente era a parte musical da festa, nós gostamos muitooooo de rock, metal, e um dj de casa de festas normalmente está acostumado com repertótios mais "populares", Vinicius trocou uns 2 e-mails e no dia o dj tocou exatamente o que a gente queria. Claro que teve uma parte com músicas de boate como a gente chama (risos) pra deixar os convidados felizes mas basicamente nossa festa tocou rock e o povo gostou !!! O atendimento dos garçons, a comida, tudo muito gostoso e farto, super elogiado ! O Open Bar, a decoração, não posso reclamar de nada ! Os donos da casa sempre super atenciosos com a gente! Nós levamos muitos, mas muitos doces mesmo! A casa já incluía no pacote 1000 docinhos, eu encomendei por fora 1800, a tia do Vinicius que trabalha com chocolates disse que a mesa de chocolates seria presente dela e como a casa deixou, levou no dia 1400 peças, fora os 250 bem casados e 500 brownies que eu tb encomedei por fora ! A festa foi planejada pra 200 convidados, compareceram 130, então imagina quanta coisa sobrou e a casas de festa devolveu tudo ! O povo saia de lá com caixas e mais caixas de doces !!
Fotografia: Pesquisei muito e acabei achando a Fe. Marcarmos uma reunião e fechamos na mesa hora, bateu uma sintonia, ficamos muito à vontade com ela, sem contar que cada dia que passava eu ficava mais apaixonada nas fotos que a Fe fazia. Foi a primeira fornacedora fechada do casamento, 1 ano e meio antes e a melhor escolha junto com a Etiene, afinal elas foram as responsáveis por eternizar esse dia lindo né !!
Filmagem: Esse foi o item de polêmica ! Vinicius achava totalmente desnecessário gastar dinheiro com a filmagem, tanto que este foi o último item fechado. Eu passava horas vendo vídeos de casamento pelos blogs e imaginando o nosso, mas ele nem ligava. Mostrava vários vídeos pra ele, mas nada amolecia aquele coraçãozinho. Ele até gostava dos vídeos, mas quando eu falava de valores ele me trazia pra realidade ! Até que um dia vi um post no blog Casando sem grana falando sobre a Rocha Produções, gostei muito do video e resolvi solicitar o orçamento, mas meio que já desanimada, até que pra minha surpresa o Vini cedeu !! Que a Rocha a gente podia pagar e marcamos uam reunião com a Etiene. Ela foi outro anjo no nosso grande dia ! Trabalha por amor ao que faz mesmo, cineasta, cheia de paixão e sempre disposta a ajudar as noivas !! Fechamos com ela somente filmagem com 1 câmera da cerimônia e da recepção, mas sabendo da vontade gigante que eu tinha de filmar o making of e da grana curta ela acabou me dando de presente !!!! Ela filmou no making e na igreja e recepção ainda apareceu com um outro cinegrafista ! Simpática até dizer chega e super profissional ! No dia do meu casamento, o irmão da Etiene, o Marcos, que normalmente trabalha com ela, estava internado, cirurgia de emergência, e mesmo assim (e sem a obrigração contratual de estar no making of), Etiene estava lá, filmando cada sorriso, cada expressão ansiosa, cada lágrima de alegria !! Hoje, depois de ver o trailer Vinicius se pergunta como pode questionar um dia se valeria a pena filmar mesmo o casamento !
Lembrança dos pais e padrinhos: Whiskeyra com uisque doado com todo amor do mundo diretamente do bar da minha sogra (risos).
Lembrança das madrinhas: Sandális feitas pela Arte e Cia Design. Os chinelos com as caveirinhas mais lindas do mundo !!! A Juliana e a Lívia são as mais fofas do mundo. Vinicius implicava com os chinelos, e dizia que não queria ninguem pisando no nome dele. Tive a idéia das caveiras, que são bem a nossa cara passei pra Lívia e ela fez o layout mais fofo desse mundo !!! Todas as madrinhas adoraram e só fiquei triste de não poder ter feito pra todas as convidadas ! Os chinelos fizeram sucesso !!
Brownies: Nunca fui muito fã dos bem casados tradicionais, apesar de achar que els não podem faltar em nenhum casamento. Conheci As coisas de Alice pelas pesquisas que fazia desse mundo casamentício. Me apaixonei perdidamente pelos brigadeiros dela ! Mas como já tinhamos fechado uma quantidade grande de doces eels acabaram ficando de fora. Os brownies deles também são divinos e como eu amoo brownie achei que seria perfeito coloca-los como os bem casados e dar de lembrança aos convidados. Encomedei 250 com recheio de doce de leite e 250 com ganache meio amarga ( o noivo é diabético e tudo meio amargo é melhor !!). Sucesso absoluto !
Bem casados: Samira Alves Mello. Não íamos ter mas faltando umas 2 semanas pro casamento acabei fechando com a Samira. E que escolha boa, super elogiados por todos ! Acabaram em 1 minuto, nós mesmos não conseguimos comer nenhum (risos). pesar de ter muitos doces na festa me arrependi de não ter feito mais dos bem casados da Samira !
Doces extras: Simone dos doces (2771-3211 / 8272-4285 / 7806-9056/ 7806-1566 simonedosdoces@gmail.com). A Simone já tinha feito os docinhos do casamento da minha irmã em outubro passado e os doces são uma delícia !! Foram docinhos simples mesmo, cajuzInho, brigadeiro, casadinho, damasco, bicho de pé, mas todos com uma carinha mais arrumada, vestidos pra casar (risos). Deliciosos e com valores ótimos pra casais com o orçamento restrito !
Doces extras: Simone dos doces (2771-3211 / 8272-4285 / 7806-9056/ 7806-1566 simonedosdoces@gmail.com). A Simone já tinha feito os docinhos do casamento da minha irmã em outubro passado e os doces são uma delícia !! Foram docinhos simples mesmo, cajuzInho, brigadeiro, casadinho, damasco, bicho de pé, mas todos com uma carinha mais arrumada, vestidos pra casar (risos). Deliciosos e com valores ótimos pra casais com o orçamento restrito !
Guardanapos e lencinhos pras mães e madrinhas: Cantinho dos bordados.
Lembrança dos convidados: potinho de vidro com amêndoas e caixinha pros convidados levarem docinhos pra casa. Os vidrinhos foram idéia da minha sogra, que com a ajuda da outra nora, minha xará Ju, fez todos eles ! A sogra encheu os potinhos, cortou o tecidos pras tampinhas,a mãe da Ju fez o acabamento em croche e a Ju que tem a sua confecção, costurou todas as tampinhas pra gente !!
As caixinhas pro convidados levarem os docinhos foi idéia minha, comprei as caixinhas no saara, e desenvolvi a ideia do adesivo na tampa onde escrevemos "A festa continua amanhã. Eleja seus docihos favoritos e carregue-os com você", nossos nomes e a data do casamento. Sucesso também, todo mundo sempre adora levar uns docinhos pra casa né !!!
Bolo: já estava incluído no pacotão da casa de festas, foi feito pela Sonia Lira, massa preta e branca, receheios de damasco e brigadeiro e um pedaço do topo já está devidameto congelado pra comermos na comemoração de 1 ano casadinhos !!
Papelaria: toda essa parte foi feita por mim e por Vinicius, que é publcitário e designer. Não gostávamos de nenhum convite que a gente via. Eram bonitos mas não tinham a nossa cara, ai resolvemos fazer os convites e acabamos fazendo todo o resto de papelaria também, fizemos plaquinha de reservado pras mesas, e plaquinha identificando os doces diet (a família do noivo é quase toda diabética então tinhamos que indicar pra eles o que poderiam comer).
Bouquet: Esse foi o item mais engraçado de todos !! Já falei que eu tinha sérias restrições orçamentárias né ??!!! A implicânciaque o Vinicius tinha com a filmagem eu tinha com o bouquet. Não admitia pagar 300, 400 reais. Sei que eles valem tudo isso, que dão um trabalhão na hora de fazer, mas peguei implicância com os pobres e não tinha jeito. Acabei concluindo que eu mesma ia fazer, com a ajuda da minha prima e da minha irmã mas sem ter, é claro, a menor idéia do trabalho que daria rsrsrsrs Pra piorar ainda mais, nessas pesquisas doidas que eu fazia acabei me apaixonado completamente por lavandas, e no rio é impossível buquês só de lavanda né, ninguém faz. Sei que a minha implicância era tanta que acabei esquecendo deles e na véspera do casmento bateu o desespero, caso amanhã e não tenho buquê (risos). Minha irmã salvadora me arrastou no dia do casório pra cadeg bem cedinho. Rodamos, rodamos e compramos umas rosas que seriam pro meu buquê e mais 2 pequenos pras daminhas. Quando já tinhamos comprado tudo e estávamos atrás de um rapaz q indicaram pra gente que limpava e poderia montar os buquês lá na cadeg mesmo minha irmã me grita dizendo que tinha achado um monte de vasos com lavanda plantada !!! Meu sonho das lavandas ali na minha frente !! Não daria pra fazer um buquê só com elas, mas que elas estariam lá isso estariam !! Compramos as lavandas, achamos o Antônio, rapaz mais que simpático que limpou e montou o buquê mais lindo que eu poderia ter !! E eu sai de lá com os olhos chioes d'água e a certeza que meu dia e mais que tudo, nosso casamento seria mais que abençoado !!!
Fotos: Fernanda Ferraro
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